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Companhia Raio prende três homens por tráfico de drogas em Cuiabá

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Militares da Companhia de Rondas e Ações Intensivas Ostensivas (Raio) prenderam três homens, todos com 22 anos de idade, por tráfico ilícito de drogas, no final da tarde desta quarta-feira (14.1), em Cuiabá. Com o trio, foram apreendidos tabletes e porções de maconha, cocaína e pasta base de cocaína.

As equipes da Raio estavam em patrulhamento pelo bairro Bela Vista e receberam denúncias de populares, que não quiseram se identificar, sobre um suposto ponto de venda de drogas da região.

Os policiais seguiram ao endereço apontado na denúncia e encontraram um homem, na frente da casa, que começou a correr e alertar para que os demais comparsas que estavam dentro da residência também fugissem.

Os militares seguiram os suspeitos e viram eles carregando uma sacola e dispensando diversos materiais ilícitos durante a fuga. Após breve acompanhamento, os três homens foram detidos ao tentarem pular os muros de residências vizinhas.

Com um dos suspeitos, os policiais apreenderam R$ 300,00 em dinheiro e uma porção de maconha. Em seguida, a equipe fez o caminho inverso da fuga dos criminosos e localizou dois tabletes e porções de maconha, porções de cocaína e pasta base de cocaína, além de celulares e materiais utilizados no tráfico de drogas.

Questionados pelos policiais, os suspeitos afirmaram que a casa seria de um outro suspeito, que não foi localizado, onde eles guardavam e vendiam entorpecentes.

Os três homens receberam voz de prisão e foram conduzidos para a Central de Flagrantes de Cuiabá para registro da ocorrência e demais providências.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT



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Justiça derruba propaganda de Taques por associar Mauro Mendes a crime no caso Oi

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A Justiça Eleitoral de Mato Grosso determinou a suspensão imediata de uma propaganda eleitoral do advogado Pedro Taques que associava o candidato ao Senado Mauro Mendes (União Brasil) a criminosos e afirmava que ele teria “panhado” recursos relacionados ao chamado caso Oi.

A decisão foi tomada pelo juiz auxiliar da propaganda do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), Flávio Fraga e Silva, que entendeu que a peça ultrapassou os limites da crítica política e atribuiu a Mauro uma prática criminosa sem que exista condenação judicial nesse sentido.

Na propaganda, Taques citava pessoas que afirmou ter prendido durante sua trajetória profissional e, em seguida, incluía Mauro na mesma narrativa ao dizer que ele também teria “panhado” recursos do caso Oi.

Ao analisar o conteúdo, o magistrado considerou que a construção da propaganda transformava uma investigação em fato consumado e apresentava o candidato como criminoso.

“Apresenta-se o ‘caso da Oi’ como item subsequente do mesmo rol, enquanto o desfecho da frase converte o que era investigação em fato consumado e quem era investigado em criminoso”, afirmou o juiz na decisão.

O magistrado também destacou que não é a primeira vez que acusações semelhantes envolvendo Mauro Mendes e o caso Oi chegam à Justiça Eleitoral. Segundo a decisão, o TRE-MT já havia considerado ilícitas outras imputações relacionadas a roubo e corrupção, além de determinar anteriormente a retirada de conteúdos com acusações semelhantes.

Para o juiz, Taques apenas alterou a forma de apresentar uma acusação que já havia sido barrada judicialmente.

“Ao afirmar que o requerente ‘panhou, sim’ os recursos do ‘caso da Oi’, evidencia-se a reprodução, com a mera substituição do verbo por seu equivalente coloquial, de imputação categórica cuja veiculação foi vedada mais de uma vez”, registra a decisão.

A tentativa de transformar a acusação em uma pergunta, “Ele panhou ou não panhou?”, também não foi suficiente para afastar o entendimento da Justiça. O magistrado considerou que a frase funcionava apenas como um reforço retórico da acusação.

Com a liminar, Pedro Taques fica proibido de reapresentar a propaganda, integral ou parcialmente, e também de divulgar novas peças que reproduzam a afirmação de que Mauro teria recebido recursos do caso Oi ou que o apresentem como autor de crime sem reconhecimento por decisão judicial condenatória.



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