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Uma semana após transplante, ex-governador recebe alta

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O político está em Fortaleza e fará exames em São Paulo, a partir do próximo mês

O ex-governador de Mato Grosso, Júlio Campos (DEM), que passou por um transplante de fígado no último dia 13, recebeu alta hospitalar na tarde desta terça-feira (21).

Ele estava internado no Hospital São Carlos, em Fortaleza (CE), unidade em que foi submetido ao procedimento cirúrgico para tratar de uma cirrose hepática.

Conforme apurou o MidiaNews, o democrata deve permanecer na cidade até o próximo dia 31.

De lá, ele seguirá para São Paulo para realizar exames com a equipe médica que já o acompanhava desde antes da cirurgia.

Lá, deverá ficar por aproximadamente 15 dias e depois retornará a Cuiabá.

Ainda assim, o político precisará viajar para São Paulo, provavelmente, a cada 60 dias, para realizar checkups.

Pessoas ligadas ao ex-governador afirmam que a recuperação está sendo melhor que o esperado. Ele já está, inclusive, se alimentando de sólidos.

Em um vídeo publicado no Facebook, no último sábado (17), uma das filhas de Júlio, Silvinha Campos, mostrou o pai fazendo leves exercícios de fisioterapia.

“E ainda tem gente que não acredita em milagres. Já temos alta do hospital programada”, disse ela, na legenda.

Silvinha também aproveitou para agradecer as orações e o apoio de familiares e amigos. Ela ainda citou a família do rapaz que fez a doação para o pai.

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Comissão discute combate a infecções sexualmente transmissíveis entre mulheres; participe

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A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados promove na terça-feira (30) audiência pública sobre o enfrentamento de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) entre mulheres.

A reunião será realizada no plenário 14, às 10 horas, e será interativa.

O debate atende a pedido da deputada Erika Kokay (PT-DF). Segundo ela, o objetivo é debater a Agenda Prioritária para o Enfrentamento do HIV/Aids, Tuberculose, Hepatites Virais, HTLV, Sífilis e outras Infecções Sexualmente Transmissíveis em Mulheres Vulnerabilizadas no Brasil, do Ministério da Saúde.

A deputada acrescenta que, apesar dos avanços alcançados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), as mulheres em situação de vulnerabilidade permanecem mais impactadas por essas infecções.

“Isso ocorre em decorrência de desigualdades estruturais relacionadas a gênero, raça/cor, classe social, território, identidade de gênero, orientação sexual, idade, situações de violência, estigma e discriminação”, afirma Erika Kokay.

Da Redação – MO



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