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OPOSITORES DE EMANUEL VIBRAM NAS REDES SOCIAIS COM A DECISÃO DA JUSTIÇA QUE AFASTOU O PREFEITO

Parlamentares da oposição usaram as redes sociais para repercutir e comentar a decisão

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Política

Secom Prefeitura de Cuiaba

 

A T U A L I Z A D A ÀS 08h18 – Essa nova derrota do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), que determinou o seu imediato afastamento pelo período de seis meses do comando do Palácio Alencastro, fez com que parlamentares da oposição usassem as redes sociais para repercutir e comentar a decisão do desembargador do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), Luiz Ferreira da Silva, pelo afastamento do prefeito por conta de uma suposta organização criminosa na Saúde.

Vereadora Maysa Leão (Republicanos), reconhecidamente contrária a gestão de Emanuel Pinheiro, publicou a “bomba” no perfil, em tom de comemoração. Já o deputado estadual Diego Guimarães postou “A justiça tarda, mas não falha”.

Seguindo na mesma direção, os inseparáveis Fábio Garcia e Gisela Simona (União Brasil) fizeram post colaborativo, ou seja, com visualização em ambos os perfis, com os dizeres “a gestão atual da capital é a personificação da corrupção, má gestão, falta de respeito com os cuiabanos e a história da nossa cidade”.

Até mesmo o secretário adjunto de turismo de Mato Grosso Felipe Wellaton chegou a comentar “Tô rindo, mas é de nervoso” Não dura um dia a piada” Da série: eu avisei e denunciei! Sangue no festão da saúde #forapaletó #afastado”.

Já a vereadora Michelly Alencar (União Brasil) disse que o afastamento de Emanuel Pinheiro já era algo esperado por todos e cita que só na gestão dele foram 19 operações e a maioria delas na saúde.

Em vídeo, a parlamentar cita que o posicionamento do desembargador ao declarar o afastamento deixa claro que a saúde era gerida por uma organização criminosa, com nomes que transitavam internamente.

“Por muitas vezes o prefeito fez questão de dizer que nós quando fazíamos denúncias éramos fake news ou descredibilizavam o nosso trabalho. Agora o mais importante é deixar claro que esse trabalho vem sendo feito de forma tão séria, com denúncias no Ministério Público, com fatos relevantes e denúncias bem encorpadas dessa organização que atuava na saúde. Então são esses fatos que foram alimentados por meio de fiscalizações, por meio de visitas nas unidades de saúde, por meio dos relatos da população que busca saúde diariamente. Todas essas provas, elas embasaram não só o trabalho da polícia, como do Ministério Público, que hoje aponta, segundo a decisão do desembargador, que tem gravações, fotos, é uma denúncia que traz áudios, apontando que essa organização era assim gerida pelo prefeito Emanuel Pinheiro”, afirmou.

No Instagram, o vereador Felipe Côrrea (Cidadania) publicou um post dizendo “pegue seu banquinho e saia de mansinho” e comentou “Hoje a Justiça afastou o prefeito do cargo pela 2x. Sob sigilo, a decisão ainda não é pública. Mas, pelas manchetes, é por corrupção na Saúde. Novamente. Já disse e repito: a solução é o impeachment, retirar Emanuel da Prefeitura em definitivo. Concorda?”.

Em vídeo, o parlamentar comentou que pela segunda vez, o Judiciário afastou o prefeito do cargo por escândalos, corrupção na saúde, que o mesmo já teve 19 operações policiais contra a sua gestão, tanto da polícia civil estadual quanto da polícia federal. Corrêa também incita uma decisão mais incisiva por parte dos vereadores.

” Agora é o momento da Câmara dos Vereadores tomar uma decisão definitiva, uma decisão política, uma decisão para a qual ela já tem fundamentos, infinitos fundamentos. Impitimar o prefeito, caçar o prefeito, retirar o cargo. Eu já protocolei quatro pedidos, dois foram arquivados. Dois ainda serão votados, um deles baseado na reprovação das contas, que ainda vai ser votada, mas já tem um parecer nesse sentido do Tribunal de Contas”, acrescentou.

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Juíza de Juína destaca programas de acolhimento e adoção na Semana Nacional da Adoção

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Foto posada da juíza Lais Paranhos. Ela está sorrindo em uma sala de reuniões, em frente a uma parede com revestimento geométrico amadeirado. Ela usa camiseta clara do programa Entrega Legal e saia preta. Sobre a mesa ao fundo há equipamentos de áudio e um objeto de madeira decorativo.A juíza substituta da 2ª Vara da Comarca de Juína, Laís Paranhos Pita, destacou os programas Família Acolhedora e Entrega Voluntária como instrumentos de proteção à infância e garantia de direitos. As ações integram a Semana Nacional da Adoção e a Semana Estadual de Consciência sobre Entrega Voluntária e reforçam iniciativas voltadas ao acolhimento de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade.

Segundo a magistrada, a população pode procurar a unidade judiciária para receber orientações sobre acolhimento familiar e entrega voluntária para adoção, procedimento previsto em lei, realizado com acompanhamento técnico e garantia de sigilo.

A campanha Entrega Legal assegura acolhimento humanizado às gestantes ou genitoras que optam pela entrega voluntária do bebê para adoção de forma legal e segura, com acompanhamento psicossocial e proteção judicial.

Já o programa Família Acolhedora oferece acolhimento temporário a crianças e adolescentes afastados do convívio familiar por medida protetiva, permitindo que permaneçam em ambiente familiar até definição judicial.

Em Juína, as famílias interessadas em participar do programa Família Acolhedora devem procurar a rede municipal de assistência social para cadastro e capacitação.

Autor: Alcione dos Anjos

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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