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RGA de 6,05 por cento é o máximo a ser oferecido pelo Estado, defende procurador-geral

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Foto: Secom/MT

O procurador-geral de Mato Grosso Francisco de Assis da Silva Lopes, afirmou nesta terça-feira (05) que o máximo a ser oferecido pelo Estado em relação a Revisão Geral Anual (RGA) para os servidores públicos é 6,05 por cento. O índice foi aprovado na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) no dia 29 de setembro quando foi votada a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).

O valor foi fruto de um amplo debate e de um acordo entre o Legislativo e Executivo, além disso, foram feitos estudos pela Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) e pela Secretaria de Planejamento (Seplag) que apontaram que o valor seria o mais indicado neste momento.

Apesar de estar abaixo do desejado pelo funcionalismo público, o valor foi considerado uma vitória pelos deputados de base que defendem a categoria. Inicialmente o governo argumentava que seria possível pagar no máximo 0,05 por cento, já que  representaria um impacto financeiro de R$ 489,7 milhões aos cofres do Estado.

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CMO analisa crédito de R$ 24,9 milhões para AGU e segurança da Amazônia

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A Comissão Mista de Orçamento (CMO) analisa o Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 10/2026, que abre crédito especial de R$ 24,9 milhões no Orçamento em favor da Advocacia-Geral da União (AGU), do Ministério da Justiça e Segurança Pública e do Ministério da Educação.

A maior parte dos recursos será destinada à AGU, que receberá cerca de R$ 14,9 milhões (60% do total) para viabilizar contribuição eventual à Corte Interamericana de Direitos Humanos. Os recursos serão usados em atividades de cooperação técnica, capacitação e difusão de jurisprudência em direitos humanos, além da manutenção da adimplência do Brasil junto à instituição.

O Ministério da Justiça receberá aproximadamente R$ 9,9 milhões (39,7%) para ações do Fundo Nacional de Segurança Pública. Entre as medidas previstas, está a execução do Plano Amazônia: Segurança e Soberania (Plano Amas ), que busca combater crimes na Amazônia Legal e é financiado com recursos não reembolsáveis do Fundo Amazônia. Os recursos também devem ser destinados à construção de bases operacionais em Altamira (PA) e Araguatins (TO), além de ajustes em obras em andamento em Presidente Dutra (MA), Rorainópolis (RR) e Uiramutã (RR).

Já o Ministério da Educação contará com cerca de R$ 74 mil (0,3%) para a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, destinados ao pagamento de contribuição à Associação Grupo de Tordesilhas de Universidades, no âmbito das contribuições regulares a organismos internacionais de direito privado.

De acordo com a proposta, os recursos para abertura do crédito virão de excesso de arrecadação de doações nacionais, no valor de R$ 9,9 milhões, e de anulação de dotações orçamentárias, no montante de R$ 15 milhões. O PLN ainda precisa ser analisado pela CMO e, posteriormente, pelo Plenário do Congresso Nacional.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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