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Câmara aprova urgência de projeto de Juarez que pode reduzir valor do IPVA

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Da Redação

A Câmara dos Deputados aprovou o regime de urgência para o Projeto de Lei nº 170/2025, que propõe uma mudança no cálculo do IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores). A iniciativa tem como objetivo corrigir uma distorção no modelo atual de cobrança do tributo no país.

Atualmente, o imposto é calculado sobre o valor do veículo que já inclui outros tributos embutidos, o que, na prática, resulta na cobrança de imposto sobre imposto. A proposta apresentada pelo Deputado federal Juarez Costa (Republicanos),busca mudar essa lógica, estabelecendo que o IPVA passe a incidir apenas sobre o valor real do veículo, sem a inclusão desses encargos adicionais.

Segundo O defensores da medida Juarez Costa, a alteração representa um avanço na justiça tributária, ao tornar o sistema mais transparente e equilibrado para os contribuintes. A expectativa é de que a mudança possa reduzir o valor final pago pelos proprietários de veículos.

Com a aprovação da urgência, o projeto ganha celeridade na tramitação e poderá ser analisado diretamente no plenário da Câmara, sem a necessidade de passar por todas as comissões temáticas.

Caso seja aprovado pelos deputados, o texto seguirá para análise do Senado Federal. Se também for aprovado pelos senadores, o projeto será encaminhado para sanção presidencial e poderá se tornar lei.

A proposta tem potencial de impactar milhões de brasileiros e reacende o debate sobre a carga tributária no país e a necessidade de revisão de critérios considerados excessivos ou injustos.

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Comissão aprova proposta de porte de arma para corretores de imóveis

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A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que autoriza o porte de arma de fogo para corretores de imóveis no exercício da profissão.

Com a medida, os corretores de imóveis registrados no Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci) passam a figurar na lista de categorias com direito ao porte funcional.

A proposta foi aprovada com alterações sugeridas pelo relator, deputado Capitão Alden (PL-BA), que apresentou um substitutivo para o PL 942/26, do deputado Delegado Caveira (PL-PA).  O relator optou por alterar o Estatuto do Desarmamento em vez de criar uma lei isolada.

“A atividade do corretor de imóveis, por sua natureza itinerante e pela necessidade de adentrar locais ermos com pessoas desconhecidas, configura-se como atividade de risco que justifica a proteção estatal por meio da autorização para o porte de arma”, justificou Capitão Alden.

Mudanças
Capitão Alden retirou do projeto original a obrigatoriedade de o corretor registrar em agenda ou plano de trabalho seus horários e itinerários para poder portar a arma. De acordo com o parlamentar, essas restrições poderiam dificultar o trabalho do profissional em casos de imprevistos ou novas oportunidades de negócio.

No entanto, o texto aprovado deixa claro que o porte é restrito ao exercício da profissão, não sendo permitido o uso da arma fora de serviço.

O corretor deve seguir as mesmas exigências que já constam do Estatuto do Desarmamento, como a comprovação de capacidade técnica e aptidão psicológica.

Próximos passos
O projeto tramita em caráter conclusivo e segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores.

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Rachel Librelon



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