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Cuiabá é a capital do Centro-Oeste com segundo melhor percentual de vacinação contra Covid-19

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Capital esta à frente do Distrito Federal e de Goiânia, que registram 56% e 36,7%, respectivamente

Da Redação

Cuiabá é a segunda melhor capital do Centro-Oeste em percentual de aplicação das doses recebidas para a campanha de imunização contra a covid-19, com 62,7% de aplicação, estando à frente do Distrito Federal e de Goiânia, que registram 56% e 36,7%, respectivamente, segundo a plataforma Localiza SUS, do Ministério da Saúde, na tarde desta quarta-feira (14). O site é atualizado diversas vezes ao longo do dia, conforme os Municípios alimentam o Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI). 

O bom desempenho ocorre mesmo com o fato de Cuiabá ser a capital da região que menos doses recebeu do Ministério da Saúde: 122.067, enquanto o Distrito Federal recebeu 632.310, sendo a que mais doses recebeu do governo federal. Por outro lado, o próprio Ministério da Saúde informa que, no cálculo do percentual de aplicação, entram doses reservadas à segunda aplicação, que devem ser utilizadas apenas dentro do intervalo recomendado entre a primeira e segunda dose, que varia de acordo com o fabricante. 

É isso o que explica, por exemplo, porque Cuiabá estava com 71,8% de aplicação há duas semanas e agora está com 62,7%. Em abril, chegaram para Cuiabá três remessas de vacinas que totalizam 37.345 doses. Dessas, 27.079 são exclusivas para segunda aplicação. Uma parte já foi utilizada nesta semana e a maioria somente poderá ser utilizada a partir do dia 20 de abril e outra parte no dia 28 de abril e ainda no início de maio. 

O prefeito Emanuel Pinheiro destaca que a Capital mato-grossense segue à risca o Plano Nacional de Imunização (PNI) inclusive as bulas das vacinas, priorizando a excelência no atendimento à população. “A nossa meta e o nosso maior sonho é ver todos os cuiabanos imunizados e livres da covid-19. Por isso, estamos trabalhando com método e organização, cumprindo as determinações da Comissão Intergestora Bipartite (CIB), que regulamenta o uso das doses enviadas para o estado; bem como as recomendações dos órgãos de controle, no intuito de juntos, promovermos a real imunização da nossa gente. Uma coisa é vacinar, e outra, muito mais salutar, é a imunização, como minha equipe técnica gosta de lembrar. E para isso, precisamos agir com seriedade e transparência. Hoje Cuiabá é a segunda melhor capital do Centro-Oeste no quesito aplicação das doses recebidas e estamos acima da média regional, que é de 62%, enquanto nós estamos com 62,7%. Poderíamos estar melhor colocados, se não fosse o fato da maior parte das doses serem para segunda aplicação”, destacou. 

Pinheiro afirmou ainda que com a descentralização da vacinação ocorrida ao longo desta semana, assim que chegarem novas remessas de doses para primeira aplicação, Cuiabá irá atingir patamares ainda melhores. “Nesta semana, graças à parceria com diversas instituições, como a FIEMT, a Fecomércio, a Universidade Federal de Mato Grosso, abrimos novos polos de vacinação no SESI Papa, na UFMT e no balneário do SESC e, com isso, nosso potencial de aplicação de vacinas passou de 1,5 mil para 4 mil doses por dia. Assim que Cuiabá receber mais vacinas para primeira aplicação, conseguiremos atingir ainda mais idosos”, frisou.

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Sancionada lei que destina emendas da saúde a bombeiros militares

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O serviço de atendimento pré-hospitalar prestado pelos bombeiros militares dos Estados e do DF poderá receber verbas de emendas parlamentares voltadas à saúde. É o que estabelece a Lei Complementar 234, de 2026, sancionada e publicada no Diário Oficial da União (DOU), desta sexta-feira (7).

Para receber os recursos, segundo a nova lei, será obrigatório o cumprimento de requisitos a serem definidos pelo Poder Executivo. Além disso, as despesas precisarão ser aprovadas pelo Ministério da Saúde.

A lei proíbe o uso dessas emendas para pagamento de salários ou de aposentadorias de bombeiros militares, assim como para qualquer custeio ou investimento que não seja relativo ao atendimento pré-hospitalar.

Com origem no Projeto de Lei Complementar (PLP) 18/2021, de autoria do deputado Guilherme Derrite (PP-SP), a matéria foi aprovada no Senado em julho deste ano, com parecer favorável do senador Nelsinho Trad (PSD-MS).

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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