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Max acompanha a agenda do governo do Estado em 13 municípios da região do Araguaia

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O deputado estadual Max Russi (PSB), presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), acompanha o governador Mauro Mendes, a primeira-dama Virgínia Mendes e o vice-governador Otaviano Pivetta em uma agenda institucional por 13 municípios da Região do Araguaia, que teve inicio nesta terça-feira (27) e segue até quinta-feira (29).

“Vamos percorrer mais 13 municípios do Araguaia e, em muitos deles, tenho atuado diretamente na articulação para que as demandas se tornem realidade. Quero estar presente nesse momento, acompanhando de perto as entregas e os compromissos firmados com a população. Será uma semana de muitas ações, avanços e resultados para a região.”

Durante a programação, a comitiva participa de inaugurações, lançamentos de obras, vistorias técnicas e atos de assinatura de autorizações para investimentos nas áreas de infraestrutura, habitação, educação, saúde e mobilidade urbana.

Ao longo da agenda, os municipios visitados são: Porto Alegre do Norte, Canabrava do Norte, Distrito de Espigão do Leste, São José do Xingu, Santa Cruz do Xingu, Distrito de Santo Antônio do Fontoura, Confresa, Santa Terezinha, Vila Rica, Querência, Novo Santo Antônio, Serra Nova Dourada, Bom Jesus do Araguaia.

Na semana anterior, a expedição percorreu outros 10 municípios do Araguaia.

Fonte: ALMT – MT



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Vai à sanção mais rigor para preso que mantiver ameaças contra mulher

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A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (15) o Projeto de Lei (PL) 2.083, de 2022, que prevê a aplicação do Regime Disciplinar Diferenciado (RDD) ao preso por violência doméstica e familiar contra a mulher se ameaçá-la ou praticar violência contra ela ou seus familiares. A proposta segue para sanção presidencial.

De autoria da senadora Soraya Thronicke (PSB-MS), o projeto foi inspirado na história de Bárbara Penna, vítima de tentativa de feminicídio em Porto Alegre. A proposta inclui mudanças na Lei de Execução Penal (Lei 7.210, de 1984), e estabelece punições mais rigorosas para presos que descumprirem medidas de distanciamento, inclusive com a transferência compulsória para presídios em outros estados. O texto também permite a aplicação do Regime Disciplinar Diferenciado, com cumprimento de pena em cela individual, restrições a visitas e ao banho de sol, além de monitoramento de entrevistas e fiscalização de correspondências. Esse regime pode durar até dois anos.

Também aplicável em situações de saída temporária ou regimes aberto ou semiaberto conquistados pela progressão de regime, o texto passa a considerar falta grave se o preso se aproximar da vítima ou de familiares dela na vigência de medidas protetivas com base na Lei Maria da Penha, sem necessidade de novo processo penal.

Soraya lembrou que, em 2013, Bárbara Penna “foi vítima de tentativa de feminicídio, teve o corpo incendiado, foi jogada do terceiro andar do prédio onde morava em Porto Alegre e teve seus dois filhos assassinados pelo então marido, condenado a 28 anos de prisão (…). Ainda assim, ela continuou a receber ameaças dele de dentro do estabelecimento penal”, diz a senadora na justificativa da proposta.

O relator, deputado Luiz Carlos Busato (União-RS), apresentou emenda ao projeto para incluir na Lei de Crimes de Tortura (Lei 9.455, de 1997) a submissão repetida de mulher a intenso sofrimento físico ou mental no contexto de violência doméstica e familiar. Com a mudança, o texto aprovado passa a considerar essa conduta como forma de tortura, sem prejuízo das penas previstas para outros crimes. Essa lei estabelece pena de reclusão de 2 a 8 anos para o crime de tortura.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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