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Caso Shopping Popular: Mãe e filho presos pelas duas execuções já estão em Cuiabá

Delegado Nilson Farias afirmou que Nenê pode ter sido assassinado por motivos de vingança por ter supostamente ordenado o homicídio de Girlei Silva, o ‘Maranhão’

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Polícia

Foto Montagem omatogrosso.com

ATUALIZADA ÀS 10h06 – Segundo a Polícia Civil, a sede de vingança de Jocilene Barreiro, de 60 anos e sua ferrenha vontade de fazer Justiça pela morte do próprio filho podem ter tirado a vida de duas pessoas inocentes. A mulher e o outro filho dela, Wanderlei Barreiro da Silva, 31, são apontados como mandantes da morte do comerciante Gersino Rosa dos Santos – “Nenê Games”, 43, morto a tiros em novembro passado no Shopping Popular, em Cuiabá.

Para tal crime, eles contrataram Silvio Junior Peixoto, 26 anos, responsável pelos disparos que mataram Gersino e o funcionário de outro box do local, Cleyton de Oliveira de Souza Paulino, de 27 anos, que também foi atingido e não resistiu. Silvio foi preso em Minas Gerais e mãe e filhos foram detidos no Mato Grosso do Sul. Eles chegaram a Cuiabá nesta quinta-feira.
O responsável pela investigação, delegado Nilson Farias, da DHPP, na coletiva de imprensa desta tarde para falar sobre o caso, afirmou que Nenê pode ter sido assassinado por motivos de vingança por ter supostamente ordenado o homicídio de Girlei Silva da Silva, conhecido pelo apelido de Maranhão, assassinado a tiros no dia 9 de novembro no bairro Santa Laura. Ele era filho de Jocilene e irmão de Wanderlei.
Dias antes do assassinato de seu filho Wanderlei, a mãe presenciou uma discussão entre ele e Gersino. A discussão foi motivada por um celular com defeito que Wanderlei havia comprado na loja de “Nenê”. Dias depois, Wanderlei foi assassinado. Convencida de que Gersino era o mandante do crime, a mãe ordenou a morte dele.
Para o delegado, ela, ao querer fazer “Justiça com as próprias mãos”, pode ter acabado com a vida de inocentes.
“As leis existem para serem seguidas e, nesse caso específico, eles quiseram fazer justiça com as próprias mãos, e até por esse motivo o nome da operação é Vindicta, que é a vingança. Foi uma vingança com as próprias mãos”, disse o delegado.
O delegado afirmou que a investigação sobre a morte de Maranhão está correndo na mesma DHPP que trata do duplo homicídio no Shopping Popular. Diz, no entanto, que até o presente momento não tem conhecimento de Gersino como suspeito do crime.
“Agora também vamos trabalhar nesse outro homicídio para saber se foi ou não, porque a princípio pode ser que nem tenha sido ele e infelizmente por uma avaliação precipitada, ele acabou pagando com a própria vida, por algo que talvez nem tenha cometido”, afirmou Nilson.
No dia do crime, Cleyton, Jocilene e Wanderlei estavam em Cuiabá. “De lá ele fez uma viagem de Uberlândia para Campo Grande e de Campo Grande vieram os três, a mãe, o filho e o contratado para executar. “A mãe estava muito ansiosa para que acontecesse isso [o assasinato], para ver talvez se dava um acalento no seu coração, pela perda do seu filho”.

 

 

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“Nós deixamos uma marca”, diz Juca ao relembrar concurso realizado na Câmara de Cuiabá durante sua presidência

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O deputado estadual Juca do Guaraná (psdb) recebeu, nesta quarta-feira (15), em seu gabinete, o presidente do Instituto Nacional de Seleções e Concursos (Instituto Selecon), Rogério Vianna Rangel. Durante o encontro, os dois relembraram a realização do concurso público da Câmara de Cuiabá, promovido durante a gestão de Juca à frente da presidência do Legislativo municipal.

Na ocasião, o deputado destacou a importância do certame para fortalecer o quadro de servidores efetivos da Casa de Leis e ressaltou o legado deixado pela iniciativa.

“Nós deixamos uma marca de ter feito esse concurso para atender a população cuiabana e a Câmara de Cuiabá, que é de todos nós mato-grossenses, o parlamento mais antigo do Centro-Oeste brasileiro”, afirmou Juca.

O concurso público foi realizado para provimento de vagas e formação de cadastro de reserva para cargos de níveis médio e superior, contemplando funções como técnico legislativo, analista legislativo, controlador interno e contador.

Durante a visita, Rogério Vianna Rangel agradeceu a confiança depositada no Instituto Selecon e destacou a forma como o processo foi conduzido.

“Eu, em nome do Selecon, também agradeço ao deputado porque, de fato, fizemos um concurso histórico, graças à oportunidade que o Juca nos deu para realizarmos esse concurso com qualidade e segurança, mas, acima de tudo, com muita transparência”, declarou o presidente da instituição.

Ao final do encontro, Juca reforçou a importância da valorização do serviço público por meio de concursos realizados com responsabilidade, transparência e igualdade de oportunidades para todos os candidatos.



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