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‘Maratona de jornalismo cultural’ traz palestras, debates e oficinas onlines e gratuitas

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 Da Redação. 

Uma “maratona” de jornalismo cultural acontece entre os dias 9 e 15 de março de 2021, de forma totalmente online e gratuita, e com ampla programação formada por palestras, oficinas e debates.

Idealizada pela jornalista Maria Clara Cabral e contemplada pela Lei Aldir Blanc, a maratona coloca em diálogo profissionais mato-grossenses, público e uma referência no país quando o assunto é jornalismo cultural, o paraibano Jotabê Medeiros, que, com mais de três décadas de profissão, atualmente comanda o “Farofa-fá” na Carta Capital.

Representando a produção jornalística mato-grossense, participam Lorenzo Falcão, do site especializado em cultura, Tyrannus Melancholicus; o diretor da Rádio Assembleia, Eduardo Ferreira e a jornalista Marianna Marimon. Ambos, criadores do site Cidadão Cultura. Também integra o quadro de colaboradores do projeto, a jornalista Lidiane Barros, que soma na produção do evento com sua bagagem e paixão pelo segmento. 

“Projeto aprovado pela Aldir Blanc tem nomes como Jotabê Medeiros e ampla programação para jornalistas, estudantes e artistas”

A programação começa no dia 9 de março, terça-feira, às 16h, com quatro palestras: “Arte e jornalismo in(fusão)”, com Lorenzo Falcão; seguido de “Assessoria de comunicação para (in)formação de plateia” com Lidiane Barros, às 16h30; “Cultura na TV e Rádio mato-grossense”, com Eduardo Ferreira, às 17h e “A arte de fazer jornalismo literário”, com Marianna Marimon, às 17h30. Em seguida, das 18h às 19h, acontece um debate mediado por Maria Clara.

Encerrando a mostra de abertura, Jotabê Medeiros traz um “Panorama do jornalismo e da crítica cultural no Brasil”, a partir das 20h, seguido de outro debate. O jornalista já atuou na CNT/Gazeta, na Veja São Paulo e nos jornais Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo, e é autor das biografias ‘Belchior – Apenas um Rapaz Latino-Americano (Todavia, 2017)’ e ‘Raul Seixas – Não diga que a canção está perdida (Todavia, 2019)’.

Debates, oficinas e minicurso

Além da mostra de abertura – para a qual não é necessário se inscrever – o evento terá debates, oficinas e minicursos. Dentre elas, uma atividade com a Mídia Ninja, rede colaborativa que nasce em Cuiabá a partir de práticas do jornalismo cultural independente; uma parceria com a Laboratório de Comunicação e Cultura ‘A Lente’, com dicas para divulgação de projetos e produtos para artistas e empreendedores; e uma atividade voltada a rádios comunitárias e produtores de podcasts com o artivista multimedia Eduardo Ferreira, que também é diretor da Rádio Assembleia. 

Para essas atividades, as inscrições acontecem entre 25 de fevereiro e 03 de março, AQUI (https://sites.google.com/view/maratona-jornalismo-cultural/inscreva-se?authuser=0). O evento é voltado para jornalistas, estudantes, artistas e quem mais se interessar por comunicação e cultura.

O projeto

Maria Clara, jornalista, mestranda no Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e proponente do projeto conta que a ideia nasceu junto à sua pesquisa de mestrado, em que ela estuda o jornalismo cultural em Mato Grosso.

“É um projeto que parte muito da vontade de entender as experiências desses jornalistas que escrevem sobre cultura num Estado como o nosso, que é muito pautado economicamente e culturalmente pelo agronegócio”, explica.

Dentre suas inquietações acerca do tema estava o incômodo com a ideia de que o jornalismo cultural seria somente voltado às artes, e que a arte estaria distante das vivências da população. Atualmente, é notório o espaço reduzido – em alguns casos, inexistente – para a cobertura cultural.

