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Wellington Fagundes e vereadora Samantha querem “Casa do Autista” em Cuiabá

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O senador Wellington Fagundes (PL) e a primeira-dama de Cuiabá, vereadora Samantha Iris (PL), estão viabilizando a construção de pelo menos duas “Casas do Autista” na capital, com o objetivo de atender cerca de 500 crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Para isso, o senador destinou recursos por meio de emendas parlamentares, em parceria com os deputados federais Nelson Barbudo e Coronel Fernanda, totalizando R$ 6 milhões.

Segundo Fagundes, essas unidades especializadas oferecem um suporte mais amplo do que uma escola convencional, contando com profissionais qualificados para atender as necessidades das crianças com TEA. “Essas Casas terão equipes multidisciplinares, compostas por psicólogos, fonoaudiólogos, médicos especializados e terapeutas educacionais, garantindo um atendimento adequado”, explicou.

O senador também ressaltou que mais de 1.700 crianças com diagnóstico de TEA estão matriculadas em escolas da capital. “Com a construção dessas duas casas, poderemos oferecer um atendimento digno e especializado, beneficiando não apenas as crianças, mas também suas famílias”, completou.

Já a vereadora Samantha reforçou seu compromisso em buscar mais recursos para a construção de outras duas unidades, alinhadas à meta da gestão municipal de entregar quatro “Casas do Autista” nos próximos quatro anos.

Vale lembrar que o prefeito Abílio Brunini (PL), em 2024, quando ainda era deputado federal, visitou um Complexo Neurossensorial em Balneário Camboriú (SC), referência no atendimento a pessoas com TEA. O espaço conta com um pátio com brinquedos sobre piso emborrachado e salas multissensoriais equipadas com aparelhos especializados.



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Secretário-geral do TJMT é o entrevistado da 48ª edição do programa Por Dentro da Magistratura

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Card digital com foto do juiz Agamenon Alcântara em um círculo. Texto: Está no ar a 48ª edição do programa Por Dentro da Magistratura, iniciativa da Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT) em parceria com a Coordenadoria de Comunicação do Poder Judiciário Estadual, que traz uma inédita entrevista com o juiz Agamenon Alcântara Moreno Júnior, secretário-geral do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). Ele compartilha sua trajetória e reflexões sobre os desafios da magistratura na atualidade.

Natural de Cuiabá, o magistrado relembra o início de sua história e a escolha pela carreira jurídica. “O Agamenon é um cuiabano que nasceu no bairro do Porto e cresceu no Baú”, afirma. Sobre o interesse pelo Direito, explica que “o curso surgiu como essa oportunidade, uma área de Humanas, de trabalhar com questões sociais”, destacando o desejo de contribuir para a solução de problemas e para a transformação da realidade.

Formado pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Agamenon iniciou a carreira como advogado e servidor público, atuando como técnico judiciário e assessor antes de ingressar na magistratura. Para ele, essa vivência foi determinante para sua atuação como magistrado. “Como advogado você percebe as mazelas, as dificuldades do profissional, e isso foi trazido quando eu entrei na magistratura”. Segundo o magistrado, essa experiência reforça a necessidade de um Judiciário atento ao cidadão, com foco em uma justiça célere e efetiva, mas também fundada em princípios de moralidade e de dignidade.

Ao relembrar sua atuação como magistrado em Roraima, entre 1996 e 1999, ele destacou os desafios enfrentados na época. “Nós estamos falando da década de 90, em que todos os processos eram físicos”, observa, apontando as dificuldades de acesso à informação e de estrutura. Apesar das mudanças ao longo dos anos, ele reforça que a essência da função permanece a mesma. “O magistrado, como qualquer outro servidor público, não pode esquecer que ele está ali para servir.”

Na entrevista, ele relembra a atuação em diversas comarcas, como Juara, Poxoréu, Colíder, Sorriso, Jaciara e Primavera do Leste, antes de chegar a Cuiabá e Várzea Grande. Hoje, no cargo de secretário-geral do TJMT, função criada em setembro de 2025, Agamenon ressalta o desafio de estruturar um novo modelo de gestão. “É um desafio muito grande porque nós estamos criando um modelo de governança”, afirma. Segundo ele, o papel do secretário-geral é estratégico, atuando na integração das áreas administrativas, na identificação de problemas e no direcionamento de soluções alinhadas às diretrizes institucionais.

Durante a entrevista, o magistrado também abordou outros temas, como o impacto da tecnologia no Judiciário, especialmente o uso da inteligência artificial. “A IA hoje é uma necessidade. Se a gente não fizer isso, a gente vai estar fora de um sistema global”, destacou. Ele ainda ressaltou a importância da formação contínua e da atuação do juiz em diferentes frentes, incluindo a Justiça Eleitoral, enfatizando que “o processo eleitoral depende muito dessa participação ativa do magistrado”, sobretudo diante dos desafios atuais relacionados à informação e à transparência.

Clique neste link para assistir a íntegra do programa.

Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (65) 3617-3844 / 99943-1576.

Autor: Lígia Saito

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da Esmagis – MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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