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Max acompanha a agenda do governo do Estado em 13 municípios da região do Araguaia

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O deputado estadual Max Russi (PSB), presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), acompanha o governador Mauro Mendes, a primeira-dama Virgínia Mendes e o vice-governador Otaviano Pivetta em uma agenda institucional por 13 municípios da Região do Araguaia, que teve inicio nesta terça-feira (27) e segue até quinta-feira (29).

“Vamos percorrer mais 13 municípios do Araguaia e, em muitos deles, tenho atuado diretamente na articulação para que as demandas se tornem realidade. Quero estar presente nesse momento, acompanhando de perto as entregas e os compromissos firmados com a população. Será uma semana de muitas ações, avanços e resultados para a região.”

Durante a programação, a comitiva participa de inaugurações, lançamentos de obras, vistorias técnicas e atos de assinatura de autorizações para investimentos nas áreas de infraestrutura, habitação, educação, saúde e mobilidade urbana.

Ao longo da agenda, os municipios visitados são: Porto Alegre do Norte, Canabrava do Norte, Distrito de Espigão do Leste, São José do Xingu, Santa Cruz do Xingu, Distrito de Santo Antônio do Fontoura, Confresa, Santa Terezinha, Vila Rica, Querência, Novo Santo Antônio, Serra Nova Dourada, Bom Jesus do Araguaia.

Na semana anterior, a expedição percorreu outros 10 municípios do Araguaia.

Fonte: ALMT – MT



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Projeto cria plataforma para monitorar estoque e falta de medicamentos no país

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O Projeto de Lei 1840/26 obriga indústrias, distribuidores, farmácias e hospitais a monitorar e divulgar informações sobre a disponibilidade, o estoque e a previsão de falta de medicamentos. O texto está em análise na Câmara dos Deputados.

A proposta cria a Plataforma Nacional de Monitoramento de Medicamentos, vinculada ao Ministério da Saúde. A plataforma, acessível ao público, informará a disponibilidade atualizada dos medicamentos e alertará sobre risco de desabastecimento a usuários cadastrados. Itens para doenças crônicas, psiquiátricas, oncológicas e raras terão prioridade.

“O acesso a essas informações é fundamental para que o cidadão possa planejar o tratamento, evitar interrupções e exercer plenamente o direito constitucional à saúde”, disse a ex-deputada Heloísa Helena (Rede-RJ), autora do projeto, que atualmente está na suplência de mandato.

O texto também é assinado pelas deputadas Fernanda Melchionna (Psol-RS) e Luizianne Lins (Rede-CE).

Segundo o projeto, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) será responsável por regulamentar as diretrizes da lei.

O descumprimento das regras sujeitará os infratores a sanções administrativas. As instituições também poderão ser impedidas de participar de licitações e processos de aquisição de medicamentos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Próximos passos
A proposta tem regime de urgência e, por isso, poderá ser votada diretamente no Plenário, sem passar antes pelas comissões da Câmara. O texto está apensado ao Projeto de Lei 7046/25, sobre o mesmo tema.

Para virar lei, o projeto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli



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