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Ministério divulga lista com nomes de servidores investigados.

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Servidores foram afastados após operação da Polícia Federal

DO UOL

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento divulgou nesta terça-feira (21) uma lista com o nome dos 33 servidores afastados por causa da Operação Carne Fraca, deflagrada pela Polícia Federal na última sexta-feira (17).

Clique AQUI para ver a lista (em formato PDF). Também é possível acessar o documento pelo site do ministério.

Segundo a Corregedoria-Geral do ministério, esses servidores estão respondendo a processo administrativo disciplinar e já tiveram os nomes publicados no Diário Oficial da União.

Operação Carne Fraca

 

A Operação Carne Fraca, da Polícia Federal, revelou um suposto esquema de pagamento de propina a fiscais agropecuários para liberar carnes adulteradas sem fiscalização.

Segundo a PF, as empresas teriam usado substâncias para ‘mascarar’ a aparência de carnes podres, utilizado carne estragada e papelão na composição de salsichas e linguiças, cometido irregularidades na rotulagem e na refrigeração das peças e usado mais água que o permitido em frangos.

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Comissão discute combate a infecções sexualmente transmissíveis entre mulheres; participe

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A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados promove na terça-feira (30) audiência pública sobre o enfrentamento de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) entre mulheres.

A reunião será realizada no plenário 14, às 10 horas, e será interativa.

O debate atende a pedido da deputada Erika Kokay (PT-DF). Segundo ela, o objetivo é debater a Agenda Prioritária para o Enfrentamento do HIV/Aids, Tuberculose, Hepatites Virais, HTLV, Sífilis e outras Infecções Sexualmente Transmissíveis em Mulheres Vulnerabilizadas no Brasil, do Ministério da Saúde.

A deputada acrescenta que, apesar dos avanços alcançados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), as mulheres em situação de vulnerabilidade permanecem mais impactadas por essas infecções.

“Isso ocorre em decorrência de desigualdades estruturais relacionadas a gênero, raça/cor, classe social, território, identidade de gênero, orientação sexual, idade, situações de violência, estigma e discriminação”, afirma Erika Kokay.

Da Redação – MO



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