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MT Hemocentro faz aniversário com histórias emocionantes de quem doa e de quem recebe doação

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Ao longo dos 27 anos de existência, banco de sague público e seus mais de 320 mil doadores já contribuíram para salvar milhares de vidas

Rose Velasco – SES – Neste dia 15 de março, o MT Hemocentro celebra 27 anos de funcionamento e segue colecionando histórias emocionantes e inspiradores. A unidade conta com apoio voluntário de doadores de sangue e de pessoas cadastradas para a doação de medula óssea.

Moradores da capital e do interior do Estado contribuem para a produção do banco de sangue público, que é destinada aos pacientes atendidos nos hospitais e prontos-socorros do Estado ou daqueles que passam por tratamento de saúde no serviço de ambulatório da própria unidade.

No serviço de ambulatório, são atendidos pacientes inclusive de outros estados por equipe multiprofissional composta de médicos e técnicos especializados no tratamento de doenças hematológicas não oncológicas.

Ao longo de mais de duas décadas, o banco de sangue público estadual, contou com 320,2 mil doadores voluntários cadastrados em todo o Estado. Somente na capital, foram 450,1 mil doações de sangue realizas e no interior são 360,2 mil doações.

Equipamentos novos do Hemocentro
Créditos: Michel Alvim/Secom-MT

Neste ano, de janeiro a fevereiro, a unidade já cadastrou 2.941 novos candidatos à doação de sangue. A maioria é doador fidelizado e faz a doação regularmente todos os anos.

Em 2020, o comerciante Rodrigo José Thomé, de 36 anos e residente de Jaciara, decidiu ser doador de sangue e teve como motivação o sofrimento de seu sogro, que tratava de câncer e precisou das bolsas de sangue. Rodrigo também conseguiu o apoio de seus colaboradores e mobilizou nove doações em um mesmo dia.

“Nós, familiares, verificamos que todas as vezes que meu sogro precisou de transfusão de sangue ele foi muito bem tratado. Então decidi tentar ajudar doando e levando outras pessoas para o MT Hemocentro. Nessa última vez, chamei nossos funcionários e perguntei quem gostaria de doar sangue… falei que a unidade estava precisando e deu certo! Espero fazer isso de novo”, ressaltou.

O sogro de Rodrigo faleceu, mas ele e seus funcionários continuam sendo doadores voluntários, por compreenderem a importância desse gesto. Neste mês, a comitiva formada por ele esteve novamente em Cuiabá para doar sangue.

Cuidados de biossegurança que o MT Hemocentro adota durante as doações de sangue
Créditos: Michel Alvim/Secom-MT

“Todos deveriam doar porque não sabemos o dia que iremos precisar. Se todos ajudarem, muitas vidas serão salvas”, ressaltou Rodrigo.

O MT Hemocentro também é referência estadual no serviço de cadastramento de doação voluntária de medula óssea, o chamado Redome (Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula).

A medula óssea é a matriz do sangue, ela contém as células mãe (células tronco), que dão origem aos glóbulos brancos e plaquetas. A doação é feita por meio de transplante e pode salvar a vida de pessoas com doenças como leucemia, hemoglobinopatias, crianças com doenças genéticas ou nos casos de aplasia de medula.

Segundo informa a diretora do MT Hemocentro, Gian Carla Zanela, as pessoas altruístas que têm a intenção de serem doadoras de medula óssea devem se dirigir, munidas de RG e com endereço residencial completo, até à sede do banco de sangue para efetivar o cadastro. O doador preenche uma Ficha de Inscrição e o Termo de Consentimento e passa a fazer parte do Redome, que é o cadastro nacional de doadores de medula óssea.

Atualmente, há 5.304.714 pessoas cadastradas pelo Registro Nacional no Brasil. Em Mato Grosso, esse número é de 66.671 pessoas voluntárias à doação, incluindo 166 novos doadores cadastrados nos dois primeiros meses deste ano.

O pecuarista Mauricio Oliveira de Souza, de 28 anos e residente de Apiacás, recebeu a doação de medula óssea do seu próprio irmão no dia 18 de novembro de 2020. “Foi um transplante com 50% de compatibilidade. Um momento único para todos nós, pois a espera durou um ano e meio”, comemorou.

Atualmente, Maurício passa por revisão médica em Curitiba (PR), onde o transplante foi realizado. O procedimento de transplante e o acompanhamento pós-cirúrgico são custeados pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Como agendar a doação

O mês de março marca a comemoração de 27 anos do MT Hemocentro. Além de atender normalmente de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 17h30, neste mês, está previsto o funcionamento da sede aos sábados, dias 13 e 27 de março, das 7h30 às 12h.

Para o cadastramento de doador de medula óssea, não é necessário o agendamento. A pessoa interessada pode procurar o MT Hemocentro e preencher o cadastro.

Devido à pandemia, o MT Hemocentro está agendando as coletas de sangue. As doações podem ser agendadas por meio dos telefones (65) 3623-0044 (Ramal 221 e 222) e Whatsapp (65) 98433-0624.

 

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Sérgio Ricardo fiscaliza obras do VLT e destaca avanços em Cuiabá e Várzea Grande

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Conselheiro do Tribunal de Contas acompanha trabalhos na Avenida do CPA e destaca novo momento das obras na região metropolitana

O conselheiro do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), Sérgio Ricardo, fiscalizou, neste domingo pela manhã (30), as obras do VLT na Avenida do CPA, em Cuiabá. Durante a visita, ele acompanhou de perto o andamento dos trabalhos e destacou os avanços registrados nos últimos meses.

Segundo Sérgio Ricardo, depois de grandes impasses enfrentados pelo Governo do Estado junto às empresas responsáveis e de problemas relacionados ao planejamento, a obra começa a ganhar um novo rumo em Mato Grosso.

Durante uma transmissão ao vivo pelas redes sociais, o conselheiro mostrou diferentes pontos das obras e destacou as melhorias que estão sendo realizadas na capital.

Em relação ao prazo para conclusão, o atual governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta, afirmou que, em até um ano, toda a obra estará concluída em Cuiabá e Várzea Grande.

O conselheiro ressaltou que o acompanhamento e a fiscalização são fundamentais para garantir que os investimentos públicos sejam aplicados corretamente e que as obras sejam entregues à população.

Durante a live, Sérgio Ricardo também pontuou os impactos positivos que a conclusão do projeto deverá proporcionar, principalmente para a mobilidade urbana e a infraestrutura de Cuiabá e Várzea Grande.

https://www.instagram.com/reel/DcqkI0gkYUG/?igsi=MXhqajZnemk1M2Vj

 

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