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Dono de empresa de segurança é detido por receptação

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Empresário disse que comprou moto por R$ 1 mil, mas não soube precisar o nome do vendedor

 

Da Redação

O empresário T.M.R., de 30 anos, foi preso na madrugada desta quarta-feira (26), após um funcionário que presta serviço para ele ser abordado na rua com uma moto roubada.

 

De acordo com o boletim de ocorrência, o homem estava trafegando na Avenida Palmiro Paes de Barros, por volta das 3h da manhã, quando foi abordado pela Polícia Militar.

 

Após não encontrar nada de ilícito com o suspeito, os policiais verificaram que a motocicleta era produto de roubo.

 

Questionado a respeito, o homem alegou que a motocicleta não era dele, que estava trabalhando como segurança e que o veículo era da empresa.

 

Com isso, os PMs pediram que o segurança os levasse até a casa do dono da empresa.

 

Ao chegar no local, o empresário informou que havia comprado a motocicleta no Bairro Pascoal Ramos, de uma pessoa cujo nome ele não se lembrava, pelo valor de R$ 1 mil.

 

Foi dada voz de prisão e T.M.R foi encaminhado para a Central de Flagrantes de Cuiabá.

 

A motocicleta também foi apreendida e encaminhada para o Detran.

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Polícia Civil celebra com história de dedicação de servidor aposentado

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Nascido em 15 de agosto de 1936, o investigador aposentado Antônio Assunção da Silva se prepara para completar 90 anos. Uma vida longa — e, em grande parte, dedicada a servir, vestindo a missão da Polícia Civil de Mato Grosso, em uma trajetória marcada por coragem, disciplina e amor ao que fazia.

Mais do que números, sua história é feita de vínculos: oito filhos, 16 netos e oito tataranetos — uma família construída ao longo dos anos, lado a lado com a profissão que escolheu.

Conhecido como “cana dura”, pela postura firme e leal, seu Antônio fala do passado com brilho nos olhos. As lembranças vêm carregadas de um tempo em que, segundo ele, o respeito era parte da rotina. “Era um tempo muito bom. Eu gostava muito do meu trabalho. Naquele tempo, o sujeito (o infrator) respeitava a gente”, diz, com a serenidade de quem viveu intensamente cada momento.

Entre tantas histórias, uma permanece viva na memória: o dia em que entrou sozinho na casa de um magistrado, em Juína, diante de um pistoleiro armado. “Eu entrei com a arma longa e falei: ‘é a polícia, você está preso’. E ele se entregou. Aí algemei e coloquei ele na veraneio (modelo das viaturas da época)”, recorda. Um episódio que resume bem o tipo de policial que foi: firme, direto e destemido.

Natural de Poconé, seu Antônio construiu sua carreira em diferentes cidades de Mato Grosso — Cuiabá, Colíder, Peixoto de Azevedo, Sinop e Guarantã do Norte — até fixar raízes em Juína, onde também encerrou sua trajetória profissional, em 2003. Durante essa trajetória foi condecorado diversas vezes em razão do comprometimento com a instituição.

Mas a aposentadoria não o afastou daquilo que sempre fez parte de sua vida. Hoje, morando no complexo habitacional anexo à Delegacia de Juína, ele segue presente. Caminha pelos corredores, conversa com os policiais da ativa e compartilha histórias que atravessam gerações.

Ali, entre colegas e lembranças, onde é comumente chamado apenas por “Assunção”, ele ganhou um novo nome — talvez o mais simbólico de todos: “Lenda Viva”, por conta dos seus feitos, talentos e proezas notáveis, que o tornou uma pessoa icônica na instituição.

Fonte: Policia Civil MT – MT



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