TOLERÂNCIA ZERO

PM prende 8 membros de facção por ataques e furtos a câmeras do Vigia Mais MT no Norte do Estado

Entre os presos, está o líder da facção que determinou os ataques, em Porto Alegre do Norte

Publicado em

Polícia

Foto: PMMT

A Polícia Militar de Mato Grosso realizou, na madrugada desta terça-feira (24.12), a prisão de oito membros de uma facção criminosa envolvidos em ataques e furtos de câmeras do Programa Vigia Mais MT, em Porto Alegre do Norte. Com a quadrilha, foram apreendidas porções de drogas e uma arma de fogo. Todas as câmeras furtadas foram recuperadas.

Conforme o boletim de ocorrência, a PM recebeu informações sobre câmeras do programa Vigia Mais MT que haviam sido danificadas e furtadas, em alguns pontos da cidade. Imediatamente, as equipes de inteligência iniciaram investigações e identificaram que a ordem do crime teria sido determinada por uma facção da cidade.

As equipes militares iniciaram uma operação contínua e brevemente identificaram os suspeitos envolvidos no crime. Na primeira abordagem feita, os policiais localizaram um homem que confirmou participação no furto. Além disso, indicou a localização de um segundo suspeito, que teria ordenado o crime e que já seria conhecido das forças policiais por delitos na cidade.

Os militares seguiram ao suposto endereço do suspeito e encontraram um homem em fuga, que foi abordado em uma casa próxima. Com ele, os policiais apreenderam porções de maconha e quantia em dinheiro, recebendo voz de prisão em flagrante pela PM.

Em seguida, a equipe policial seguiu até um segundo endereço e encontraram mais dois homens, sendo um deles o suspeito de ser o líder da ordem do crime contra as câmeras. Com a dupla, também foram apreendidas porções de drogas e um revólver de calibre .38 carregado com sete munições.

Os policiais continuaram as diligências e foram até um centro de reciclagem, apontado por um dos suspeitos como o local onde as câmeras haviam sido descartadas. No local, foi possível encontrar câmeras do prédio da Vigilância Sanitária, furtadas pela quadrilha para impedir de mostrar a ação criminosa contra as câmeras do Vigia Mais MT.

Na sequência, as equipes militares foram até um endereço final, onde encontraram os demais suspeitos reunidos. Nas buscas ao local, os policiais encontraram mais porções de drogas e dinheiro. 

Questionados, os criminosos afirmaram que as câmeras haviam sido jogadas em uma região de mata, onde foram todas localizadas ainda com os números de patrimônio do Estado.

Diante da situação, todos os oito criminosos foram conduzidos para a delegacia da cidade, com todo o material apreendido, para registro da ocorrência e demais providências que o caso requer.

O comandante do 10º Comando Regional, tenente-coronel Roosevelth Escolástico, responsável pelo policiamento na cidade de Porto Alegre do Norte, destacou que a ação rápida é uma pronta resposta da PM contra todas as organizações criminosas.

“Foi identificado que a facção criminosa queria danificar os equipamentos do Governo do Estado em virtude dos resultados positivos que estamos tendo contra a criminalidade. Rapidamente identificamos e prendemos todos os envolvidos, pois estamos fortemente preparados para dar tolerância zero ao crime”, afirmou.

Disque-denúncia  

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

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Polícia Civil cumpre mandados contra suspeitos de exaltar facção criminosa nas redes sociais

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta terça-feira (12.5), a Operação “Locus Defecit”, para cumprir quatro ordens judiciais contra integrantes de uma facção criminosa envolvidos em diversas ações criminosas na região de Cáceres e de exaltar grupo criminoso nas redes sociais.

Na operação, foram cumpridos dois mandados de prisão preventiva e dois de busca e apreensão, expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo Cáceres, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado do município (Draco/Cáceres).

As ordens judiciais foram cumpridas em Cuiabá, incluindo a Penitenciária Central do Estado (PCE), já que um dos investigados se encontrava preso por tráfico de drogas.

O cumprimento dos mandados contou com o apoio da Delegacia de Repressão aos Crimes Informáticos (DRCI) e da Equipe Alfa da Penitenciária Central do Estado.

As investigações apontaram que os faccionados estão envolvidos com o tráfico de drogas em Cáceres e também atuavam como “missionários”, ostentando armas de fogo, drogas e valores em espécie por meio de redes sociais, com mensagens de exaltação ao grupo criminoso, inseridas em um contexto de confronto com uma facção criminosa rival.

Um dos alvos foi localizado e preso em um bar onde residia, na cidade de Cuiabá, enquanto o outro teve o mandado cumprido na PCE, onde já se encontrava recolhido.

Conforme o delegado Fabrício Alencar, responsável pela operação, o trabalho operacional teve como objetivo apreender materiais que possam reunir provas e evidências que contribuam para o avanço da investigação.

Nome da operação

O nome da operação, que significa “localização falhou”, faz referência a algumas publicações que os investigados faziam para demonstrar que não seriam localizados em investigações.

Operação Pharus

A Operação “Locus Defecit” integra a Operação Pharus. Em 2026, a Polícia Civil iniciou ações do planejamento estratégico no âmbito da Operação Pharus, iniciativa que integra o programa Tolerância Zero, voltado ao enfrentamento de facções criminosas em Mato Grosso.

O nome “Pharus” faz referência ao termo latino para “farol”, estrutura associada à emissão contínua de luz e à orientação em meio à escuridão. A escolha do nome busca simbolizar a atuação do Estado na identificação e no enfrentamento de práticas criminosas.

Fonte: Policia Civil MT – MT



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