EM TANGARÁ DA SERRA
Polícia Militar prende homem que provocou incêndio em área próxima a Área de Preservação Permanente
Com suspeito, foram apreendidos os materiais utilizados para causarem o fogo
Polícia
Um homem foi preso pela Polícia Militar depois de provocar um incêndio em um terreno baldio, em Tangará da Serra. O suspeito, de 45 anos, foi detido em flagrante. Com ele, foram apreendidos os materiais utilizados para causarem o fogo.
Conforme o boletim de ocorrência, as equipes do 19º Batalhão receberam denúncias sobre um homem que estaria com um galão de combustível causando um incêndio, em um terreno abandonado próximo a uma área de preservação permanente no bairro Jardim San Diego.
No local, os militares constataram a presença das chamas e viram populares tentando apagar o fogo. As testemunhas informaram que o suspeito teria fugido em direção a uma igreja, que fica em região próxima.
Os policiais foram ao endereço indicado e encontraram o suspeito, que estava escondido debaixo de uma cama. No mesmo cômodo, os policiais encontraram um isqueiro e um galão de 5 litros de combustível.
O suspeito foi informado sobre o crime ambiental e foi conduzido para a Delegacia da cidade para registro da ocorrência e demais providências.
Mais prisões
Ainda nesta semana, na noite de domingo (15), três homens foram presos em flagrante por provocarem incêndio criminoso em uma região de mata, em Tangará da Serra. Os suspeitos estavam causando queimadas em diversos pontos de uma área de mata, próximo a ponte do rio Sepotuba.
Crime ambiental
Causar incêndio e expor a vida, a integridade física ou o patrimônio de outrem a perigo é crime previsto no Código Penal Brasileiro, no artigo 250, podendo levar à prisão entre 3 a 6 anos.
Além disso, as queimadas em áreas urbanas não são permitidas, sendo passíveis de multa e apreensão do responsável. Em áreas rurais, o período proibitivo estende-se até o dia 30 de novembro deste ano, de acordo com decreto do Governo do Estado.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.
Polícia
Polícia Civil apura fraude em licitação e cumpre 10 mandados em três cidades de MT
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta quarta-feira (15.4), a Operação Areia Movediça para cumprimento de dez mandados judiciais nas cidades de Araguaiana, Pontal do Araguaia e Água Boa.
A investigação da Delegacia de Polícia de Araguaiana apura possíveis fraudes em procedimento licitatório e na execução de contrato administrativo da administração pública do município.
Os envolvidos são investigados pelos crimes de fraude no caráter competitivo de licitação, falsidade ideológica e uso de documento falso.
Foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão domiciliar e cinco ordens judiciais de quebra de sigilo telemático, expedidos pelo Juízo das Garantias da Comarca de Barra do Garças. As medidas têm como objetivo a coleta de elementos probatórios para o avanço das investigações.
Investigação
As diligências iniciaram a partir do registro de boletim de ocorrência, relatando apontamentos inconsistências no processo licitatório.
Com base nas informações foi instaurado inquérito policial para apurar os fatos, bem como realizadas diligências técnicas, oitivas e análise documental.
Os indícios colhidos pelos policiais civis identificaram crimes de fraude no caráter competitivo de licitação, falsidade ideológica e uso de documento falso, relacionados ao Pregão Presencial nº 09/2025, que resultou na contratação de empresa para realização de um evento esportivo no município de Araguaiana.
De acordo com as investigações, há elementos que indicam possíveis irregularidades na fase interna do procedimento licitatório, incluindo a simulação de pesquisa de preços, utilização de orçamento sem autorização do suposto emitente e padronização suspeita de documentos apresentados por empresas distintas.
A Delegacia de Araguaiana também identificou condutas de direcionamento do certame, com possível ajuste prévio entre participantes, além de incompatibilidade temporal entre a homologação do processo e a execução contratual, sugerindo que materiais e serviços já estariam previamente disponíveis antes da conclusão formal da licitação.
Outro ponto apurado refere-se a possível sobrepreço em itens contratados, como materiais esportivos, camisetas e troféus, com valores superiores aos praticados no mercado. Há ainda indícios de inconsistências na execução financeira do contrato, especialmente quanto à destinação de recursos previstos para premiações, com divergências entre valores anunciados e aqueles efetivamente recebidos por participantes do evento.
Andamento
A Polícia Civil prossegue com as investigações para o completo esclarecimento dos fatos e com a continuidade das análises periciais e demais medidas necessárias à apuração das condutas e eventual responsabilização criminal dos envolvidos.
Fonte: Policia Civil MT – MT
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