BOTELHO NA FRENTE

Mauro Mendes diz que Adversários já ‘estão comendo’ poeira e ‘esperneando’

Mendes diz que “Quem está na frente normalmente é assim (sofre ataques dos adversários)”.

Publicado em

Política

Foto Reprodução Mayke Toscano Secom - MT

Governador Mauro Mendes, presidente regional do UNIÃO em Mato Grosso, disse em recente coletiva, ser algo natural os ataques que o candidato do partido à prefeito de Cuiabá, deputado Eduardo Botelho vem sofrendo seguidamente dos adversários nessa disputa ao Palácio Alencastro. Segundo Mendes, esse panorama é por ele estar liderando seguidamente as pesquisas eleitorais.

“Quem está na frente normalmente é assim (sofre ataques dos adversários). Quem está atrás, ou come poeira ou fica esperneando. Eles estão esperneando. Eles estão esperneando e vão continuar comendo poeira”, disse Mendes.

Botelho vem sofrendo nos últimos dias, ataques dos candidatos Abílio Brunini (PL) e Lúdio Cabral (PT).

Mesmo com as pesquisas eleitorais colocando Botelho na liderança, até com certa vantagem, Mendes prefere ser bem ‘pés no chão’.

“A eleição começa efetivamente nos últimos 30 dias e vai se definir nos últimos 15 dias. É muito cedo! O nosso candidato está na frente, e é o candidato que tem a melhor condição de tirar Cuiabá do buraco. Acredito nisso profundamente”, destacou.

Mendes valia que para sair vitorioso de campanha eleitoral é preciso ter predicados como a persistência, humildade e preparo como gestor.

“E tem que trabalhar! Tem que pedir voto, tem que ter humildade e não tem que estar preocupado em se irá vencer no primeiro turno ou no segundo turno, tem que estar preparado. O grande desafio não é ganhar a sua eleição, o grande desafio é tirar Cuiabá do buraco, é fazer Cuiabá voltar a crescer”.

 

 

 

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Política

CMO deve ser instalada na segunda quinzena de abril

Publicados

em


As cadeiras que os partidos e blocos parlamentares ocuparão na Comissão Mista de Orçamento (CMO) este ano devem ser definidas até a segunda quinzena do mês de abril. As maiores bancadas do Senado e da Câmara ficam com o maior espaço, já que a representação de cada legenda precisa respeitar o critério de proporcionalidade.

Composta por senadores e deputados, a CMO é uma das mais importantes comissões do Congresso Nacional. O colegiado tem como papel fundamental apreciar as matérias do ciclo orçamentário: o Plano Plurianual (PPA), a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e a Lei Orçamentária Anual (LOA). Mas a comissão também analisa matérias de créditos adicionais, sob forma de projetos de lei do Congresso (PLNs)  e de medida provisória (MP), e ainda tem papel fiscalizatório.

Regimentalmente, a CMO deve ser instalada até a última terça-feira do mês de março. Presidente da CMO em 2025, o senador Efraim Filho (União-PB) disse em entrevista à Agência Senado que ainda não foram solicitadas, às lideranças partidárias, as indicações dos novos membros do colegiado para este ano.

— Esse processo deve começar com a definição, pelas lideranças, do relator-geral e do presidente. Neste ano, conforme acordo previamente estabelecido, a presidência da CMO caberá a um deputado, enquanto a relatoria-geral será exercida por um senador — afirmou Efraim.

De acordo com o secretário-executivo da CMO, Walbinson Tavares de Araújo, é preciso esperar o presidente do Congresso, senador Davi Alcolumbre, disparar o processo, o que deve ocorrer até a segunda quinzena de abril.

— Ele encaminha para os líderes o cálculo proporcional para a indicação de membros. Depois, os líderes começam a indicar os membros e quando houver as indicações, o senador [Davi] Alcolumbre fará a leitura dos membros e instituirá a comissão. Na sequência, é marcada a instalação e eleição.

Eleições e Copa do Mundo

A LDO, que fixa as prioridades do governo federal e orienta a elaboração da LOA, deve ser encaminhada anualmente ao Parlamento até 15 de abril. Conforme a Constituição, o projeto da LDO deve ser votado até o dia 17 de julho de cada ano, para que deputados e senadores possam entrar em recesso. Já a LOA deve ser encaminhada pelo Executivo ao Legislativo até 31 de agosto e deliberada pelos parlamentares até o fim da sessão legislativa, em dezembro.

Na prática, alguns prazos não se cumprem. O andamento do ano eleitoral e a Copa do Mundo, por exemplo, podem atrasar, em parte, o andamento dos trabalhos da CMO, que analisa ambos os projetos antes de serem encaminhados à Mesa do Congresso.

Consultor legislativo do Senado na área de Orçamentos (Conorf), Bento Monteiro explica que, historicamente, após o recesso de julho e até às eleições costuma ser um período de menor atividade, com poucas sessões sendo marcadas.

— Esse ano vai ter Copa do Mundo, em junho e julho, o que também interfere no período da LDO. Ainda teremos as convenções dos partidos para definir as candidaturas especialmente nos estados. Então, tudo isso, acaba afastando os parlamentares do trabalho da comissão em Brasília.

Para o senador Efraim, a CMO precisa ter maturidade para separar a agenda política da agenda legislativa, “sobretudo porque a elaboração do Orçamento da União é sempre um grande desafio”.

— É fundamental manter o olhar atento à sociedade civil, ao mercado e àqueles que desejam investir no país. Espero que, em 2026, a comissão assuma a responsabilidade de conduzir a travessia do ano eleitoral sem que isso comprometa os seus trabalhos — expôs o senador.

Efraim afirmou ainda que a gestão de 2025 do colegiado conseguiu colocar em dia o calendário da LDO, que vinha defasado.

— Aparamos arestas, buscamos consenso e aprovamos a LDO até dezembro de 2025, cumprindo um compromisso assumido ao iniciar a presidência da comissão. Também deliberamos todos os projetos de crédito relativos ao Orçamento de 2025 e promovemos as reformas regimentais necessárias ao alinhamento às decisões do Supremo Tribunal Federal. Foi um trabalho hercúleo de todos os membros e servidores da CMO, mas conseguimos cumprir nosso planejamento e entregar o que prometemos — afirmou.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA