Política
Juca do Guaraná articula com Governo do Estado asfaltamento de rodovia estratégica no Marzagão
Política
O deputado estadual Juca do Guaraná (MDB) participou, na manhã desta terça-feira (13), de uma reunião no Palácio Paiaguás com o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) para tratar de pautas estratégicas voltadas ao desenvolvimento da região do Marzagão, distrito do município de Rosário Oeste. O principal tema do encontro foi a articulação para o asfaltamento de aproximadamente 82 quilômetros da via que interliga Rosário Oeste, Planalto da Serra e Nova Brasilândia.
A reunião contou com a presença dos prefeitos Mariano Balabam (Rosário Oeste), Natal de Assis (Planalto da Serra) e Toninho (Nova Brasilândia), além de representantes do setor produtivo, como o vice-presidente Sul da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), Fernando Ferri; o presidente da Comissão de Logística da entidade, Orlando; e o empresário Sérgio, da Mineradora Serra Morena.
Segundo Juca do Guaraná, a pavimentação da estrada é uma demanda histórica da região e fundamental para garantir melhores condições de mobilidade, segurança e escoamento da produção agrícola e mineral.
“Estamos falando de uma região extremamente produtiva, que gera emprego, renda e contribui significativamente para a economia de Mato Grosso. Sem infraestrutura adequada, esse potencial fica limitado”, afirmou o parlamentar.
O deputado também destacou o impacto social da obra para as comunidades locais.
“O asfaltamento vai além da produção. Ele representa mais qualidade de vida para quem mora no Marzagão, reduz o isolamento, melhora o acesso a serviços essenciais e fortalece o desenvolvimento regional de forma integrada”, completou.
Durante o encontro, o vice-governador reafirmou o compromisso do Governo do Estado em analisar tecnicamente as demandas apresentadas e buscar soluções viáveis para viabilizar o projeto. Segundo ele, investimentos em infraestrutura são essenciais para garantir crescimento sustentável e equilibrado entre as regiões de Mato Grosso.
Fonte: ALMT – MT
Política
Entenda por que o voto para senador inclui mais dois nomes
Nas eleições de 2026, o eleitor terá de votar em dois candidatos ao Senado — porque neste ano cada estado, assim como o Distrito Federal, irá eleger dois senadores, em vez de apenas um.
Por isso, quem for votar para esse cargo pode se surpreender ao ver a foto de seis pessoas na urna eletrônica: três ao votar no primeiro candidato a senador e mais três ao votar no segundo candidato.
Essas pessoas “extras” são os candidatos a suplente de senador. Quando o eleitor decide votar em um candidato para esse cargo, automaticamente vota também em seus dois suplentes (que são seus eventuais substitutos).
Ou seja, o eleitor vota em uma chapa formada por três pessoas: o titular, o primeiro suplente e o segundo suplente.
O candidato titular recebe mais destaque nas campanhas, mas os nomes dos suplentes devem aparecer em todas as propagandas, mesmo que seja em um texto pequeno. É o que prevê a Lei Geral das Eleições.
Substituição
Na chapa eleita, os suplentes podem se tornar senadores quando o titular:
- se afastar para ocupar determinados cargos (ministro de Estado, governador, prefeito, embaixador ou outros previstos em lei);
- se licenciar por tempo superior a 120 dias para, por exemplo, tratar da saúde;
- morrer, renunciar ou perder seu mandato por decisão da Justiça Eleitoral (nesses casos, a substituição é definitiva).
Quando o afastamento do titular é temporário, ele pode retomar o cargo quando os motivos de sua saída deixarem de existir.
Critérios para a suplência
Quem substitui o titular é o primeiro suplente. O segundo suplente só assume o cargo quando o primeiro suplente não pode exercê-lo — por restrição da lei, doença, falecimento ou outras razões.
O suplente não exerce nenhuma função no Congresso Nacional — a não ser que assuma a vaga de senador. Quando isso acontece, ele passa a ter todas as prerrogativas e os deveres de um senador titular (veja o que faz um senador).
Além disso, o suplente precisa cumprir os mesmos requisitos exigidos do senador titular, como:
- ser brasileiro;
- ter no mínimo 35 anos;
- ser alfabetizado;
- ser filiado a um partido político;
- não estar enquadrado nas hipóteses de inelegibilidade da Lei da Ficha Limpa .
Formação da chapa
Cada partido escolhe seu candidato a senador e seus dois suplentes durante as convenções partidárias (que ocorrem entre 20 de julho e 5 de agosto). A chapa eleita deve permanecer a mesma até o fim do mandato.
Esse modelo é diferente do que é utilizado para os deputados. Nesse caso, a definição dos suplentes só acontece após a eleição: serão os candidatos com a maior quantidade de votos do partido (mas que ficaram atrás dos deputados eleitos).
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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