NOVO PREFEITO

STOPA DIZ NA POSSE QUE TEM VISÃO DE FUTURO; FALA EM CHOQUE DE GESTÃO

O gestor recém-empossado afirmou que no tocante a sua administração

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José Roberto Stopa ao tomar posse hoje pela manhã como novo prefeito em exercício de Cuiabá, substituindo o titular Emanuel Pinheiro, por determinação do desembargador do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), Luiz Ferreira da Silva, afirmou claramente que deixou “Um passado que não quer comentar, a gestão Emanuel Pinheiro, agora é olhar para frente e trabalhar” , disse em entrevista coletiva na manhã dessa terça-feira (05/03).  Stopa já vinha demonstrando há algum tempo, o seu claro descontentamento com várias ações que vinham acontecendo em diversas pastas na prefeitura de Cuiabá, afirmou que sua gestão vai ter um choque de administração, com várias mudanças na Secretaria de Saúde e até na Secretaria de Obras.

O gestor recém-empossado afirmou que no tocante a sua administração, no tocante aos contatos políticos, ele foi bem taxativo ao dizer que vai conversar com todos aqueles que querem trabalhar por uma Cuiabá melhor.

“Vou conversar com deputados federal, estadual, o governador Mauro Mendes, e fazer uma gestão participativa através do Tribunal de Contas e Ministério Público”, ressaltou o Stopa.

O prefeito garantiu que nos próximos dias muitas mudanças serão anunciadas.

Espera-se que o novo prefeito consiga implantar uma nova maneira de gerir a administração da capital.

Segundo os comentários que circulam nos bastidores do poder executivo da capital, muitos esperam que a chegada de Stopa, como novo prefeito, possa provocar muitas mudanças e que estas sejam significativas. E que possam influenciarem positivamente até mesmo o poder legislativo de Cuiabá, e que tudo se transforme num grande pacto em prol da capital mato-grossense, que, certamente, começa a respirar ‘novos ares’.

 

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Presidente do TJMT manifesta solidariedade à família de juíza do Rio Grande do Sul

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“O respeito à dignidade humana deve prevalecer em qualquer debate público, inclusive quando se trata de instituições. A crítica é legítima e necessária em uma sociedade democrática, mas ela não pode ultrapassar os limites da sensibilidade e do respeito à memória de uma jovem magistrada que teve sua trajetória interrompida de forma tão precoce. Transformar um momento de dor em instrumento de provocação causa indignação e aprofunda o sofrimento de familiares, amigos e colegas de profissão. É preciso preservar a humanidade acima de qualquer divergência”, afirmou o presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador José Zuquim Nogueira, ao endossar o posicionamento do Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE).

O Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE) vem a público para manifestar irrestrita solidariedade à família da Juíza Mariana Francisco Ferreira, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, falecida na última quarta-feira, aos 34 anos, após coleta de óvulos para realização de reprodução assistida.

Lamenta, profundamente, que a indizível dor da família de Mariana tenha sido agravada em razão da falta de empatia, cuidado e respeito por parte do Jornal Folha de S. Paulo, representada por charge assinada, na edição deste sábado (09/05/2026), por Marília Marz.

O CONSEPRE louva o debate público, o controle social sobre as instituições e as liberdades de expressão e de imprensa, por reputá-las imprescindíveis aos regimes democrático e republicano: nenhuma democracia subsiste sem imprensa livre e sem espaço legítimo para crítica institucional.

Tais pilares, entretanto, não podem ser dissociados dos deveres mínimos de civilidade e respeito à dignidade humana. A crítica institucional jamais pode servir de instrumento para banalizar a morte, ridicularizar a dor humana ou desconsiderar o sofrimento de familiares, amigos e colegas profundamente abalados pela perda de uma vida.

A publicação da Folha de S. Paulo ultrapassa os limites do debate público legítimo ao recorrer a uma representação que, além de desrespeitosa, contribui para a crescente desumanização da magistratura brasileira, tratando com insensibilidade um momento de luto e consternação.

Torna-se, ainda, mais grave ao atingir a imagem de uma mulher magistrada recém-falecida, reproduzindo simbolicamente práticas de violência de gênero, incompatíveis com os avanços institucionais e sociais voltados à proteção da dignidade da mulher e ao enfrentamento de toda forma de violência ou discriminação.

Diante disso, o CONSEPRE reafirma sua solidariedade à família de Mariana e a toda a magistratura gaúcha, e espera que a degradação do debate público não persista em romper limites éticos de humanidade e respeito.

Autor: Flávia Borges

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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