Combate ao crime organizado

MPF CRIA GRUPO DE TRABALHO PARA COMBATER CRIME ORGANIZADO NAS ELEIÇÕES MUNICIPAIS

O GTGDE atuará em colaboração com a Justiça Eleitoral, prevenindo e apurando práticas criminosas relacionadas ao processo eleitoral.

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Foto: Assessoria MPF/MT

O Ministério Público Federal (MPF), por meio do Procurador Regional Eleitoral Pedro Melo Pouchain Ribeiro, instituiu o Grupo de Trabalho de Garantia dos Direitos Eleitorais (GTGDE). O objetivo é identificar e combater a atuação do crime organizado no contexto das eleições municipais de Mato Grosso, garantindo a legalidade das condutas de candidatos e a segurança de eleitores, servidores e membros da Justiça Eleitoral.

O GTGDE atuará em colaboração com a Justiça Eleitoral, prevenindo e apurando práticas criminosas relacionadas ao processo eleitoral. Entre suas atribuições, estão traçar diretrizes para uma atuação coordenada entre as instituições estatais e encaminhar dados relevantes às autoridades competentes para investigações e providências.

O grupo será composto por representantes de órgãos de inteligência e segurança pública, incluindo a Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Ministério Público e a Secretaria de Segurança Pública de Mato Grosso. Cada órgão arcará com os custos operacionais dentro de suas respectivas dotações orçamentárias.

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Projeto permite que cooperativas de energia ampliem área de atuação

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O Projeto de Lei 367/26 permite que cooperativas que atuem como autorizadas na distribuição de energia elétrica solicitem à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) a mudança para a categoria de permissionárias de serviço público. A alteração poderá ampliar a área e o tipo de consumidores atendidos por essas cooperativas. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.

Hoje, as cooperativas sob o regime de autorizadas atendem consumidores em áreas rurais e não podem expandir sua atuação para áreas urbanas, mesmo quando essas regiões crescem e passam por mudanças econômicas e populacionais.

O autor do projeto, deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), afirma que as restrições atuais de operação “não condizem com a realidade das regiões atendidas”, pois impedem que as cooperativas acompanhem o crescimento de sua área de atuação e comprometem a sustentabilidade do modelo cooperativista.

Segundo o deputado, a mudança também permitirá tratamento regulatório mais equilibrado entre cooperativas que exercem funções semelhantes no setor elétrico, mantendo a competência da Aneel para avaliar cada pedido.

Próximos passos
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Minas e Energia; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Roberto Seabra



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