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Mauro Mendes fala sobre declaração de Pinheiro sobre paternidade do HMC

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Da Redação

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB) resolveu alfinetar sem citar nomes, outros gestores que passaram pela Prefeitura da Capital. Em entrevista, Pinheiro afirmou que se não fosse sua administração, o Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), a unidade seria mais uma obra paralisada, dando a entender que caso não fosse sua gestão, a unidade hospital estaria como o Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT), que está a anos paralisada e é de responsabilidade do Governo de Mato Grosso.

Após ser questionado em um evento de entrega de óculos, realizado pela Secretaria de Educação da capital, Pinheiro foi questionado quanto a paternidade do HMC, na ocasião, ele respondeu que precisou sair da zona de conforto e trabalhar muito para conseguir entregar o hospital.
“O pai do HMC é o Emanuel Pinheiro. Se não fosse a gestão Emanuel Pinheiro, o HMC seria o novo VLT. Iria ficar uma obra licitada, mas largada e abandonada. Eu escolhi o caminho mais difícil, tive coragem, com uma equipe muito comprometida e com o apoio da bancada federal, para enfrentar um caminho penoso, dificílimo, que poucos gestores teriam a coragem de enfrentar”, disse o prefeito, explicando que o mais cômodo seria judicializar e ir adiando a obra, como vem acontecendo com o VLT.
Já o governador Mauro Mendes (DEM), respondeu a declaração de Pinheiro com risos, após ser questionado em uma coletiva de imprensa, Mendes afirmou estar preocupado com a obra.

“Eu estou é preocupado com a obra, eu estou preocupado com o resultado para nossa sociedade. Se ele está preocupado em ser pai, isso não tem problema, ele pode ser pai, pode ser mãe, pode ser o que ele quiser, o importante é que a obra está lá” disse.

Além disso, Mendes fez questão de dizer que todos sabem a verdade em relação ao HMC, de acordo com Mendes foi na gestão dele onde foi arrumado o terreno, foi realizado o projeto, a licitação e a ordem de serviço para a execução da obra.

“Nós, vocês, todo mundo sabe a verdade, sabe que nós quem arrumamos a área, que fizemos o projeto, que licitamos, demos a Ordem de Serviço, arrumamos os recursos e a obra estava em andamento.” Afirmou Mauro Mendes.

Mendes finalizou dizendo que não há necessidade de ficar “garganteando”, já que a sociedade quer ver a obra funcionando e não saber quem é o “pai” da obra.

“Eu não vejo aí, ficar disputando paternidade, tem que inaugurar, tem que colocar para funcionar, a população quer isso, não precisa ficar garganteando isso não, eu fiz o São Benedito, tem outras coisas aí…” continuou o governador.

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Lives entram nas regras de campanha das Eleições 2026

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As transmissões ao vivo pela internet, as populares lives, também estão sujeitas às regras da campanha das Eleições 2026. A partir de domingo (16), quando começa oficialmente a propaganda eleitoral, candidatos poderão usar esse formato para promover as candidaturas e conquistar a preferência do eleitorado. A data é o dia seguinte ao fim do prazo para registro das candidaturas, que termina às 19h de sábado (15).

Restrições

Durante a pré-campanha, pré-candidatos podem fazer lives para apresentar ideias, projetos e posições políticas, além de divulgar a pré-candidatura, desde que não haja pedido explícito de voto. A proibição não se limita ao uso de expressões como “vote em”: outras palavras ou expressões que transmitam o mesmo pedido também podem caracterizar propaganda eleitoral antecipada.

Ato de campanha

Com o início da propaganda eleitoral, passa a ser permitido pedir votos. A live realizada para promover a candidatura e conquistar a preferência do eleitorado constitui ato de campanha eleitoral de natureza pública, mesmo sem pedido explícito de voto. A regra também se aplica à realização de live para promoção pessoal ou divulgação de atos relacionados ao exercício do mandato, ainda que não haja referência à eleição.

Retransmissão da live

A live eleitoral não pode ser transmitida ou retransmitida em site, perfil ou canal de internet pertencente a pessoa jurídica. A restrição não se aplica aos canais do partido político, da federação ou da coligação a que a candidatura esteja vinculada. Emissoras de rádio e televisão também não podem transmitir ou retransmitir a live.

As emissoras podem, no entanto, fazer a cobertura jornalística da transmissão e utilizar trechos dela, desde que sejam observadas as regras eleitorais e que a exibição não configure tratamento privilegiado ou exploração econômica do ato de campanha.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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