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Mulher condenada por roubo e tráfico de drogas é presa pela Polícia Civil em Barra do Garças

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A Polícia Civil prendeu uma mulher, de 31 anos, foragida da Justiça por condenação pelos crimes de tráfico de drogas e roubo qualificado, nesta segunda-feira (17.2), em Barra do Garças (a 520 km de Cuiabá).

A ação foi conduzida pela equipe de investigação da Central de Flagrantes de Barra do Garças, após receber uma denúncia anônima que levou à localização da suspeita, no Centro da cidade.

A mulher já havia cumprido parte da pena e foi colocada em liberdade condicional, mas teve novo mandado de prisão decretado para cumprimento de pena de 10 anos, 3 meses e 28 dias de reclusão em regime fechado.

A ordem de prisão foi decretada pela 2ª Vara Criminal de Canarana pela nova condenação, transitada em julgado (sem possibilidade de recurso), por roubo e tráfico de drogas. Por meio de uma denúncia anônima, a Polícia Civil localizou a condenada, foi até seu endereço e cumpriu o mandado.

A mulher será encaminhada à Cadeia Pública Feminina de Nova Xavantina, onde permanecerá à disposição da Justiça para o cumprimento do restante de sua pena.

“Ações como essa são fundamentais no combate ao crime e a colaboração da sociedade, por meio de denúncias, é muito importante para garantir maior eficácia na segurança pública”, declarou o delegado Adriano Alencar.

Fonte: Policia Civil MT – MT



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Denúncia grave: assessor é acusado de humilhar, ameaçar e atacar servidora em Várzea Grande”

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Servidora denuncia assessor por ameaças, xingamentos e homofobia dentro da Prefeitura de Várzea Grande

Funcionária relata intimidação, ofensas e pede medida protetiva por medo; acusado já teve passagem por operação da Polícia Federal

Uma servidora da Prefeitura de Várzea Grande denunciou o assessor Gustavo Henrique Duarte, conhecido como “bispo Gustavo Duarte”, por supostos crimes de injúria, ameaça e difamação dentro do gabinete municipal. O caso teria ocorrido na manhã da última terça-feira (29), nas dependências do gabinete da prefeita Flávia Moretti (PL).

De acordo com o boletim de ocorrência, a servidora afirma ter sido alvo de xingamentos como “sonsa” e “idiota”, além de ter sido ameaçada com a frase: “Você vai ver o que eu vou fazer com você”. Ela também relata ter sido vítima de comentários homofóbicos, ao ser chamada de “sapatão”, em referência à sua aparência física.

Segundo o relato, a confusão começou quando o assessor teria ordenado que a servidora cumprisse uma tarefa imediatamente. Ao responder que já executava outra demanda, ele teria reagido de forma agressiva, iniciando uma série de ofensas.

A situação teria se agravado mesmo após a intervenção de colegas. Conforme a denúncia, o assessor invadiu outra sala, apontou o dedo no rosto da vítima e reforçou as ameaças. Ainda segundo o boletim, ele teria ligado para superiores pedindo a exoneração da servidora e feito comentários depreciativos sobre ela a terceiros, inclusive à prefeita.

A vítima afirma que o comportamento do assessor não seria isolado. “Ele sempre age de forma truculenta, grosseira e autoritária. Trata as pessoas como lixo. Isso não aconteceu só comigo, outros servidores também têm medo”, declarou.

Por receio de novas situações, a servidora informou que solicitou medida protetiva. “É questão de temer mesmo pela segurança”, disse.

O histórico do assessor também é citado na denúncia. Em 2025, ele foi conduzido pela Polícia Federal durante uma operação, ocasião em que teria desacatado uma delegada. Na época, acabou sendo exonerado, mas posteriormente retornou à administração municipal como assessor.

Mesmo após a renúncia do então vice-prefeito Tião da Zaeli (PL), no dia 31 de março deste ano, Gustavo Duarte permaneceu no quadro de servidores comissionados da prefeitura.

Outro lado

Em nota, a Prefeitura de Várzea Grande informou que não comenta “questões de natureza estritamente pessoal”, ressaltando a necessidade de preservar a intimidade e o devido processo legal.

A administração municipal destacou, no entanto, que todas as denúncias formais são encaminhadas aos setores competentes para análise, conforme a legislação vigente, e reforçou o compromisso com a manutenção de um ambiente de trabalho seguro e respeitoso.

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