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Juara: Menino indígena de 6 anos desaparece durante pescaria e é encontrado morto

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Da Redação

Uma criança de 6 anos foi encontrada morta em meio a uma mata na cidade de Juara (690 km de Cuiabá), a criança é indígena e desapareceu a cerca de uma semana após ter se perdido do grupo no qual o acompanhava.

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O corpo da criança foi encontrado na tarde desta terça-feira (03) e foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) de Juína (737 km de Cuiabá). De acordo com uma enfermeira houve demora na realização dos exames que apontariam a causa da morte da criança, de acordo com ela, não há estrutura suficiente para as equipes de Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), disse ainda que há apenas um especialista na área e que no dia que o corpo da criança chegou não era o plantão do mesmo.

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De acordo com familiares, o menino teria ido pescar juntamente com outros indígenas na sexta-feira (27-08) em um lago que fica a cerca de 500 metros do rio, já no momento que voltavam para a aldeia o menino se perdeu dos demais. Buscas foram realizadas pela região, após uma grande mobilização com a participação da Fundação Nacional do Índio (Funai) e também da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), assim como indígenas de várias aldeias da região.

Após vários dias de buscas o corpo foi encontrado, a polícia irá investigar quais foram as circunstâncias da morte da criança.

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Mutirão reúne instituições para solução de conflitos ambientais

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Teve início nesta segunda-feira (17) e segue até quarta-feira (19) o Mutirão de Conciliação Ambiental, realizado no Complexo dos Juizados Especiais da Capital. A iniciativa reúne o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), o Ministério Público de Mato Grosso, por meio do Centro de Autocomposição de Conflitos (Compor-MPMT), e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema).
A proposta do mutirão é incentivar a celebração de acordos entre as partes envolvidas em processos ambientais, por meio da formalização de Termos de Ajustamento de Conduta (TACs). A medida busca viabilizar a regularização de passivos ambientais e a reparação dos danos causados de forma mais célere e eficiente.
A ação conta com a atuação integrada das instituições parceiras e o apoio de conciliadores e mediadores capacitados, garantindo maior padronização e efetividade nas audiências realizadas ao longo dos três dias de trabalho.
Representam o Ministério Público de Mato Grosso no mutirão os promotores de Justiça Adalberto Biazotto Junior, Miguel Slhessarenko e Marcelo Vacchiano.
O promotor de Justiça Adalberto Biazotto destacou que a iniciativa amplia a política de resolução consensual de conflitos ambientais já desenvolvida pela instituição.
“Esse trabalho segue a sistemática da conciliação. E agora o Compor, do Ministério Público, está abarcando processos de segundo grau. São processos judiciais ambientais que já detêm uma sentença de primeiro grau, mas nada impede que nós consigamos avançar em acordos”, afirmou.
O promotor ressaltou que os procedimentos adotados seguem critérios técnicos e padronizados, sempre com foco na proteção ambiental e na busca por soluções equilibradas para os envolvidos.
“Seguimos uma sistemática, uma padronização e sempre priorizando a proteção do meio ambiente, sem nos descuidarmos do aspecto social, principalmente quando se trata de pequenos proprietários rurais, sem histórico de degradação ambiental”, explicou.
Segundo Adalberto Biazotto, a conciliação representa uma alternativa capaz de tornar mais eficiente a resolução dos conflitos ambientais, proporcionando benefícios tanto para o meio ambiente quanto para a sociedade.
A expectativa é de que o mutirão contribua para ampliar a resolução consensual dos litígios ambientais, promovendo a recuperação de áreas degradadas, a adequação às normas ambientais e a construção de soluções mais rápidas e efetivas para os casos em tramitação na Justiça.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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