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Comarca de Nova Mutum abre seleção para Assessor de Gabinete

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A Comarca de Nova Mutum está com inscrições abertas para a seleção de servidor(a) para a função de confiança de Assessor de Gabinete II – PDA-CNE-VIII. Podem se inscrever servidores efetivos do Poder Judiciário de Mato Grosso, que exerceriam a função durante uma substituição temporária de seis meses.

Os candidatos interessados devem possuir conhecimentos básicos em Direito e/ou experiência prévia em atuação em Gabinete. As atividades podem ser exercidas tanto de forma presencial, quanto por meio de trabalho remoto.

As inscrições seguem até o dia 15 de junho. Para participar, o servidor deve encaminhar seu currículo profissional para o e-mail [email protected].

Além do currículo, é obrigatório informar os seguintes dados no corpo da mensagem:

  • Nome completo e matrícula;

  • Cargo efetivo;

  • Telefone fixo do setor onde trabalha e telefone celular particular;

  • Endereço de e-mail funcional.

Sobre a seleção

A seleção será realizada por meio de análise dos currículos encaminhados. Após a escolha, o servidor selecionado deverá providenciar a documentação necessária junto à Comarca de Nova Mutum para a emissão da portaria de designação, que passará a valer a partir de sua publicação oficial.

Clique aqui para conferir o edital completo.

Autor: Vitória Maria Sena

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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Comissão aprova prazo para dono de marca acionar a Justiça contra uso indevido

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A Comissão de Indústria, Comércio e Serviços da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 4380/25, do deputado Jonas Donizette (PSB-SP), que estabelece a ciência do uso indevido da marca registrada pelo titular como prazo inicial para acionar a Justiça.

O texto inclui a regra na Lei de Propriedade Industrial (9.279/96), que prevê a prescrição em cinco anos da ação para declarar a nulidade do registro, contados da data da sua concessão.

Segundo Donizette, o objetivo é dar maior clareza e segurança jurídica ao sistema de proteção da propriedade industrial no Brasil, ao estabelecer expressamente o prazo para o titular de uma marca exigir judicialmente que outros parem de usá-la. “A ausência de previsão legal expressa sobre o tema tem gerado controvérsias jurídicas e insegurança tanto para os titulares de marcas quanto para o mercado em geral”, disse.

Donizette afirmou que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) já defendeu o mesmo entendimento em julgamentos realizados. “Trata-se, portanto, de medida que harmoniza a legislação com a jurisprudência consolidada do STJ, fortalece a proteção à propriedade industrial e assegura justiça e equilíbrio nas disputas envolvendo marcas registradas”, declarou o autor.

Usucapião da marca
Para o relator, deputado Daniel Agrobom (PSD-GO), a nova regra introduz um “usucapião de marca”, em referência à aquisição de propriedade de bens móveis ou imóveis pela posse prolongada, contínua e pacífica. “A ideia do usucapião é de que a própria demora em reclamar o direito é sinal de que ele não importava economicamente”, afirmou. Os empreendedores que desejam lançar uma marca, segundo Agrobom, não despendem seu tempo checando se ela já existe ou não na Revista de Propriedade Industrial (RPI), onde são publicadas as concessões de registros de marcas.

Próximos passos
A proposta ainda será analisada, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Ana Chalub



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