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Toque de recolher em Cuiabá continua das 21h às 5h; ônibus circulam com 100% da frota

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Prefeito editou decreto 8.372 na tarde desta terça (30); medidas passam a valer a partir de quarta (31)

Da Redação

O prefeito Emanuel Pinheiro estabeleceu, por meio do decreto de Nº 8.372, de 30 de março de 2021, que fica mantido a manutenção da totalidade da frota de ônibus do Transporte Coletivo Municipal, durante o período de quarentena coletiva obrigatória, a começar a partir desta quarta-feira (31) até o dia 9 de abril, em razão do aumento no número de casos ocasionados pela pandemia da Covid-19. A medida segue a determinação judicial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, para que os municípios sigam o que foi estipulado no decreto estadual.

Por meio de uma transmissão ao vivo em suas redes sociais, Emanuel Pinheiro também afirmou que o toque de recolher continua sendo, das 21h às 5h, conforme o decreto, no artigo 24 do documento.

“Fica determinada a proibição de locomoção de qualquer cidadão no território do Município de Cuiabá, no período compreendido entre as 21h:00m às 05h:00m, de segunda-feira à domingo”, diz trecho do decreto.

“Não é o que eu queria, eu queria que fosse das 23h às 5h, mas por força judicial é como vai ser até o dia 9 de abril. Nós vamos fiscalizar e exigir tolerância zero para quem descumprir as medidas de Biossegurança estabelecidas nesse decreto”, disse Pinheiro.

No mais, o prefeito ressaltou que continuará com seu trabalho em prol da população cuiabana e pede que as pessoas cumpram o que é descrito no decreto e respeitem as medidas de Biossegurança impostas nele, pensando sempre no bem de todos.

“Temos que aprender a conviver nesse novo normal, com segurança, respeitando as medidas de restrição impostas pelos decretos municipais, estaduais e nacional. Usando máscaras, álcool em gel, mantendo o distanciamento social e não participando de aglomerações. A Prefeitura de Cuiabá orienta que se você puder, fique em casa, essa é ainda a melhor forma de se proteger e proteger a sua família”, finalizou.

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Eleições 2026: veja os números das candidaturas oficializadas

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As eleições gerais de 2026 têm 20.506 pedidos de registro de candidaturas, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) atualizados até esta segunda-feira (17). Os registros são para os cargos de presidente e vice-presidente da República, governador e vice-governador, senador e suplentes, deputado federal, deputado estadual e deputado distrital. Em relação a 2022, são cerca de 8,7 mil pedidos de registro a menos.

A maior parte dos pedidos é para deputado estadual, com 11.090 registros, seguida por deputado federal, com 7.627. Para os governos dos 26 estados e do Distrito Federal, são 195 candidaturas; para o Senado, 314; e para a Presidência da República, 13. A relação entre candidatos e vagas mostra maior concorrência para deputado distrital, com 17,5 candidatos por cadeira, seguido por deputado federal, com 14,87 candidatos por vaga.

Os números incluem candidatos a vice-presidente e vice-governador e os suplentes dos candidatos ao Senado. Os registros ainda podem ser alterados durante a campanha, conforme a análise dos pedidos pela Justiça Eleitoral e eventuais desistências.

Senadores e deputados

O Senado tem 314 pedidos de registro para as 54 vagas que serão disputadas neste ano, o equivalente a 5,83 candidatos por cadeira. Em 2026, cada estado e o Distrito Federal elegerão dois senadores, em uma renovação de dois terços das 81 cadeiras da Casa. Cada eleitor terá dois votos para o Senado.

Para a Câmara dos Deputados, são 7.627 pedidos de registro para as 513 vagas, uma média de 14,87 candidatos por cadeira. O PL tem 534 registros, seguido pelo Novo, com 505; pelo PDT, com 470; e pelo Republicanos, com 464.

Na disputa pelas assembleias legislativas, são 11.090 registros para 1.035 vagas, com média de 10,71 candidatos por cadeira. No Distrito Federal, 420 candidatos disputam 24 vagas da Câmara Legislativa, o que corresponde a 17,5 candidatos por vaga, a maior concorrência proporcional em 2026.

Presidente da República

Foram registrados 13 pedidos de candidatura para a Presidência da República, um a mais que em 2022, quando houve 12 candidaturas.

Entre os candidatos estão Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Geraldo Alckmin (PSB), que buscam a reeleição. É a única chapa formada por candidatos de partidos diferentes. Também foram registradas as chapas do senador Flávio Bolsonaro (PL), com Alfredo Gaspar (PL) como vice;  do escritor Augusto Cury, com Júlio Delgado (Avante); de Samara, com Raquel Brício (UP); de Renan Santos, com Coronel Medina (Missão); do veterinário Wilson Grassi, com Suêd Haidar (Democrata); de Romeu Zema, com Eduardo Girão (Novo); de Rui Costa Pimenta, com Antônio Carlos (PCO); de Ronaldo Caiado, com Gilberto Kassab (PSD); de Clariana Barão, com Fabiana Torquato (DC); de Hertz Dias, com Vanessa Portugal (PSTU); de Edmilson Costa, com Cleusa Santos (PCB); e de Pablo Marçal (que está inelegível), com Leonardo Avalanche (PRTB).

Governadores

Para os governos dos 26 estados e do Distrito Federal, foram registrados 195 candidatos, número 12,5% menor que o de 2022, quando havia 223 candidaturas. Piauí tem o maior número de registros, com 12 candidatos, seguido por Minas Gerais, com 11, e pelo Distrito Federal, com 10.

Entre os partidos, o PCO tem o maior número de candidaturas aos governos estaduais, com 18 registros, seguido pela UP, com 17. Dos 27 atuais governadores, nove buscam a reeleição para o mesmo cargo.

Perfil dos candidatos

A faixa etária com maior concentração é a de 40 a 49 anos, com 31,78% dos registros (6.517), seguida pela de 50 a 59 anos, com 28,04% (5.749). Juntas, essas duas faixas reúnem 59,82% dos registros (12.266).

Os homens representam 65% dos registros (13.366) e as mulheres, 35% (7.140). Na declaração de cor ou raça, 48,68% se identificaram como brancos (9.982), 36,24% como pardos (7.431) e 13,63% como pretos (2.795). Indígenas representam 0,93% (191) e amarelos, 0,52% (107).

Os dados de perfil são baseados nas informações declaradas ao TSE e podem ser atualizados durante o processo de registro das candidaturas.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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