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Sapezal: Homem de 33 anos é preso acusado de abusar da enteada de 10 anos

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Da Redação – Jean Borsatti

Um homem de 33 anos que não teve o nome divulgado pela polícia foi preso acusado de abusar sexualmente da enteada de apenas 10 anos de idade.

O mandado de prisão foi cumprido pela Polícia Judiciária Civil (PJC) na última segunda-feira (09), na cidade de Sapezal (480 km de Cuiabá). Além da prisão, os policiais fizeram a apreensão de armas e munições que foram encontradas em posse do suspeito.

A ordem de prisão foi cumprida de maneira temporária e foi decretada pela Justiça após uma denúncia da mãe da menor que na ocasião relatou os abusos que a filha vinha sofrendo. 

Após ouvirem a menina, a polícia chegou à conclusão que os abusos vinham ocorrendo de forma constante desde que a menina tinha 9 anos de idade. Ainda de acordo com a vítima, os abusos aconteciam nos momentos em que a mãe da criança não estava em casa.

Após os abusos, o padrasto ameaçava a garota que ficava com medo e não denunciava os abusos. A mãe da menina desconfiou após a mesma ter mudado de forma drástica seu comportamento, e após investigar descobriu que a filha era vítima dos abusos. 

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Mutirão reúne instituições para solução de conflitos ambientais

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Teve início nesta segunda-feira (17) e segue até quarta-feira (19) o Mutirão de Conciliação Ambiental, realizado no Complexo dos Juizados Especiais da Capital. A iniciativa reúne o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), o Ministério Público de Mato Grosso, por meio do Centro de Autocomposição de Conflitos (Compor-MPMT), e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema).
A proposta do mutirão é incentivar a celebração de acordos entre as partes envolvidas em processos ambientais, por meio da formalização de Termos de Ajustamento de Conduta (TACs). A medida busca viabilizar a regularização de passivos ambientais e a reparação dos danos causados de forma mais célere e eficiente.
A ação conta com a atuação integrada das instituições parceiras e o apoio de conciliadores e mediadores capacitados, garantindo maior padronização e efetividade nas audiências realizadas ao longo dos três dias de trabalho.
Representam o Ministério Público de Mato Grosso no mutirão os promotores de Justiça Adalberto Biazotto Junior, Miguel Slhessarenko e Marcelo Vacchiano.
O promotor de Justiça Adalberto Biazotto destacou que a iniciativa amplia a política de resolução consensual de conflitos ambientais já desenvolvida pela instituição.
“Esse trabalho segue a sistemática da conciliação. E agora o Compor, do Ministério Público, está abarcando processos de segundo grau. São processos judiciais ambientais que já detêm uma sentença de primeiro grau, mas nada impede que nós consigamos avançar em acordos”, afirmou.
O promotor ressaltou que os procedimentos adotados seguem critérios técnicos e padronizados, sempre com foco na proteção ambiental e na busca por soluções equilibradas para os envolvidos.
“Seguimos uma sistemática, uma padronização e sempre priorizando a proteção do meio ambiente, sem nos descuidarmos do aspecto social, principalmente quando se trata de pequenos proprietários rurais, sem histórico de degradação ambiental”, explicou.
Segundo Adalberto Biazotto, a conciliação representa uma alternativa capaz de tornar mais eficiente a resolução dos conflitos ambientais, proporcionando benefícios tanto para o meio ambiente quanto para a sociedade.
A expectativa é de que o mutirão contribua para ampliar a resolução consensual dos litígios ambientais, promovendo a recuperação de áreas degradadas, a adequação às normas ambientais e a construção de soluções mais rápidas e efetivas para os casos em tramitação na Justiça.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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