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Companhia Raio prende três homens por tráfico de drogas em Cuiabá

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Militares da Companhia de Rondas e Ações Intensivas Ostensivas (Raio) prenderam três homens, todos com 22 anos de idade, por tráfico ilícito de drogas, no final da tarde desta quarta-feira (14.1), em Cuiabá. Com o trio, foram apreendidos tabletes e porções de maconha, cocaína e pasta base de cocaína.

As equipes da Raio estavam em patrulhamento pelo bairro Bela Vista e receberam denúncias de populares, que não quiseram se identificar, sobre um suposto ponto de venda de drogas da região.

Os policiais seguiram ao endereço apontado na denúncia e encontraram um homem, na frente da casa, que começou a correr e alertar para que os demais comparsas que estavam dentro da residência também fugissem.

Os militares seguiram os suspeitos e viram eles carregando uma sacola e dispensando diversos materiais ilícitos durante a fuga. Após breve acompanhamento, os três homens foram detidos ao tentarem pular os muros de residências vizinhas.

Com um dos suspeitos, os policiais apreenderam R$ 300,00 em dinheiro e uma porção de maconha. Em seguida, a equipe fez o caminho inverso da fuga dos criminosos e localizou dois tabletes e porções de maconha, porções de cocaína e pasta base de cocaína, além de celulares e materiais utilizados no tráfico de drogas.

Questionados pelos policiais, os suspeitos afirmaram que a casa seria de um outro suspeito, que não foi localizado, onde eles guardavam e vendiam entorpecentes.

Os três homens receberam voz de prisão e foram conduzidos para a Central de Flagrantes de Cuiabá para registro da ocorrência e demais providências.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT



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Após veto de Toffoli, YouTube e Instagram derrubam contas de Renan Santos no Brasil

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A campanha presidencial de Renan Santos (Missão) sofreu um novo impacto nesta segunda-feira (31). Horas depois de o ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinar restrições à candidatura, as contas do candidato no YouTube e no Instagram foram derrubadas no Brasil.

A suspensão dos perfis ocorre no mesmo dia em que Toffoli decidiu interromper parte das atividades da campanha de Renan, proibindo a realização de propaganda eleitoral digital, a participação em debates e entrevistas e também suspendendo o recebimento e uso de recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC).

A decisão do ministro está relacionada à forma como os perfis utilizados pela candidatura foram informados à Justiça Eleitoral. Segundo Toffoli, Renan e seu candidato a vice, Aroldo Medina, comunicaram inicialmente apenas parte dos canais utilizados na campanha e outros perfis foram incluídos posteriormente, fora do prazo previsto.

Para o ministro, a situação pode ter comprometido a igualdade entre os candidatos, já que as regras eleitorais estabelecem restrições à recomendação algorítmica de conteúdos de perfis oficiais durante o período de campanha. A suspeita é de que contas não registradas tenham continuado a alcançar usuários enquanto outros candidatos estavam sujeitos às limitações impostas pelas plataformas.

Com a decisão, Renan ficou impedido de utilizar os canais digitais abrangidos pela determinação judicial para propaganda eleitoral. A medida também o proibiu temporariamente de participar de debates em rádio, televisão, podcasts e outros meios de comunicação, além de bloquear o acesso aos recursos do Fundo Eleitoral.

Na noite de segunda-feira, a situação ganhou um novo capítulo. A própria equipe do candidato informou que o canal de Renan no YouTube e seu perfil no Instagram passaram a ficar indisponíveis para acesso no Brasil. Ao tentar acessar as páginas, usuários passaram a encontrar mensagens indicando que os conteúdos não estavam disponíveis.

O episódio representa um duro golpe para uma candidatura cuja estratégia é fortemente baseada justamente na presença digital. O partido Missão é uma legenda de estrutura reduzida e não possui grande espaço nos meios tradicionais de campanha, fazendo das redes sociais uma das principais ferramentas de comunicação com o eleitorado.

Renan reagiu à decisão de Toffoli e classificou a medida como um “absurdo jurídico”. O candidato afirma que pretende recorrer e sustenta que houve problemas no sistema de cadastro dos perfis junto à Justiça Eleitoral.

Enquanto o recurso não é analisado, a candidatura de Renan enfrenta um cenário inédito: com restrições à propaganda digital, sem acesso ao Fundo Eleitoral e fora dos debates, o candidato vê justamente suas principais formas de exposição política ficarem temporariamente bloqueadas.



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