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Eleita a direção do Conselho Municipal da Juventude de Várzea Grande

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O Conselho tem como competências propor, deliberar diretrizes, avaliar, acompanhar a implementação da política municipal participativa da juventude

Da Redação

Foram eleitos na última quinta-feira (11.06) os membros da direção do Conselho Municipal da Juventude de Várzea Grande, biênio 2021/2022. Esta é a primeira gestão do conselho que foi instituída em 2019, por meio da Lei Nº 4.569. O conselho elegeu entre seus pares, um presidente, um vice-presidente e um secretário-geral para mandato de dois anos, sendo vedada a recondução.

O Conselho da Juventude é constituído de 12 membros titulares e seus respectivos suplentes com a seguinte composição: representantes do poder público, sendo dois titulares e dois suplentes da Secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Lazer; um titular e um suplente da Secretaria de Assistência Social; um titular e um suplente da Secretaria de Governo; um titular e um suplente da Secretaria de Comunicação Social; um titular e um suplente da Câmara de Vereadores; e representantes da sociedade, sendo três titulares e três suplentes estudantes de nível médio e três titulares e três suplentes estudantes do ensino fundamental (os membros serão assistidos ou representados por seus pais ou outro representante legal).

SECOM VG

Foram eleitos como membros da direção Letícia Isabela da Silva Ferreira, da Secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, para o cargo de presidente; Vinicius Fontanele de Almeida, da Secretaria de Comunicação Social, como vice-presidente; e Flavia Miranda Bezerra, estudantes de nível médio, eleita como secretária.

O colegiado é deliberativo e tem como objetivo promover a participação social nas políticas de juventude no município.

O processo para eleição do Conselho foi conduzido pela Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, sendo representada pela subsecretária Maria Alice de Barros e pelo superintendente de Esporte, Jadir Pereira.

A subsecretária Maria Alice de Barros destaca que o Conselho tem como competências propor, deliberar diretrizes, avaliar, acompanhar a implementação da política municipal participativa da juventude; acompanhar a qualidade dos serviços prestados à juventude; participar e colaborar na elaboração de planos, conferências e programas municipais ligados à juventude; solicitar a qualquer órgão da administração pública informações relevantes para o desenvolvimento dos trabalhos; propor estudos e pesquisas relativas à juventude, objetivando subsidiar o planejamento das ações públicas para este segmento no município; entre outras.

Representante do Poder Público

Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer

Titular – Letícia Isabela da Silva Ferreira

Titular – João Marcos de Barros Correa

Suplente – Tulio Ayres Coelho Silva Guedes

Suplente – Vitória Carolina Bartoline

 

Secretaria Municipal de Assistência Social

Titular – Matheus Wiclefer de Souza Campos

Suplente – Zilmara Fátima Costa Assunção

 

Secretaria Municipal de Governo

Titular – Cleygstony Batista Ferreira

Suplente – Maria da Glória de Figueiredo Barros

 

Secretaria Municipal de Comunicação Social

Titular – Vinicius Fontanele de Almeida

Suplente – Priscila Almeida de Arruda II.

 

Câmara de Vereadores

Titular – Bruno Lins Rios

Suplente – Jeronimo de Carvalho Neto

 

Representantes da Sociedade

 

Estudantes de Nível Fundamental

Titular – Davi Levi de Arruda Assunção

Titular – Sthefany Cristiny de Oliveira Moreira

Titular – Zilmar Lucas Santos Duarte

Suplente – Rubiany Cristina dos Santos Neves

Suplente – Leticia Duarte

Suplente – Ingridy Karoline da Rosa Silva

 

Estudantes de Nível Médio

Titular – Lucas Marques de Souza

Titular – Geovana dos Santos Curvo

Titular – Vanessa Mendes Neves dos Santos

Suplente – Flavia Miranda Bezerra

Suplente – Heloyse Victória

Suplente – Maria Clara Senabio Ribas

 

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Candidaturas femininas ao Senado crescem e chegam a todos os estados

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selo_eleicoes_claro.jpgO número de mulheres na disputa por uma vaga no Senado chegou a 69 nas eleições deste ano. O total supera o registrado nas duas eleições anteriores: em 2022, 58 mulheres se candidataram ao cargo e, em 2018, foram 62. Em 2026, 54 das 81 cadeiras do Senado estarão em disputa, com a eleição de dois representantes por estado e pelo Distrito Federal. 

Dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram um crescimento de 19% no número de candidatas em relação às eleições de 2022. Na comparação com 2018, última eleição em que também foram renovados dois terços das cadeiras do Senado, o aumento é de 11,3% (veja ilustração abaixo).

Apesar do aumento de candidatas em números absolutos, a participação proporcional das mulheres na disputa não é a maior das últimas três eleições. Em 2026, elas representam 22% das candidaturas ao Senado, enquanto os homens correspondem a 78%. 

Em 2022, quando apenas um terço das cadeiras estava em disputa, as 58 candidatas representaram 23,9% do total. Já em 2018, as 62 mulheres correspondiam a 17,6% das candidaturas registradas ao Senado.

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As candidaturas femininas estão presentes nos 26 estados e no Distrito Federal. A maior quantidade está concentrada em três estados: Rio Grande do Norte, Santa Catarina e São Paulo. Há cinco mulheres na disputa pelo Senado em cada um desses estados.

Na outra ponta, Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Sergipe e Tocantins têm apenas uma mulher entre os candidatos ao Senado.

Apesar das diferenças entre as unidades da Federação, esta é a primeira vez, comparando os números desde 2014, que todos os estados têm ao menos uma candidata. Na eleição de 2018, por exemplo, Acre, Bahia e Tocantins não tinham mulheres na disputa pelo Senado.

Regra dos 30%

Mesmo com apenas 22% de candidaturas femininas ao Senado este ano, o percentual está de acordo com a cota de gênero prevista na legislação eleitoral. Cada partido ou federação deve preencher o mínimo de 30% e o máximo de 70% das candidaturas com pessoas de cada gênero. Entretanto, isso vale apenas para eleições para deputados federais, estaduais e distritais (eleições proporcionais). Para o Senado (eleição majoritária), a regra não se aplica.

As campanhas femininas, no entanto, seguem regras específicas de financiamento eleitoral. A Constituição Federal determina que os partidos devem destinar, no mínimo, 30% dos recursos de campanha e do tempo de rádio e TV às mulheres. Além disso, se a proporção de candidatas for superior a 30%, a distribuição do dinheiro e do tempo de rádio e TV deve acompanhar esse percentual.

Reeleição

Atualmente a bancada feminina é composta por 15 senadoras. Entre as candidatas deste ano, quatro senadoras eleitas em 2018 buscam permanecer na Casa por mais oito anos: Leila Barros (PDT-DF), Eliziane Gama (PSD-MA), Soraya Thronicke (PSB-MS) e Zenaide Maia (PSD-RN).

Também está na disputa Margareth Buzetti, de Mato Grosso. Suplente na chapa eleita em 2018, ela assumiu o mandato no decorrer da atual legislatura e agora disputa o cargo como titular. 

De volta ao Senado

Entre as candidatas também estão mulheres que já exerceram mandato em legislaturas anteriores e tentam retornar ao Senado. Entre elas estão Rose de Freitas (MDB-ES), Roseana Sarney (MDB-MA), Gleisi Hoffmann (PT-PR), Benedita da Silva (PT-RJ), Marina Silva (Rede-SP) e Simone Tebet (PSB-SP).

Rose de Freitas e Simone Tebet exerceram mandatos entre 2015 e 2023. Gleisi Hoffmann representou o Paraná no Senado entre 2011 e 2019.

Roseana Sarney foi senadora pelo Maranhão entre 2003 e 2011, período em que deixou o mandato para assumir o governo estadual. Benedita da Silva representou o Rio de Janeiro no Senado na década de 1990. Marina Silva exerceu dois mandatos consecutivos pelo Acre, de 1995 a 2011. Neste ano, no entanto, disputa uma das vagas por São Paulo.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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