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USF Cabo Michel une atendimento em saúde, acolhimento e diversão em ação para crianças

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Uma tarde de cuidado, carinho e diversão marcou a programação especial do mês das crianças na Unidade de Saúde da Família (USF) do bairro Cabo Michel, em Várzea Grande. A equipe preparou um ambiente diferenciado para receber os pequenos pacientes, unindo atendimento em saúde a momentos de alegria para toda a família.

Além das consultas médicas, a programação contou com vacinação, orientações odontológicas, distribuição de brinquedos, cachorro-quente, pipoca e picolés. Para tornar o ambiente ainda mais descontraído, toda a equipe da unidade se fantasiou para receber as crianças. A presença do Homem-Aranha também arrancou sorrisos, encantou a criançada e tornou a experiência ainda mais divertida.

A proposta foi transformar o atendimento em um momento acolhedor, aproximando as crianças da unidade de saúde e mostrando que o cuidado também pode ser acompanhado de carinho, brincadeiras e atenção especial.

O gerente da unidade, Victor Heverton Abrantes de Souza, destacou o envolvimento de todos na realização da ação.

“Foi uma tarde preparada com muito carinho, pensando em cada criança e em suas famílias. Tivemos o apoio de parceiros e o empenho de toda a nossa equipe, que uniu esforços para oferecer não apenas atendimento em saúde, mas também alegria, acolhimento e momentos especiais para os pequenos”, ressaltou.

A responsável técnica da unidade, Paulyene de Barros, também destacou a união da equipe e a importância da iniciativa.

“Cada detalhe foi pensado para receber as crianças de uma forma diferente, tornando o ambiente mais leve e acolhedor. A participação dos parceiros e a dedicação dos nossos profissionais fizeram toda a diferença. É muito gratificante ver a alegria das crianças e o carinho das famílias com esse momento”, afirmou.

Acolhimento que faz a diferença

Moradora do bairro e paciente da unidade há muitos anos, Alessandra Brasilina da Silva, que atualmente trabalha em casa, levou o filho Guilherme, de 2 anos, para uma consulta médica e aprovou a iniciativa.

Para ela, ações como essa representam um cuidado a mais com as crianças e suas famílias. Alessandra ressaltou que já conhece o trabalho da unidade há bastante tempo e considera a programação uma forma de acolher os pequenos de maneira especial, tornando o atendimento mais agradável e estimulando a participação das famílias.

“É um agrado, um carinho a mais. Acho muito importante para as crianças e também para as mães”, destacou.

A operadora de telemarketing Ana Victoria, de 22 anos, também elogiou a programação. Ela levou o filho, de 1 ano, à unidade para buscar atendimento devido a sintomas gripais e avaliou positivamente a iniciativa.

“É muito legal. Antes, a gente vinha mais para o atendimento, e uma ação assim deixa tudo mais gostoso, leve e divertido. Acho que também acaba incentivando outras pessoas a trazerem as crianças”, comentou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT



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Bruno Rios registra boletim contra Wanderley e afirma que não responderá por atos do presidente

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O vereador Bruno Rios (PL) registrou um boletim de ocorrência contra o presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), após relatar ter sido ameaçado durante uma sessão legislativa na terça-feira (20). O episódio ocorreu poucas horas depois da deflagração da Operação Cathedra Venalis, que investiga suspeitas de corrupção e compra de votos relacionadas à eleição da Mesa Diretora.

Em entrevista concedida nesta quarta-feira (21), Bruno afirmou que Wanderley deu um tapa em seu ombro esquerdo e disse que ele iria “pagar”. O vereador declarou que não aceita ser responsabilizado pelas investigações que atingem o presidente do Legislativo.

“Ele me falando: ‘Você vai me pagar, meu filho’. Naquele momento, eu simplesmente indaguei: ‘Pagar o quê? O que eu estou te devendo?’. Não estou te devendo nada. Não adianta o senhor querer procurar em mim culpado pelos seus atos”, relatou.

Bruno afirmou que pretende encaminhar o registro policial aos responsáveis pela investigação. Segundo ele, a abordagem ocorreu em meio à repercussão da operação do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), que colocou Wanderley entre os alvos.

“Eu respondo pelos meus atos e não pelos seus atos. Eu acredito que tudo que está acontecendo foi em decorrência dos atos dele e do grupo dele, pelo formato de fazer aquela política”, declarou.

Durante a entrevista, Bruno também negou ter sido responsável pela denúncia que deu origem à investigação do Gaeco. Ele explicou que sua atuação contra Wanderley ocorreu por meio de medidas judiciais relacionadas à eleição da Mesa Diretora.

“Eu sou autor da ação no STF e dos mandados de segurança. Desses eu sou autor”, afirmou.

O parlamentar disse ainda que não teve acesso integral ao inquérito e que busca consultar os documentos para compreender os elementos reunidos pelos investigadores.

A Operação Cathedra Venalis apura suspeitas de compra de votos, corrupção e possível atuação de uma organização criminosa na disputa pelo comando da Câmara de Várzea Grande. A ação cumpriu mandados de busca e apreensão contra vereadores do município e também alcançou parlamentares de Cuiabá.

Disputa pela Mesa Diretora continua

Além do boletim de ocorrência, Bruno voltou a cobrar a convocação de uma nova eleição para a Mesa Diretora. A votação realizada em maio, que terminou com a vitória de Wanderley por 12 votos a 11, foi anulada posteriormente pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

O vereador sustenta que o presidente precisa convocar um novo pleito e afirma que o grupo liderado por Lucas do Chapéu do Sol (PL) mantém a candidatura para a disputa.

“A eleição está nula e ele tem que convocar a nova eleição”, declarou.

Bruno também criticou a articulação política que antecedeu a votação de maio e questionou a realização de uma reunião de vereadores em uma chácara antes do pleito. Segundo ele, o grupo de Wanderley teria alimentado a expectativa de que a prefeita Flávia Moretti (PL) seria cassada pela Justiça Eleitoral e que integrantes do grupo poderiam ocupar cargos na administração municipal. Essas afirmações representam a versão do vereador e não devem ser confundidas com fatos comprovados pela investigação.

O boletim de ocorrência formaliza a denúncia de Bruno sobre a suposta ameaça. A apuração do episódio e das suspeitas relacionadas à eleição da Mesa Diretora cabe às autoridades competentes.



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