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PM deflagra operação para garantir segurança no ‘Liquida Centro’ na região do Centro Histórico de Cuiabá

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Da Redação

A Polícia Militar deflagrou a “Operação Líquida Centro” na região do Centro Histórico de Cuiabá. O reforço policial segue até o próximo sábado (13.07), com o objetivo de garantir a segurança de comerciantes e consumidores que pretendem aproveitar as ofertas da campanha de liquidação promovida pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Cuiabá (CDL).

Durante a operação, o número de policiais no centro de Cuiabá será reforçado, intensificando o policiamento com ações preventivas e ostensivas, com o objetivo de inibir crimes de roubos, furtos e tráfico de drogas.

O comandante de Policia Militar da área Central de Cuiabá, tenente-coronel Marcelo Moessa de Souza, explica que a operação é necessária por conta do grande número de pessoas circulando com dinheiro, cartões e objetos de valor em decorrência da campanha de liquidação.  

O tenente-coronel Moessa orienta ainda a população a optar pelo o uso de cartões para realizar compras e utilizar o transporte coletivo, caso o volume de sacolas seja menor. Se o optar ir ao centro com veículo particular, a PM orienta os motoristas a procurar locais seguros para guardar o veículo.

“Neste período é recomendável que os consumidores venham de ônibus para a região central, evitando transtornos com estacionamentos. Se for comprar muito e tiver que vim com veículo próprio, escolha um local seguro para deixá-lo. Evitar andar também com objetos de valor como jóias, relógios e ficar atento ao utilizar o celular também garante maior tranquilidade à população que vai as compras”, ressalta o tenente-coronel.  

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Decisão garante acolhimento de crianças e pensão alimentícia

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A pedido do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), a Justiça determinou o acolhimento institucional de dois irmãos em situação de vulnerabilidade em Primavera do Leste, além da fixação de alimentos provisórios a serem pagos pelo genitor. A decisão foi proferida pela 1ª Vara Cível do município após atuação da 2ª Promotoria de Justiça Cível.O caso chegou ao Judiciário após acompanhamento realizado pela rede de proteção, que identificou sucessivas situações de risco envolvendo as crianças. Conforme os relatórios encaminhados aos autos, os menores estavam sob os cuidados da avó paterna, pessoa idosa que não reunia condições físicas e cognitivas adequadas para garantir a assistência necessária, enquanto o pai não aderiu aos acompanhamentos psicológico e psicossocial indicados pelos órgãos responsáveis e apresentava participação limitada nos cuidados dos filhos.Diante do agravamento do quadro e do insucesso das medidas extrajudiciais adotadas, o MPMT ingressou com pedido de medida protetiva visando assegurar os direitos fundamentais das crianças. Na ação, o Ministério Público destacou a persistência da situação de vulnerabilidade, as dificuldades de acompanhamento escolar, psicológico e de saúde, além da inexistência, naquele momento, de familiares aptos a assumir a guarda.A Justiça reconheceu a situação de risco decorrente da omissão parental e deferiu a medida protetiva de acolhimento institucional, considerada excepcional e provisória, com o objetivo de garantir a proteção integral dos irmãos até que seja avaliada a possibilidade de reintegração familiar ou outra medida adequada.Além do acolhimento, a decisão fixou alimentos provisórios em favor das crianças no valor correspondente a 60% do salário mínimo vigente, a serem pagos de forma rateada entre os genitores. O magistrado ressaltou que o acolhimento institucional não afasta o dever legal de sustento dos filhos, obrigação inerente ao poder familiar e prevista na legislação brasileira.Para o promotor de Justiça Matheus Pavão de Oliveira, titular da 2ª Promotoria de Justiça Cível de Primavera do Leste, a medida reforça a prioridade absoluta conferida à proteção de crianças e adolescentes. “Quando todas as alternativas de proteção e fortalecimento familiar se mostram insuficientes para cessar uma situação de risco, o acolhimento institucional pode se tornar necessário para garantir a integridade e o desenvolvimento da criança”, destacou.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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