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Wellington Fagundes e vereadora Samantha querem “Casa do Autista” em Cuiabá

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O senador Wellington Fagundes (PL) e a primeira-dama de Cuiabá, vereadora Samantha Iris (PL), estão viabilizando a construção de pelo menos duas “Casas do Autista” na capital, com o objetivo de atender cerca de 500 crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Para isso, o senador destinou recursos por meio de emendas parlamentares, em parceria com os deputados federais Nelson Barbudo e Coronel Fernanda, totalizando R$ 6 milhões.

Segundo Fagundes, essas unidades especializadas oferecem um suporte mais amplo do que uma escola convencional, contando com profissionais qualificados para atender as necessidades das crianças com TEA. “Essas Casas terão equipes multidisciplinares, compostas por psicólogos, fonoaudiólogos, médicos especializados e terapeutas educacionais, garantindo um atendimento adequado”, explicou.

O senador também ressaltou que mais de 1.700 crianças com diagnóstico de TEA estão matriculadas em escolas da capital. “Com a construção dessas duas casas, poderemos oferecer um atendimento digno e especializado, beneficiando não apenas as crianças, mas também suas famílias”, completou.

Já a vereadora Samantha reforçou seu compromisso em buscar mais recursos para a construção de outras duas unidades, alinhadas à meta da gestão municipal de entregar quatro “Casas do Autista” nos próximos quatro anos.

Vale lembrar que o prefeito Abílio Brunini (PL), em 2024, quando ainda era deputado federal, visitou um Complexo Neurossensorial em Balneário Camboriú (SC), referência no atendimento a pessoas com TEA. O espaço conta com um pátio com brinquedos sobre piso emborrachado e salas multissensoriais equipadas com aparelhos especializados.



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Sancionada lei que destina emendas da saúde a bombeiros militares

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O serviço de atendimento pré-hospitalar prestado pelos bombeiros militares dos Estados e do DF poderá receber verbas de emendas parlamentares voltadas à saúde. É o que estabelece a Lei Complementar 234, de 2026, sancionada e publicada no Diário Oficial da União (DOU), desta sexta-feira (7).

Para receber os recursos, segundo a nova lei, será obrigatório o cumprimento de requisitos a serem definidos pelo Poder Executivo. Além disso, as despesas precisarão ser aprovadas pelo Ministério da Saúde.

A lei proíbe o uso dessas emendas para pagamento de salários ou de aposentadorias de bombeiros militares, assim como para qualquer custeio ou investimento que não seja relativo ao atendimento pré-hospitalar.

Com origem no Projeto de Lei Complementar (PLP) 18/2021, de autoria do deputado Guilherme Derrite (PP-SP), a matéria foi aprovada no Senado em julho deste ano, com parecer favorável do senador Nelsinho Trad (PSD-MS).

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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