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Chico Guarnieri reafirma o seu compromisso com Barra do Bugres e antigo Hospital Regional

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O deputado estadual Chico Guarnieri (PRD) aproveitou o momento de fala na sessão plenária de quarta-feira (26), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso para tratar da reabertura do Hospital Roosevelt Figueiredo Lira, o antigo Hospital Regional.

O parlamentar lembrou que, em 2001, uma lei de autoria do então deputado Rene Barbour, autorizou a criação do Hospital Regional, em Barra do Bugres. À época, Chico Guarnieri era o presidente da Câmara de Vereadores do município. Porém, quase 20 anos depois, durante a pandemia da covid-19, a unidade hospitalar foi fechada. Em 2021, inclusive, teve a revogação da lei que criou o hospital, que contou com parecer favorável da Comissão de Saúde, Previdência e Assistência Social, da ALMT.

Atualmente, o hospital do município está em reforma pelo governo do estado e já entrou na fase final. Em 2023, o deputado estadual Chico Guarnieri conseguiu uma emenda parlamentar com o deputado federal José Medeiros (PL), de R$ 26 milhões, para equipar a unidade hospitalar.

Contudo, existe, agora, o impasse para a reabertura do hospital, uma vez que a gestão estadual quer que o município assuma a administração. Entretanto, a Prefeitura de Barra do Bugres pontua não ter condições de arcar com esse custo.

Após assumir o mandato como titular, neste ano, o deputado Chico Guarnieri já realizou duas reuniões com o governo do estado para debater essa reabertura.

“Essa é uma demanda nossa, de Barra do Bugres. É um hospital importante para a região do médio-norte e que vai auxiliar todos os municípios dali; é mais um aliado nos atendimentos para as cidades ali próximo. E vou continuar buscando a melhor solução para a população: que é essa retomada do atendimento”, garantiu o deputado.

Fonte: ALMT – MT



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Ações do TJMT ajudam população em situação de rua a reconstruir caminhos

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Dois homens sentados em uma mureta baixa diante de banner roxo com a frase “O combate à invisibilidade passa por reconhecer essas pessoas vulneráveis como sujeitos de direitos, não apenas como casos sociais”. A fala é do juiz Wanderlei José dos Reis, coordenador do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) de Rondonópolis, e retrata uma realidade enfrentada pela população em situação de rua em todo o país.

Em meio à correria das cidades, essas pessoas acabam passando despercebidas pela sociedade, mesmo que estejam em busca de dignidade. Em Mato Grosso, no entanto, esse cenário tem sido enfrentado com atuação ativa do Poder Judiciário.

Continuamente, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) desenvolve ações para garantir que essas pessoas sejam vistas não apenas pelas vulnerabilidades, mas como cidadãos com direitos assegurados pela Constituição Federal.

Homem de óculos e camiseta branca com logo A proposta do TJMT vai além do atendimento jurídico tradicional, construindo possibilidades de recomeço a partir da recuperação de documentos, acesso a serviços públicos e benefícios sociais, emprego e outras iniciativas de acolhimento. Para o juiz Wanderlei José dos Reis, levar o aparato da Justiça até essa população é fundamental para o enfrentamento dessas barreiras.

“O modelo tradicional de Justiça não alcança essas pessoas, por isso temos a Resolução CNJ n.º 425/2021, que estabeleceu mais uma política pública judiciária, instituindo que o Judiciário deve ser proativo. Ao caminharmos ao encontro delas, concretizamos o princípio do acesso universal à Justiça e densificamos o princípio da dignidade humana, ambos previstos na Constituição”, avalia o magistrado.

Wanderlei Reis, que é titular da 2ª Vara de Família e Sucessões de Rondonópolis e coordenador do PopRuaJud, explica ainda que, por meio de mutirões de cidadania e projetos itinerantes, o Judiciário leva atendimento até os locais onde essas pessoas estão. O objetivo é oferecer orientação, acolhimento e assegurar direitos básicos.

Mulher em guichê de atendimento conversa com homem sentado à sua frente. Entre eles, um computador mostra o sistema. O ambiente é amplo e sugere uma ação de serviços públicos.O magistrado relata que as demandas apresentadas são diversas. Há busca por documentos civis, atendimento de saúde, benefícios assistenciais, trabalhistas e até auxílio em questões familiares. Existem ainda casos envolvendo violência, discriminação e violação de direitos. Segundo Wanderlei Reis, o trabalho engajado do TJMT também cria uma relação de confiança entre a instituição e essa população.

“Nossas ações envolvem parcerias com órgãos de assistência social, Defensoria Pública e outras entidades que nos ajudam a proporcionar um atendimento diversificado, humanizado e simplificado. Dessa forma, conseguimos oferecer suporte completo, permitindo que essas pessoas encontrem caminhos para retomar a própria autonomia”, pontua o juiz coordenador.

*A expressão “casos sociais” costuma ser usada para tratar pessoas vulneráveis apenas como um problema assistencial, alguém que depende de ajuda ou caridade, sem enxergar sua individualidade, cidadania e direitos garantidos por lei.

Autor: Bruno Vicente

Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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