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Projeto unifica consulta eletrônica de processos administrativos

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O Projeto de Lei 138/26 determina que os processos administrativos federais possam ser acessados em meio eletrônico pelo portal gov.br. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei do Processo Administrativo.

A medida busca garantir o acompanhamento em tempo real das movimentações processuais de forma padronizada. Pela proposta, o cidadão terá acesso público e gratuito às informações básicas, exceto nos casos de sigilo previstos em lei.

“Um dos maiores entraves para a eficiência e a transparência do setor público é a burocracia excessiva e a falta de rastreabilidade dos processos administrativos”, disse o autor da proposta, deputado Ricardo Ayres (Republicanos-TO).

Segurança de dados
O texto obriga o uso exclusivo do Número Único de Protocolo (NUP) de âmbito nacional para cada processo. Além disso, prevê que o acesso respeite a Lei de Acesso à Informação (LAI) e a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD).

Estados e municípios poderão aderir voluntariamente ao sistema federal.

O projeto cita ainda o aproveitamento da infraestrutura digital já existente, como o Sistema Eletrônico de Informações (SEI) e o Processo Eletrônico Nacional (PEN).

Próximos passos
A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, terá de ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.

Da Reportagem/RM
Edição – Marcia Becker



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Damares condena ataques que recebeu de seu próprio campo político

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A senadora Damares Alves (Republicanos-DF), em pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (13), defendeu-se de ataques que sofreu de apoiadores da direita, segundo ela por uma interpretação equivocada de declarações que deu à imprensa sobre sua atividade política recente.

— Eu queria chamar a atenção dos amigos, especialmente dos amigos da minha turma do lado de cá, da direita: parem de acreditar em tudo que está sendo dito e parem de atacar os seus próprios soldados. Infelizmente, eu tenho observado que a direita é um exército que deixa para trás seus próprios soldados — avaliou.

Em sua defesa, Damares apontou o trabalho realizado em seu mandato, à frente da Comissão de Direitos Humanos (CDH) e em outras instâncias do Senado.

— Estou presidindo a CDH e, acreditem, saiu um relatório: [a comissão está] disparada, a primeira, em primeiríssimo lugar em atividades, deliberação de matérias, reuniões, audiências públicas. É assim que eu mostro para o Brasil como conservadores trabalham — concluiu.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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