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Comissão aprova proposta para estimular uso de jogos eletrônicos na educação básica

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A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados aprovou projeto que institui a Política Nacional de Estímulo ao Uso de Jogos Eletrônicos na Educação Básica. O objetivo é aprimorar a aprendizagem por meio do uso desses jogos.

A prática pedagógica poderá ser analógica ou digital, remota ou local, conectada ou não à internet.

O texto aprovado é o substitutivo da Comissão de Educação ao Projeto de Lei 1324/21, do deputado Coronel Chrisóstomo (PL-RO).

O substitutivo prevê que o Poder Executivo deverá definir os recursos para custear a nova política de educação e o momento de adotá-la, de acordo com a disponibilidade financeira e sem aumento de despesas.

O projeto original estabelecia que o programa seria custeado com recursos do orçamento federal, parte do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) e outras fontes públicas e privadas.

Para o relator, deputado Kim Kataguiri (Missão-SP), o projeto confere “liberdade para o gestor público” instalar o programa em sua unidade, conforme sua capacidade orçamentária.

Objetivos
Entre os objetivos da política de estímulo ao uso de jogos eletrônicos estão:

  • constante capacitação e conscientização de alunos e professores para as transformações da sociedade digital;
  • uso de técnicas motivadoras no aprendizado;
  • maior unificação do aprendizado e redução das desigualdades educacionais;
  • acesso à inovação e à integração digital em escolas em regiões de maior vulnerabilidade socioeconômica e baixo desempenho educacional;
  • desenvolvimento de estratégias de monitoramento e avaliação do uso de jogos eletrônicos na educação;
  • combate à evasão escolar, incorporando tecnologias que fazem parte do dia a dia e do interesse dos alunos.

Próximos passos
A proposta ainda será analisada, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada por Câmara e Senado.

Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Natalia Doederlein



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Max Russi admite possibilidade de disputar o Governo de Mato Grosso após incentivo de lideranças

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Agostinho

Da Redação

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado estadual Max Russi (Podemos), admitiu que passou a refletir sobre a possibilidade de disputar o Governo do Estado nas eleições de 2026. A declaração foi feita após receber manifestações de apoio de importantes lideranças políticas.
Segundo Max Russi, seu projeto inicial continua sendo a reeleição para a Assembleia Legislativa. No entanto, ele afirmou que o incentivo recebido do ex-governador e senador Jayme Campos, da deputada estadual Janaína Riva e de outras lideranças políticas o levou a analisar um novo cenário.
“Não era esse o meu projeto. O meu projeto é a eleição para a Assembleia Legislativa. Mas, quando vem um ex-governador, um senador como Jayme Campos, uma deputada atuante como a Janaína e outros líderes, isso realmente chama você para uma reflexão e uma análise”, afirmou.
Apesar da sinalização, Max reforçou que permanece concentrado na construção de sua candidatura à reeleição, destacando que esse continua sendo o entendimento da maioria do seu grupo político.
“Estamos focados em construir o nosso projeto para a Assembleia Legislativa. Esse é o projeto da maioria do nosso grupo político. Temos procurado conversar e ouvir as pessoas”, declarou.
O parlamentar também avaliou que a recente convenção partidária alterou o cenário político estadual e pode provocar mudanças nas articulações para a disputa de 2026.
“Essa convenção foi bastante tensa e isso pode mudar um pouco o xadrez político do Estado”, concluiu.
A declaração reforça as especulações de que Max Russi poderá surgir como uma alternativa do Podemos na disputa pelo Palácio Paiaguás.

Veja vídeo:

 

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