Polícia
Mulher condenada por roubo e tráfico de drogas é presa pela Polícia Civil em Barra do Garças
Polícia
A Polícia Civil prendeu uma mulher, de 31 anos, foragida da Justiça por condenação pelos crimes de tráfico de drogas e roubo qualificado, nesta segunda-feira (17.2), em Barra do Garças (a 520 km de Cuiabá).
A ação foi conduzida pela equipe de investigação da Central de Flagrantes de Barra do Garças, após receber uma denúncia anônima que levou à localização da suspeita, no Centro da cidade.
A mulher já havia cumprido parte da pena e foi colocada em liberdade condicional, mas teve novo mandado de prisão decretado para cumprimento de pena de 10 anos, 3 meses e 28 dias de reclusão em regime fechado.
A ordem de prisão foi decretada pela 2ª Vara Criminal de Canarana pela nova condenação, transitada em julgado (sem possibilidade de recurso), por roubo e tráfico de drogas. Por meio de uma denúncia anônima, a Polícia Civil localizou a condenada, foi até seu endereço e cumpriu o mandado.
A mulher será encaminhada à Cadeia Pública Feminina de Nova Xavantina, onde permanecerá à disposição da Justiça para o cumprimento do restante de sua pena.
“Ações como essa são fundamentais no combate ao crime e a colaboração da sociedade, por meio de denúncias, é muito importante para garantir maior eficácia na segurança pública”, declarou o delegado Adriano Alencar.
Fonte: Policia Civil MT – MT
Polícia
Moradores denunciam doces e salgadinhos vencidos em festa infantil em MT
A distribuição de doces e salgadinhos supostamente vencidos durante uma festa em comemoração ao Dia das Crianças, em São José do Rio Claro (MT), provocou questionamentos de moradores sobre a segurança dos alimentos oferecidos ao público infantil. O evento foi realizado na sexta-feira (9), na Praça Central Domingos Briante, e a denúncia ganhou repercussão após a divulgação de um vídeo nas redes sociais.
Na gravação, uma pessoa alerta as famílias que participaram da comemoração e afirma que os produtos entregues às crianças estavam fora do prazo de validade.
“Vocês que foram à praça e pegaram salgadinho, pegaram o doce da prefeitura, estão todos vencidos”, diz.
Em outro trecho, a pessoa critica as condições dos alimentos distribuídos.
“Pouca vergonha. O povo tá oferecendo as coisas para as crianças. Uma festinha de criança com todos os doces e pipoca. Tudo vencido”, reclama.
Segundo a denúncia, as embalagens indicariam datas de validade em 2025, o que significaria que os produtos estavam vencidos havia meses na ocasião da festa, em outubro de 2026. O vídeo também relata que uma conhecida teria percebido o problema somente depois de consumir um dos alimentos. Até o momento, porém, não há confirmação independente sobre as condições dos produtos nem sobre quem realizou a distribuição.
Procurada pela reportagem, a Prefeitura de São José do Rio Claro afirmou que os itens questionados foram entregues por terceiros e que a distribuição não estava sob responsabilidade direta do município. Conforme o posicionamento da administração, caberia aos responsáveis pela ação beneficente verificar a qualidade e a validade dos alimentos antes de oferecê-los ao público.
A prefeitura também levantou a possibilidade de os produtos terem sido adulterados ou manipulados de má-fé para prejudicar os organizadores ou colocar a saúde pública em risco. A hipótese, no entanto, foi apresentada pela administração municipal e não há confirmação de que tenha ocorrido adulteração.
Na manifestação, o município defendeu que os responsáveis sejam identificados e, caso sejam constatadas irregularidades, respondam perante os órgãos competentes. A administração também pediu cautela na divulgação de informações antes do esclarecimento dos fatos e ressaltou a importância de verificar as condições dos alimentos oferecidos às crianças.
A festa havia sido anunciada pela prefeitura como parte da programação do Dia das Crianças, com atividades recreativas, brinquedos infláveis, pula-pula, pintura facial e distribuição de picolés, pipoca, refrigerantes e brindes. A comemoração foi marcada para as 17h30 de 9 de outubro, na Praça Central Domingos Briante.
O episódio levanta dúvidas sobre a origem dos alimentos e as circunstâncias em que foram entregues às famílias. A apuração deverá esclarecer quem forneceu os produtos, quem ficou responsável pela distribuição e se as datas de validade denunciadas correspondem às embalagens originais.
Até o momento, não há confirmação sobre eventual adulteração nem informações que comprovem consequências à saúde das crianças. O caso permanece cercado por versões distintas: moradores denunciam a entrega de produtos vencidos, enquanto a prefeitura afirma que os itens foram distribuídos por terceiros e considera a possibilidade de manipulação dos alimentos.
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