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Articulação em Brasília pode tirar Wellington Fagundes da disputa e fortalecer Pivetta em MT

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Visita de Wellington Fagundes a Bolsonaro indica possível recuo na disputa pelo Governo de MT

Fontes ligadas ao site AfolhaNews afirmam que a recente visita do senador Wellington Fagundes (PL) ao ex-presidente Jair Bolsonaro, no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, teve um tom político que vai além da solidariedade pessoal. Segundo interlocutores, o encontro teria sinalizado um possível recuo de Fagundes na disputa pelo Governo de Mato Grosso em 2026.

De acordo com as informações apuradas, a movimentação faria parte de uma articulação mais ampla dentro do campo político alinhado à direita no estado. O objetivo seria consolidar o nome do vice-governador Otaviano Pivetta como candidato ao Palácio Paiaguás, enquanto o atual governador Mauro Mendes disputaria uma vaga ao Senado Federal.

Fontes em Brasília relatam que o senador Wellington Fagundes teria recebido garantias políticas consideradas confortáveis em caso de desistência da candidatura ao Executivo estadual. Entre os fatores que pesariam nessa decisão está o fato de Fagundes ainda contar com quatro anos restantes de mandato no Senado Federal, o que lhe asseguraria estabilidade política e espaço para futuras articulações.

Nos bastidores, aliados avaliam que a construção de uma candidatura única ao Governo evitaria o enfraquecimento do grupo político e aumentaria as chances de vitória no próximo pleito estadual. Apesar das especulações.

A expectativa é de que os próximos meses tragam definições mais claras sobre o cenário político de Mato Grosso, especialmente com o avanço das articulações nacionais e a influência direta do ex-presidente Jair Bolsonaro nas decisões do campo conservador.

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Comissão aprova proposta de porte de arma para corretores de imóveis

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A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que autoriza o porte de arma de fogo para corretores de imóveis no exercício da profissão.

Com a medida, os corretores de imóveis registrados no Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci) passam a figurar na lista de categorias com direito ao porte funcional.

A proposta foi aprovada com alterações sugeridas pelo relator, deputado Capitão Alden (PL-BA), que apresentou um substitutivo para o PL 942/26, do deputado Delegado Caveira (PL-PA).  O relator optou por alterar o Estatuto do Desarmamento em vez de criar uma lei isolada.

“A atividade do corretor de imóveis, por sua natureza itinerante e pela necessidade de adentrar locais ermos com pessoas desconhecidas, configura-se como atividade de risco que justifica a proteção estatal por meio da autorização para o porte de arma”, justificou Capitão Alden.

Mudanças
Capitão Alden retirou do projeto original a obrigatoriedade de o corretor registrar em agenda ou plano de trabalho seus horários e itinerários para poder portar a arma. De acordo com o parlamentar, essas restrições poderiam dificultar o trabalho do profissional em casos de imprevistos ou novas oportunidades de negócio.

No entanto, o texto aprovado deixa claro que o porte é restrito ao exercício da profissão, não sendo permitido o uso da arma fora de serviço.

O corretor deve seguir as mesmas exigências que já constam do Estatuto do Desarmamento, como a comprovação de capacidade técnica e aptidão psicológica.

Próximos passos
O projeto tramita em caráter conclusivo e segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores.

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Rachel Librelon



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