Polícia
Rotam liberta mãe e filha reféns em sequestro e recupera veículo roubado
Polícia
Policiais prosseguem com as buscas aos homens que roubaram o EcoSport e levaram as duas vítimas
Da Redação
Policiais do Batalhão Rotam (Ronda Ostensivas Tático Móvel) libertaram duas reféns, uma mãe e sua filha adolescente de 16 anos, que tinham sido rendidas na porta de uma academia de ginástica, em Cuiabá, e recuperaram o veículo roubado delas, um Ford EcoSport.
A ação aconteceu na noite desta segunda-feira (29.05), na região do bairro Despraiado. Após perseguição e recusa de ordens de parada, os dois homens que mantinham as vítimas reféns abandonaram o veículo.
Mãe e filha foram rendidas por homens que desceram de um veículo HB20 de cor preta e anunciaram o assalto. A dupla levou as vítimas para Várzea Grande, onde tentou fazer saques de dinheiro usando os cartões das vítimas em dois bancos.
Quando um dos assaltantes entrou em uma das agências, a adolescente conseguiu passar mensagem ao namorado, via whatsapp, informando sobre o roubo e pedindo para acionar a polícia. Sem fazer saques, os ladrões retornaram para Cuiabá, supostamente para tentar em outras agências bancárias, porém foram avistados pela equipe Rotam-18 ao atravessar a ponte Mário Andreazza.
A partir dessa ponte os policiais seguiram no encalce dos suspeitos. Eles abandonaram o carro no bairro Altos da Boa Vista, em uma região escura e de difícil acesso, depois de colidir em um Celta que estava parado, e fugiram levando todos os cartões de bancos(débito e crédito), além de ticket alimentação da motorista do EcoSport.
As vítimas relataram aos policiais que os ladrões chegaram a reencontrar os comparsas do HB20 preto para pegar o controle remoto do condomínio onde moram mãe e filha. O encontro aconteceu à margem do rio Cuiabá, na região do bairro Sucuri, antes de seguirem para Várzea Grande.
Na Central de Flagrantes do Cisc, um dos assaltantes foi reconhecido e identificado por meio de fotos. As buscas aos suspeitos continuam.
Polícia
Polícia Civil celebra com história de dedicação de servidor aposentado
Nascido em 15 de agosto de 1936, o investigador aposentado Antônio Assunção da Silva se prepara para completar 90 anos. Uma vida longa — e, em grande parte, dedicada a servir, vestindo a missão da Polícia Civil de Mato Grosso, em uma trajetória marcada por coragem, disciplina e amor ao que fazia.
Mais do que números, sua história é feita de vínculos: oito filhos, 16 netos e oito tataranetos — uma família construída ao longo dos anos, lado a lado com a profissão que escolheu.
Conhecido como “cana dura”, pela postura firme e leal, seu Antônio fala do passado com brilho nos olhos. As lembranças vêm carregadas de um tempo em que, segundo ele, o respeito era parte da rotina. “Era um tempo muito bom. Eu gostava muito do meu trabalho. Naquele tempo, o sujeito (o infrator) respeitava a gente”, diz, com a serenidade de quem viveu intensamente cada momento.
Entre tantas histórias, uma permanece viva na memória: o dia em que entrou sozinho na casa de um magistrado, em Juína, diante de um pistoleiro armado. “Eu entrei com a arma longa e falei: ‘é a polícia, você está preso’. E ele se entregou. Aí algemei e coloquei ele na veraneio (modelo das viaturas da época)”, recorda. Um episódio que resume bem o tipo de policial que foi: firme, direto e destemido.
Natural de Poconé, seu Antônio construiu sua carreira em diferentes cidades de Mato Grosso — Cuiabá, Colíder, Peixoto de Azevedo, Sinop e Guarantã do Norte — até fixar raízes em Juína, onde também encerrou sua trajetória profissional, em 2003. Durante essa trajetória foi condecorado diversas vezes em razão do comprometimento com a instituição.
Mas a aposentadoria não o afastou daquilo que sempre fez parte de sua vida. Hoje, morando no complexo habitacional anexo à Delegacia de Juína, ele segue presente. Caminha pelos corredores, conversa com os policiais da ativa e compartilha histórias que atravessam gerações.
Ali, entre colegas e lembranças, onde é comumente chamado apenas por “Assunção”, ele ganhou um novo nome — talvez o mais simbólico de todos: “Lenda Viva”, por conta dos seus feitos, talentos e proezas notáveis, que o tornou uma pessoa icônica na instituição.
Fonte: Policia Civil MT – MT
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