PRESIDÊNCIA DO TCE-MT

Conselheiro José Carlos Novelli será candidato único

A composição dos demais cargos da Mesa Diretora ainda será definida. A eleição será realizada na primeira sessão ordinária do mês de novembro, conforme determina o artigo 12 do Regimento Interno da Corte de Contas

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Política

Danilo Lobato / Secom TCE-MT

Em reunião de colegiado realizada nesta terça-feira (21), em absoluto consenso e harmonia, os membros do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) definiram que o conselheiro José Carlos Novelli será candidato único à presidência do órgão para o biênio 2022-2023.

A decisão foi tomada por todos os membros, com participação presencial do conselheiro presidente, Guilherme Antonio Maluf, conselheiro Valter Albano, conselheiro Gonçalo Domingos de Campos Neto, conselheiro Novelli e, de forma virtual, conselheiro Antônio Joaquim.

“Por unanimidade e de forma harmônica, decidimos que nosso próximo presidente será o conselheiro José Carlos Novelli. Tenho certeza que, com toda sua experiência e sensibilidade conduzirá de forma brilhante este Tribunal, fortalecendo esta instituição que a sociedade tanto precisa”, disse o presidente Guilherme Antonio Maluf.

Danilo Lobato / Secom TCE-MT

O conselheiro José Carlos Novelli, por sua vez, agradeceu a confiança dos colegas e destacou o trabalho realizado por Guilherme Antonio Maluf. 

“Estou disposto a prestar mais uma vez este serviço ao Tribunal. Agradeço a todos os meus colegas conselheiros que confiaram em mim. Que Deus me abençoe abundantemente e me dê sabedoria para que eu possa fazer o trabalho que o Tribunal merece e que a sociedade espera de todos nós”, afirmou Novelli.

Novelli completou dizendo que é um momento em que o Tribunal apresenta eficiência e efetividade. “Todos os programas estão sendo implementados com muito sucesso pelo presidente, então, uma das coisas que quero fazer é manter o planejamento estratégico. Quero que muitos dos projetos que ele está implementando, tenham continuidade”, disse.

Danilo Lobato / Secom TCE-MT

De forma virtual, o conselheiro Antônio Joaquim também participou da reunião, elogiou a conduta institucional da gestão e parabenizou o conselheiro José Carlos Novelli pela coragem e vontade de conduzir a instituição pela terceira vez.

“Se não houver consenso entre os componentes do Plenário, a Corte de Contas fica fragilizada. Cumprimento o presidente pela capacidade de agregar e por ter conduzido um processo de consenso na escolha do próximo presidente. Parabéns pela contribuição a nossa instituição”, pontuou. 

No mesmo sentido pronunciou-se o conselheiro Valter Albano. “A instituição precisa de unidade para  consolidar seus propósitos maiores.  Sempre estarei ao lado dos presidentes  para fazer o melhor pelo Tribunal, como tenho feito com nosso ilustre presidente Guilherme e farei, sem nenhuma dúvida, com o futuro.”

O conselheiro Gonçalo Domingos de Campos Neto também parabenizou o colegiado pela escolha e desejou êxito ao futuro presidente . “Ser presidente do Tribunal de Contas não é uma tarefa fácil, exige dedicação. Dou parabéns a todos e desejo sucesso ao conselheiro José Carlos Novelli.”

Já o procurador-geral de contas do Ministério Público de Contas (MPC), Alisson Carvalho de Alencar, reforçou que o órgão aprova e está de acordo com a decisão tomada. “Hoje reforçou-se o principal valor deste tribunal: a harmonia. Valorizamos e parabenizamos a condução do processo, desejando uma próspera gestão para os próximos anos. 

Durante o encontro foi anunciada ainda a criação de uma equipe de transição, liderada pelo consultor jurídico geral do TCE-MT, Grhegory Paiva. 

A composição dos demais cargos da Mesa Diretora ainda será definida. A eleição será realizada na primeira sessão ordinária do mês de novembro, conforme determina o artigo 12 do Regimento Interno da Corte de Contas.

HISTÓRICO – Novelli completou recentemente, 20 anos de posse no TCE-MT. Já foi presidente por dois mandatos, vice-presidente e corregedor-geral e atualmente é supervisor da Escola Superior de Contas. O conselheiro foi o responsável pela implementação do Programa Consciência Cidadã, pelo início das transmissões on-line das sessões plenárias, pela criação do Sistema Aplic e implantação do Portal Transparência. Dentre muitos outros destaques, também foi em sua gestão como presidente que foi aberto o concurso público para procurador de contas e auditor substituto de conselheiro.

Confira a reportagem de TV:


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CMO analisa crédito de R$ 24,9 milhões para AGU e segurança da Amazônia

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A Comissão Mista de Orçamento (CMO) analisa o Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 10/2026, que abre crédito especial de R$ 24,9 milhões no Orçamento em favor da Advocacia-Geral da União (AGU), do Ministério da Justiça e Segurança Pública e do Ministério da Educação.

A maior parte dos recursos será destinada à AGU, que receberá cerca de R$ 14,9 milhões (60% do total) para viabilizar contribuição eventual à Corte Interamericana de Direitos Humanos. Os recursos serão usados em atividades de cooperação técnica, capacitação e difusão de jurisprudência em direitos humanos, além da manutenção da adimplência do Brasil junto à instituição.

O Ministério da Justiça receberá aproximadamente R$ 9,9 milhões (39,7%) para ações do Fundo Nacional de Segurança Pública. Entre as medidas previstas, está a execução do Plano Amazônia: Segurança e Soberania (Plano Amas ), que busca combater crimes na Amazônia Legal e é financiado com recursos não reembolsáveis do Fundo Amazônia. Os recursos também devem ser destinados à construção de bases operacionais em Altamira (PA) e Araguatins (TO), além de ajustes em obras em andamento em Presidente Dutra (MA), Rorainópolis (RR) e Uiramutã (RR).

Já o Ministério da Educação contará com cerca de R$ 74 mil (0,3%) para a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, destinados ao pagamento de contribuição à Associação Grupo de Tordesilhas de Universidades, no âmbito das contribuições regulares a organismos internacionais de direito privado.

De acordo com a proposta, os recursos para abertura do crédito virão de excesso de arrecadação de doações nacionais, no valor de R$ 9,9 milhões, e de anulação de dotações orçamentárias, no montante de R$ 15 milhões. O PLN ainda precisa ser analisado pela CMO e, posteriormente, pelo Plenário do Congresso Nacional.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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