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“Governo está fazendo uma revolução da saúde de MT, inclusive com concurso público”, afirma Gilberto Figueiredo

Para o secretário de Saúde, vereadora de oposição da capital deveria se informar mais sobre as ações do governo antes de fazer qualquer crítica

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Política

Gilberto Figueiredo
SECOM/MT

O secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, explicou que as equipes da Secretaria estão finalizando os trâmites para a seleção da banca que organizará o concurso público da Saúde e lamentou as críticas feitas por uma vereadora de Cuiabá, que não tem conhecimento das ações do governo.

“Não tem Estado do Brasil que constrói seis novos hospitais como Mato Grosso. Em 2024, vamos inaugurar um hospital que ficou abandonado por 34 anos, justamente na capital. Entendo que o papel da oposição é fazer críticas, mas também é necessário reconhecer os grandes feitos da atual gestão. A crítica pela crítica perde a sua razão e a vereadora precisa se informar melhor sobre tudo que está sendo feito em Mato Grosso e na capital”, afirmou Gilberto.

O secretário afirmou que a necessidade de concurso foi identificada no início da gestão Mauro Mendes, em 2019, porém as dívidas deixadas por gestões anteriores precisavam ser sanadas. “Em 2020, também houve a pandemia da Covid-19, que limitou o avanço de muitos projetos. Além disso, existia a lei federal que proibia aumento da folha de pagamento, cuja vigência terminou em 2022”, explicou.

“A nossa expectativa é de que, muito em breve, já tenhamos o lançamento do edital e a previsão de realização da prova. Foram mais de 20 anos sem concurso pela SES e este Governo, que trabalha intensamente para modernizar todos os equipamentos de saúde, inclusive as sedes administrativas, também vai garantir o ingresso de novos servidores de carreira”, completou o gestor, acrescentando que o concurso terá oferta de 400 vagas para formação de cadastro reserva.

Ele ainda fez questão de destacar que a atual gestão conseguiu regularizar os repasses aos municípios, sanar grande parte das dívidas e lançar a construção de seis novos hospitais para Mato Grosso: o Hospital Central e Júlio Muller, em Cuiabá, e os Hospitais Regionais de Alta Floresta, Tangará da Serra, Juína e do Araguaia, em Confresa.

“Conseguimos vencer muitos obstáculos na área da Saúde. Em um futuro próximo, teremos todas as nossas unidades modernizadas, contaremos com novos hospitais que nascem maiores do que qualquer outro que já exista em nossa rede e somaremos esforços a novos servidores para a melhor composição da área administrativa”, concluiu o secretário.

SECOM/MT

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Debate aponta falta de pessoal no TRT-2 e possibilidade de nomear concursados

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A falta de pessoal no Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, de São Paulo, foi tema de debate na Comissão Mista de Orçamento (CMO) nesta terça (18). Esse tribunal, também chamado de TRT-2, é o maior tribunal regional do trabalho do Brasil.

A deputada federal Professora Luciene Cavalcante (PSOL-SP), que conduziu a reunião, disse que o TRT-2 possui um déficit de 488 servidores — e que, por isso, é preciso nomear concursados.

Ela destacou que o TRT-2 responde por 19% dos processos trabalhistas do país e acumula quase 1 milhão de processos pendentes.

Acesso à Justiça

Ao defender a convocação imediata de concursados, a deputada afirmou que as nomeações estão previstas na Lei Orçamentária de 2026. Ela também ressaltou que a falta de pessoal compromete o acesso à Justiça, especialmente para populações vulneráveis.

— A convocação dos concursados é urgente. A efetividade do TRT-2 importa porque ele tutela direitos de natureza alimentar e enfrenta violações que incidem com mais intensidade sobre as populações mais vulneráveis. O déficit de pessoal compromete a capacidade de resposta à sociedade — salientou Luciene.

Adoecimento

Integrante da comissão de aprovados no último concurso do TRT-2, Fernanda Coimbra de Lima declarou que a falta de servidores nesse órgão aumenta a sobrecarga laboral e o número de adoecimentos, “justamente numa casa que deveria zelar pelo ambiente de trabalho”.

— Isso resvala no cidadão, que é afetado com uma demora processual; na empresa, que vive numa incerteza constante; no advogado, que não sabe quando o processo vai findar e quando receberá seus honorários. Há uma gama de entes afetados. A Justiça do Trabalho não pode ser abandonada — protestou ela.

O TRT-2

De acordo com o próprio TRT-2, a jurisdição desse tribunal abrange 46 municípios, incluindo a cidade de São Paulo.

O órgão também informa que possui 217 varas do trabalho, 92 desembargadores, 512 juízes e 5.319 servidores, além de estagiários e profissionais terceirizados.

O debate na CMO, nesta terça-feira, também contou com a participação do deputado estadual Carlos Giannazi (PSOL-SP); da representante do Sindicato dos Trabalhadores do Judiciário de São Paulo, Camila Gradim; e da coordenadora-geral da Federação Nacional dos Trabalhadores do Judiciário Federal, Luciana Carneiro.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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