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Botelho quer nova reavaliação da CCJ sobre projeto do Estado que obriga gravações de treinamentos de alunos militares

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Política

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (União), vai pedir aos membros da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) da Casa de Leis para que reanalise o projeto de lei que obriga gravações dos treinamentos do Corpo de Bombeiros e das polícias Militar de Mato Grosso.
O colegiado emitiu parecer pela reprovação da matéria, por ter um decreto do governador Mauro Mendes (União) que já estabelece o registro das aulas.
O parlamentar, no entanto, para que a medida não seja anulada pelos próximos governadores, acha ser mais seguro transformar o decreto em lei.
“Pedi para CCJ para refazer uma reavaliação nisso, uma vez que o Governo já fez o decreto, então não vejo que tenha nada de ilegal, não vejo que tenha nada que a assembleia não possa fazer, que o governo já vem fazendo”, destacou.
“Estamos apenas transformando algo que o governo já faz em lei para que fique permanente, para que não fique dependendo de alguém que chegue lá e possa mudar. Porque hoje é Mauro, amanhã pode ser outro, que tenha outro entendimento”, complementou.
A intenção é que o projeto seja encaminhado para votação em plenário na próxima quarta-feira (10).
A proposta foi apresentada pelo deputado Wilson Santos (PSD) depois da morte do aluno do Corpo de Bombeiros, Lucas Veloso Perez, de 27 anos, durante um treinamento aquático na Lagoa Trevisan, em Cuiabá, no início do ano.

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Lei facilita parcerias entre governo e organizações civis em calamidades

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Regras mais flexíveis nas parcerias entre a administração pública e as organizações da sociedade civil (OSCs) em caso de calamidade já estão valendo. É o que determina uma lei sancionada e publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira (16).

A aplicação de medidas excepcionais para enfrentar os impactos de calamidade pública dependerá do reconhecimento da situação pelo poder público, em âmbito federal ou estadual.

De acordo com a Lei 15.391, de 2026a administração pública poderá:

  • firmar parcerias emergenciais,
  • alterar planos de trabalho,
  • prorrogar, suspender ou encerrar as parcerias preexistentes,
  • adotar procedimento simplificado de prestação de contas.

Para as parcerias emergenciais, poderá ser dispensado o chamamento público — mecanismo utilizado para selecionar interessados em firmar parcerias com o governo — quando houver comprovação da necessidade de atendimento imediato e de risco iminente de prejuízo à população.

Mas a administração pública também poderá publicar edital de chamamento público de fluxo contínuo — procedimento em que o poder público mantém aberto, por prazo indeterminado ou prolongado, um edital para receber propostas ou habilitar interessados de forma permanente — para a celebração de parcerias emergenciais destinadas ao enfrentamento de impactos decorrentes de estado de calamidade pública.

A lei prevê ainda regras para o plano de trabalho e o remanejamento de recursos. Trata ainda da alteração de parcerias preexistentes e prestação de contas.

A lei é oriunda do PL 1.707/2025, de autoria do Poder Executivo. No Senado, a matéria foi aprovada em Plenário em março, com relatoria de Eliziane Gama (PSD-MA). Para a senadora, o projeto estimula a continuidade das ações sociais e reconhece a importância das OSCs.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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