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Mulher condenada por roubo e tráfico de drogas é presa pela Polícia Civil em Barra do Garças

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A Polícia Civil prendeu uma mulher, de 31 anos, foragida da Justiça por condenação pelos crimes de tráfico de drogas e roubo qualificado, nesta segunda-feira (17.2), em Barra do Garças (a 520 km de Cuiabá).

A ação foi conduzida pela equipe de investigação da Central de Flagrantes de Barra do Garças, após receber uma denúncia anônima que levou à localização da suspeita, no Centro da cidade.

A mulher já havia cumprido parte da pena e foi colocada em liberdade condicional, mas teve novo mandado de prisão decretado para cumprimento de pena de 10 anos, 3 meses e 28 dias de reclusão em regime fechado.

A ordem de prisão foi decretada pela 2ª Vara Criminal de Canarana pela nova condenação, transitada em julgado (sem possibilidade de recurso), por roubo e tráfico de drogas. Por meio de uma denúncia anônima, a Polícia Civil localizou a condenada, foi até seu endereço e cumpriu o mandado.

A mulher será encaminhada à Cadeia Pública Feminina de Nova Xavantina, onde permanecerá à disposição da Justiça para o cumprimento do restante de sua pena.

“Ações como essa são fundamentais no combate ao crime e a colaboração da sociedade, por meio de denúncias, é muito importante para garantir maior eficácia na segurança pública”, declarou o delegado Adriano Alencar.

Fonte: Policia Civil MT – MT



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Polícia Civil indicia gerente por uma série de crimes de assédio sexual contra funcionárias

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A Polícia Civil concluiu, nesta quinta-feira (18.6), o inquérito que investigou uma série de crimes sexuais dentro de uma empresa em Cuiabá e indiciou um homem, de 32 anos, pelos crimes de assédio e importunação sexual.

Segundo a investigação realizada pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher (DEDM) de Cuiabá, o suspeito, que exercia a função de gerente operacional, utilizava sua posição de autoridade para submeter funcionárias a situações humilhantes e de conotação sexual indesejada em uma empresa no bairro Parque Cuiabá.

O padrão de comportamento abusivo incluía elogios invasivos sobre os corpos das vítimas, contatos físicos indesejados, como abraços prolongados, e propostas sexuais explícitas feitas durante o expediente.

Três mulheres, duas de 27 anos e uma de 41, detalharam episódios de profundo constrangimento, incluindo questionamentos vulgares sobre práticas íntimas e propostas sexuais inadequadas ocorridas em áreas comuns da empresa.

A gravidade das condutas levou as vítimas a pedirem demissão, por não suportarem o ambiente laboral degradante e o severo abalo emocional sofrido.

As investigações revelaram que o suspeito já possuía múltiplos registros de ocorrência por fatos de natureza semelhante, o que reforça o caráter habitual de suas investidas criminosas contra colaboradoras.

A delegada titular da DEDM, Liliane Soares Diogo, ressaltou a gravidade da exploração da vulnerabilidade das trabalhadoras.

“O uso da posição de comando para violar a dignidade e a liberdade sexual de subordinadas é uma forma intolerável de violência de gênero, que compromete não apenas a carreira, mas a saúde mental das vítimas e a integridade de todo o ambiente laboral”, afirmou.

Com o encerramento do inquérito, o relatório final foi encaminhado ao Ministério Público e ao Poder Judiciário para a análise e providências de persecução penal.

Fonte: Policia Civil MT – MT



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