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Sinop: Polícia investiga morte de homem durante assalto

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Da Redação

A Polícia Judiciária Civil investiga a morte de João Bento de Espindola, 44 anos, que foi vítima de latrocínio na última segunda-feira (22).

De acordo com as informações, bandidos renderam João Bento e sua família enquanto dormiam na residência em que moram na cidade de Sinop (500 km de Cuiabá).

Por volta das 2h os bandidos invadiram a residência e mantiveram a família como refém. De acordo com testemunhas, um barulho foi ouvido e logo na sequência os bandidos teriam saído com uma caminhonete Toyota Hilux, que pertence à família. O filho da vítima, de apenas 18 anos foi levado junto dos bandidos, ele foi obrigado a dirigir o veículo, o rapaz foi liberado minutos depois em uma estrada.

Os bandidos tentaram continuar a fuga, porém o pneu do veículo estourou, obrigando os criminosos a abandonarem a caminhonete e continuando a fuga a pé.

Ainda na residência, o Corpo de Bombeiros foi acionado para socorrer João, que não resistiu e acabou morrendo após a fuga dos bandidos.

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Decisão garante acolhimento de crianças e pensão alimentícia

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A pedido do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), a Justiça determinou o acolhimento institucional de dois irmãos em situação de vulnerabilidade em Primavera do Leste, além da fixação de alimentos provisórios a serem pagos pelo genitor. A decisão foi proferida pela 1ª Vara Cível do município após atuação da 2ª Promotoria de Justiça Cível.O caso chegou ao Judiciário após acompanhamento realizado pela rede de proteção, que identificou sucessivas situações de risco envolvendo as crianças. Conforme os relatórios encaminhados aos autos, os menores estavam sob os cuidados da avó paterna, pessoa idosa que não reunia condições físicas e cognitivas adequadas para garantir a assistência necessária, enquanto o pai não aderiu aos acompanhamentos psicológico e psicossocial indicados pelos órgãos responsáveis e apresentava participação limitada nos cuidados dos filhos.Diante do agravamento do quadro e do insucesso das medidas extrajudiciais adotadas, o MPMT ingressou com pedido de medida protetiva visando assegurar os direitos fundamentais das crianças. Na ação, o Ministério Público destacou a persistência da situação de vulnerabilidade, as dificuldades de acompanhamento escolar, psicológico e de saúde, além da inexistência, naquele momento, de familiares aptos a assumir a guarda.A Justiça reconheceu a situação de risco decorrente da omissão parental e deferiu a medida protetiva de acolhimento institucional, considerada excepcional e provisória, com o objetivo de garantir a proteção integral dos irmãos até que seja avaliada a possibilidade de reintegração familiar ou outra medida adequada.Além do acolhimento, a decisão fixou alimentos provisórios em favor das crianças no valor correspondente a 60% do salário mínimo vigente, a serem pagos de forma rateada entre os genitores. O magistrado ressaltou que o acolhimento institucional não afasta o dever legal de sustento dos filhos, obrigação inerente ao poder familiar e prevista na legislação brasileira.Para o promotor de Justiça Matheus Pavão de Oliveira, titular da 2ª Promotoria de Justiça Cível de Primavera do Leste, a medida reforça a prioridade absoluta conferida à proteção de crianças e adolescentes. “Quando todas as alternativas de proteção e fortalecimento familiar se mostram insuficientes para cessar uma situação de risco, o acolhimento institucional pode se tornar necessário para garantir a integridade e o desenvolvimento da criança”, destacou.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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