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Fórum de Curitiba vai fechar para interrogatório de Lula

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Justiça Federal suspendeu as atividades e o atendimento ao público marcados para o dia 10 de maio, quando Lula ficará frente a frente com Moro

 

Da Redação

 

A Justiça Federal de Curitiba decidiu fechar as portas da sua sede e suspender todas as atividades na próxima quarta-feira, dia 10 de maio, quando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva será interrogado pela primeira vez pelo juiz federal Sergio Moro na ação penal em que é réu por corrupção e lavagem de dinheiro no caso do tríplex do Guarujá (SP).

Segundo decisão da juíza federal diretora do foro, Gisele Lemke, só os diretamente envolvidos no caso poderão acessar o prédio que fica no bairro Ahu, em Curitiba — para isso, deverão enviar os nomes para a direção do tribunal que os encaminhará à Polícia Militar. Será barrada a entrada de outras pessoas — juízes, advogados, servidores, estagiários e o público.

“Suspender o atendimento ao público e os atos e prazos processuais dos demais processos no âmbito da Subseção Judiciária de Curitiba, no dia 10 de maio de 2017”, diz o artigo 1º da portaria nº 744, baixada nesta quarta-feira. 

A precaução foi tomada por causa dos protestos a favor e contra Lula que devem acontecer nas imediações do prédio. Carreatas estão sendo organizadas para levar militantes ao local. Na portaria, a juíza escreveu que levou em conta a “notícia de diversas mobilizações de movimentos sociais”, a estratégia montada pelas Polícias Militar e Federal e “a necessidade de garantir a segurança do público interno e externo”. Casos urgentes deverão ser encaminhados ao plantão judicial, que estará funcionando.

 

Fonte: veja

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Comarca de Paranatinga realizará júri popular de caso de feminicídio no próximo dia 21

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A Comarca de Paranatinga realizará, no dia 21 de maio de 2026, a partir das 8h, uma sessão do Tribunal do Júri para julgamento de um caso de feminicídio que gerou grande repercussão social no município. A sessão será presidida pelo juiz substituto Tiago Gonçalves dos Santos.

O réu será julgado pela morte de sua ex-companheira, em um crime ocorrido no dia 9 de setembro de 2024.

Segundo consta no processo, o acusado teria atraído a vítima até a antiga residência do casal utilizando o falso pretexto de que precisava de ajuda em razão de um atropelamento. No local, após uma discussão, ele teria jogado combustível sobre a mulher e ateado fogo em seu corpo.

A vítima sofreu queimaduras em cerca de 90% da superfície corporal e não resistiu aos ferimentos, vindo a óbito posteriormente.

O acusado foi pronunciado por homicídio qualificado por motivo fútil, em razão do inconformismo com o término do relacionamento, além das qualificadoras de emprego de fogo, recurso que dificultou a defesa da vítima e feminicídio.

De acordo com a Justiça, o réu permanece preso preventivamente enquanto aguarda julgamento.

A sessão do Tribunal do Júri deverá mobilizar autoridades, familiares e a comunidade local, em razão da gravidade do caso e da forte comoção causada à época dos fatos. O processo tramita em segredo de justiça.

Autor: Assessoria de Comunicação

Fotografo:

Departamento: CGJ-MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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