"Vai que cola"

Mauro Mendes: a ponte da reeleição de muitos “caronistas”

Faltando pouco mais de um ano para eleições, o cenário da disputa eleitoral, para ocupar uma cadeira na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso, começa esquentar, já que muitos querem permanecer em suas cadeiras e outros estão fazendo de tudo para entrar.

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Política

Da Redação.

 

O popular na “na Aba”, assim muitos estão aproveitando o momento, como a única forma de sobrevivência e permanência em cargos públicos. Existem políticos que poder vias normais, disputando voto a voto, não teriam mais condições de reeleger, assim nada mais cômodo, que pegar uma carona, com quem tem melhores condições.

Para os “caronistas” de plantão, existem um grande problema quanto percorrer uma eleição na “na Aba”, a independência da comunicação, principalmente nas redes sociais, que dados são alterados constantemente, com notícias sendo publicadas instantaneamente, chegando aos quatro cantos, em questão de segundos.

O eleitorado está sendo sobrecarregado de informações, para quem exerce um cargo eletivo, não basta mais fazer campanha, intensificando os trabalhos e suas divulgações nos últimos meses de mandato. O povo agora além de mais informado, está tendo conhecimento dos seus direitos e deveres, assim a cobrança por produtividade do agente público, está ficando cada vez maior, prova disso são os resultados nas urnas, que na sua maioria resulta em renovação em massa.

“Para o povo, não adianta mais prometer, tem que fazer, seja dentro ou fora do cargo eletivo”.

Foto: Mayke Toscano/Secom-MT

 Devido ao cenário político propício, muitos apostam em uma disputa eleitoral mais tranquila, um verdadeiro “Céu de Brigadeiro”, sem grandes alterações, desta forma, aqueles que já se consideram na fila de “degola eleitoral”, mesmo não tendo empatia eleitoral com o governador, Mauro Mendes segue o mesmo caminho, com intenções de aproveitar, sem que seja o “rebojo” na hora da preferência do voto.

Faltando pouco mais de um ano para eleições, o cenário da disputa eleitoral, para ocupar uma cadeira na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso, começa esquentar, já que muitos querem permanecer em suas cadeiras e outros estão fazendo de tudo para entrar.

Para quem prometeu, prometeu durante todo esse tempo e não cumpriu, não adianta agora querer aparecer com migalhas, pode preparar o seu “banquinho e sair de fininho”, porque a dança das cadeiras é inevitável, ou já se esqueceram da última eleição, quando o predomínio foi de novatos Assembleia.  

Por falar em novatos, aqueles que não corresponderam às expectativas do eleitorado, podem preparar a “matula”, e procurar outros caminhos, antigos ou novos.

O fato das mudanças é inevitável, seja veterano ou novato, podem colocar a “barba de molho”, de acordo com cientistas políticos, nem mesmo a “carona eleitoral” vai conseguir resolver me muitos casos, resta agora saber quais vão pegar o banquinho, e aqueles que irão assumir as cadeiras.

 

 

Foto: Marcos Vergueiro – Secom-MT

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Medida provisória abre novo crédito orçamentário para ressarcir descontos indevidos em benefícios do INSS

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O Congresso Nacional analisa medida provisória (MP 1378/26) que abre crédito extraordinário de R$ 547 milhões no Orçamento para ressarcir aposentados e pensionistas do INSS que sofreram descontos associativos irregulares.

O governo já havia editado uma MP com crédito de R$ 3,3 bilhões para esse pagamento em julho de 2025, após entendimento firmado com o Supremo Tribunal Federal (STF).

Depois disso, no entanto, a Corte decidiu que, nos casos em que segurados contestarem as respostas das entidades associativas, o pagamento deverá ser realizado mesmo que não sejam cumpridas etapas prévias previstas no acordo.

O STF também assegurou que a adesão ao acordo não impede o ajuizamento de ações judiciais contra a União e o INSS quando o pagamento não ocorrer administrativamente.

O prazo para a adesão ao ressarcimento administrativo acabou no dia 20 de junho de 2026.

Próximos passos
A MP 1378/26 tem validade imediata, mas precisa ser aprovada no Congresso Nacional para virar lei.

O texto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) e, em seguida, pelos plenários da Câmara e do Senado.

Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Marcelo Oliveira



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