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Gilmar Fabris e a iminência do retorno à Assembleia Legislativa

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Da Redação

Mais uma mudança está por acontecer na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso, através de ações da Justiça, caso venha confirma o retorno do ex-deputado estadual, Gilmar Fabris (PSD) nos próximos dias.

De acordo com informações dos bastidores, apenas questões burocráticas estão separando Gilmar Fabris da Assembleia Legislativa.

Com cerca de 23 mil votos, o ex-parlamentar estava apto para assumir outro mandato, porém, como concorreu a eleição de 2018 sub judice, os votos ficaram congelados, porque o registro de candidatura foi indeferido pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

Foto: SECOM/ALMT

Neste caso, quem assumiu a vaga Assembleia foi o deputado Allan Kardec (PDT), com 18.629 votos, que se for retirado do cargo, deixará vários apoiadores órfãos.

Gilmar Fabris recorreu ao Supremo Tribunal de Justiça (STJ), e como a pena está prescrita, e com a certidão de trânsito em julgado, a defesa do ex-deputado recorreu ao Superior Tribunal Federal (STF), para obter o reconhecimento da prescrição da pena, validando assim, os cerca de 23 mil votos.

“Faltam apenas os carimbos de reconhecimento”.

Na manhã desta terça-feira, 30.06.2021, último dia de sessão ordinária, antes do recesso parlamentar, um dos assuntos que tomou conta dos corredores da Casa de Leis, é o retorno do deputado Gilmar Fabris, já no início do segundo mestre de 2021.

Gilmar Fabris não foi encontrado para falar sobre o assunto, mas para muitas pessoas, a justiça está sendo feita.

“Mudança no cenário político”.

Com mais esta alteração na Assembleia, muitas ações mudam no cenário da política, já que os apoiadores de Allan Kardec, não serão necessariamente os mesmos de Gilmar, como também, a linha de atuação adotada pelos dois, que são bem distintas.

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Pivetta prepara enxugamento da máquina e avalia cortes no Governo de MT

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O governador reeleito Otaviano Pivetta (Republicanos) prepara uma revisão ampla da estrutura do Governo de Mato Grosso antes do início do novo mandato, em janeiro de 2027. A medida pretende identificar despesas que podem ser reduzidas e tornar a máquina pública mais enxuta.

A previsão é que um decreto seja publicado entre esta quarta-feira (7) e quinta-feira (8), estabelecendo os critérios para a análise. O trabalho deverá avaliar a estrutura dos órgãos estaduais, gastos com pessoal e custeio, contratos e possíveis sobreposições de funções.

A condução dos estudos deverá ficar a cargo de uma comissão presidida pelo ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, que coordenou a campanha de Pivetta nas eleições deste ano. O grupo terá a missão de reunir informações de diferentes setores do Estado para elaborar um diagnóstico da atual estrutura administrativa.

Entre os dados que serão analisados estão o número de servidores e cargos existentes, a organização das secretarias, contratos firmados pelo Governo e despesas administrativas. A partir desse levantamento, a comissão deverá apontar setores com possibilidade de redução de custos e áreas que precisam ser preservadas ou consideradas prioritárias.

A revisão também poderá atingir o quadro de pessoal, principalmente os cargos comissionados. No entanto, a quantidade e o formato de eventuais cortes ainda não estão definidos e dependerão das conclusões do levantamento.

A proposta faz parte da preparação para o novo ciclo administrativo de Pivetta, que foi reeleito no primeiro turno no último domingo (4). A intenção é iniciar 2027 com uma estrutura considerada mais eficiente e com maior capacidade de direcionar recursos para investimentos e serviços públicos.

O movimento ocorre paralelamente às mudanças que o governador já sinalizou para a equipe de secretariado. Pivetta afirmou que pretende promover alterações pontuais na estrutura do Governo, sem uma reforma ampla, com o objetivo de corrigir áreas que ainda não apresentam os resultados esperados.

Com a revisão, a gestão pretende identificar onde há espaço para economia sem comprometer serviços considerados essenciais. O diagnóstico deverá servir de base para as decisões administrativas que serão tomadas na preparação do próximo mandato.



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