ANALISE NOVAMENTE
Botelho quer nova reavaliação da CCJ sobre projeto do Estado que obriga gravações de treinamentos de alunos militares
Política
O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (União), vai pedir aos membros da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) da Casa de Leis para que reanalise o projeto de lei que obriga gravações dos treinamentos do Corpo de Bombeiros e das polícias Militar de Mato Grosso.
O colegiado emitiu parecer pela reprovação da matéria, por ter um decreto do governador Mauro Mendes (União) que já estabelece o registro das aulas.
O parlamentar, no entanto, para que a medida não seja anulada pelos próximos governadores, acha ser mais seguro transformar o decreto em lei.
“Pedi para CCJ para refazer uma reavaliação nisso, uma vez que o Governo já fez o decreto, então não vejo que tenha nada de ilegal, não vejo que tenha nada que a assembleia não possa fazer, que o governo já vem fazendo”, destacou.
“Estamos apenas transformando algo que o governo já faz em lei para que fique permanente, para que não fique dependendo de alguém que chegue lá e possa mudar. Porque hoje é Mauro, amanhã pode ser outro, que tenha outro entendimento”, complementou.
A intenção é que o projeto seja encaminhado para votação em plenário na próxima quarta-feira (10).
A proposta foi apresentada pelo deputado Wilson Santos (PSD) depois da morte do aluno do Corpo de Bombeiros, Lucas Veloso Perez, de 27 anos, durante um treinamento aquático na Lagoa Trevisan, em Cuiabá, no início do ano.
Política
Lei cria título de Cidade Amiga do Idoso para premiar iniciativas exemplares
Cidades que se destacarem em políticas e iniciativas para assegurar um tratamento digno e um envelhecimento ativo às pessoas idosas passarão a ter o título de Cidade Amiga do Idoso. O reconhecimento está previsto na Lei 15.476, publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União. As regras já estão em vigor.
A lei tem origem no PL 2.119/2019, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS). O projeto foi aprovado pelo Senado, com mudanças, em 2023 e voltou à Câmara. Em junho, foi aprovado pelos deputados e seguiu para a sanção.
Para concorrer ao título, a cidade precisa demonstrar que tem programas ou políticas públicas que fomentem a inserção social, cultural e política dos idosos. Na análise, são consideradas as iniciativas do município que favoreçam um envelhecimento ativo da população e o acesso dos idosos a serviços de qualidade nas áreas de:
- transporte;
- moradia;
- participação social;
- respeito e inclusão social;
- participação cívica e emprego;
- prédios públicos e espaços abertos;
- comunicação e informação;
- apoio comunitário e serviços de saúde;
- segurança dos idosos.
Conselho
O responsável por conceder o título será um conselho com representantes dos governos federal, estaduais, distrital e municipais e das entidades representativas da população idosa. O título valerá por três anos, desde que sejam revalidados os compromissos assumidos. Se for comprovado o descumprimento, o título será cancelado.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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