CHEGOU A HORA
PIVETTA DIZ QUE CHEGOU SUA VEZ DE GOVERNAR E FALA QUE A SUA VEZ NA FILA É AGORA
Se nada mudar na minha vida, se eu tiver saúde, pretendo continuar participando da política, sim.
Política
O vice-governador de Mato Grosso Otaviano Pivetta (Republicanos), já se programa para as eleições estaduais de 2026 e confirmou que já está preparado para disputar o governo do Estado. O vice-governador de Mato Grosso avalia que por ser o vice de Mauro Mendes (União) por 2 mandatos consecutivos, lhe credencia na “fila” para assumir a cadeira no Paiaguás.
“Se nada mudar na minha vida, se eu tiver saúde, pretendo continuar participando da política, sim. Em 2026, vai depender do grupo que faço parte, mas penso que tenho muita chance de participar [da disputa], porque estou na fila há muito tempo, sinto que está chegando minha vez e eu estou preparado”, disparou em entrevista, na manhã desta sexta-feira (12).
Pivetta relembrou toda a sua trajetória quando decidiu entrar para a política em 1996. Naquela época, ele foi eleito prefeito de Lucas do Rio Verde (354 km ao norte de Cuiabá) e teve 3 gestões na cidade. Também chegou a ser deputado estadual e confessou que não gostou da experiência.
A primeira tentativa de disputar o governo com Mauro Mendes foi em 2010 contra o ex-governador Silval Barbosa. Eles foram derrotados, mas ganharam na eleição de 2018 e seguem com dois mandatos.
“Em 2018 me coloquei novamente à disposição com ele [Mauro Mendes] para devolver o Estado para a sociedade. Em 2022 repetimos e eu tenho participado do governo de maneira muito efetiva, em comum acordo com o governador Mauro Mendes. Ele me faz sentir útil, incluso. Não sou um vice-governador apenas figurativo”, disse.
Durante ausências de Mauro Mendes, Pivetta governou o Estado por 9 vezes até o momento.
Política
Justiça e Exército se unem em Rondonópolis para defender cultura da paz e acesso aos direitos
Entre fardas, livros e reflexões sobre cidadania, o auditório do 18º Grupo de Artilharia de Campanha, em Rondonópolis, se transformou nesta segunda-feira (18) em um espaço de diálogo sobre pacificação social, direitos fundamentais e Justiça. A convite do comandante da unidade, tenente-coronel Joel Reis Alves Neto, o coordenador do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), juiz Wanderlei José dos Reis, ministrou palestra aos militares sobre acesso à Justiça, autocomposição e Justiça Restaurativa.
Logo no início da fala, o magistrado destacou sua ligação com o Exército Brasileiro e a importância da parceria institucional entre as duas instituições. “O militar não é melhor nem pior que ninguém, ele é diferente. O militar tem senso de responsabilidade, disciplina e proatividade. É uma honra estar aqui falando em nome do Poder Judiciário de Mato Grosso e trazendo uma mensagem institucional de pacificação social”, afirmou o juiz.
O comandante do 18º GAC, tenente-coronel Joel, ressaltou que o encontro fortalece o intercâmbio de conhecimentos entre as instituições e contribui para a formação humana dos militares. “A presença do Poder Judiciário dentro do quartel amplia horizontes e reforça valores importantes para a sociedade e para o próprio Exército, como diálogo, equilíbrio e responsabilidade social”, destacou.
Direitos fundamentais e cidadania
Durante a primeira parte da palestra, o juiz Wanderlei abordou temas ligados ao projeto “Diálogos com as Juventudes”, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), explicando conceitos relacionados à Constituição Federal, direitos humanos e acesso à Justiça.
O magistrado explicou aos militares que o acesso à Justiça é um direito fundamental garantido pela Constituição e destacou a importância do conhecimento como instrumento de transformação social. “O acesso à Justiça começa pelo conhecimento. Conhecer a Constituição, conhecer as leis e compreender os próprios direitos é fundamental para o exercício da cidadania”, disse.
Ao falar sobre direitos fundamentais, o juiz Wanderlei também fez um paralelo histórico sobre a evolução do Estado Democrático de Direito e ressaltou o papel do Judiciário como garantidor da paz social e da proteção dos direitos individuais.
Exército e Judiciário pela pacificação social
O magistrado também relacionou a atuação do Judiciário à missão histórica de figuras importantes do Exército Brasileiro, como Duque de Caxias e Marechal Rondon. “Nós estamos aqui trazendo uma mensagem institucional de pacificação. Duque de Caxias foi conhecido como o pacificador e Marechal Rondon carregava um lema profundamente humano: ‘Morrer, se necessário for; matar, nunca’. Isso dialoga diretamente com aquilo que o Judiciário busca hoje”, afirmou.
Ao encerrar a primeira palestra, o juiz reforçou que educação, leitura e conhecimento são ferramentas essenciais para transformação pessoal e social. “O conhecimento transforma. O homem é a medida do seu conhecimento. Quanto mais conhecimento, maior a capacidade de compreender seus direitos e contribuir para uma sociedade mais justa”, concluiu.
Autor: Roberta Penha
Fotografo: Josi Dias
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]
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