“Acredito que o jornalismo cultural pode ser um instrumento de pertencimento, onde a população se reconheça. É um jornalismo que pode tratar de políticas públicas, empoderamento, patrimônio histórico, economia criativa e questões afetivas que atravessam as cidades. Ainda mais em Mato Grosso. Pensa o quanto é importante a gente falar de cultura popular, cultura dos povos indígenas e outros povos tradicionais do Estado, culturas urbanas e periféricas. Não é verdade que a arte é algo distante. Muito pelo contrário”, justifica Maria.

O projeto “Maratona Jornalismo Cultural – (In)Formar Público” foi contemplado pelo edital da MT Nascentes na categoria de “projetos de formação em backstage”, e é realizado pela Secretaria do Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) com recursos federais da Lei Aldir Blanc concedidos pelo Governo Federal via Secretaria Nacional da Cultura do Ministério do Turismo. 

Para Maria, o jornalismo é um “super elemento” do backstage cultural, tanto quando parte das redações ou das assessorias de imprensa. “É preciso que seja também, reconhecido como importante componente da cadeia produtiva da cultura”.

As atividades são voltadas principalmente para jornalistas, estudantes e artistas, mas está aberta a todos os interessados. Por ser realizada de forma online, inclusive, ela não se limita a participantes somente de Mato Grosso: todos, todas e todes são bem-vindos.

Segundo Maria Clara, a ideia é que a partir dessas atividades sejam criadas ainda mais conexões: “Conectar essas pessoas que querem pensar a cultura dentro do jornalismo, ou o jornalismo dentro da cultura, e, quem sabe, a partir dessas atividades, surgirem novos projetos conjuntos, criar essa rede de contatos e de trocas de experiências”, vislumbra.

Serviço

Maratona Jornalismo Cultural – (In) Formar Público

Inscrições: 25/02 a 02/03 AQUI – https://sites.google.com/view/maratona-jornalismo-cultural/inscreva-se?authuser=0

Evento: 09 a 15/03

Local: Online (site divulgado após as inscrições)

Saiba mais

Instagram – https://www.instagram.com/maratonajornalismocultural

Facebook – https://www.facebook.com/maratonajornalismocultural/

Youtube – https://www.youtube.com/channel/UCc1Qw7kF5G_e9kGuUsN0ptQ

Programação AQUI – https://sites.google.com/view/maratona-jornalismo-cultural/inscreva-se?authuser=0

 

Foto: Assessoria

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Sérgio Ricardo fiscaliza obras do VLT e destaca avanços em Cuiabá e Várzea Grande

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Conselheiro do Tribunal de Contas acompanha trabalhos na Avenida do CPA e destaca novo momento das obras na região metropolitana

O conselheiro do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), Sérgio Ricardo, fiscalizou, neste domingo pela manhã (30), as obras do VLT na Avenida do CPA, em Cuiabá. Durante a visita, ele acompanhou de perto o andamento dos trabalhos e destacou os avanços registrados nos últimos meses.

Segundo Sérgio Ricardo, depois de grandes impasses enfrentados pelo Governo do Estado junto às empresas responsáveis e de problemas relacionados ao planejamento, a obra começa a ganhar um novo rumo em Mato Grosso.

Durante uma transmissão ao vivo pelas redes sociais, o conselheiro mostrou diferentes pontos das obras e destacou as melhorias que estão sendo realizadas na capital.

Em relação ao prazo para conclusão, o atual governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta, afirmou que, em até um ano, toda a obra estará concluída em Cuiabá e Várzea Grande.

O conselheiro ressaltou que o acompanhamento e a fiscalização são fundamentais para garantir que os investimentos públicos sejam aplicados corretamente e que as obras sejam entregues à população.

Durante a live, Sérgio Ricardo também pontuou os impactos positivos que a conclusão do projeto deverá proporcionar, principalmente para a mobilidade urbana e a infraestrutura de Cuiabá e Várzea Grande.

https://www.instagram.com/reel/DcqkI0gkYUG/?igsi=MXhqajZnemk1M2Vj

 

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