Rondonópolis

Ação da PF prende pedófilo com mais de 1890 arquivos pornográficos envolvendo menores em MT

As primeiras investigações identificaram que o acusado armazenava aproximadamente 1890 vídeos e/ou imagens de conteúdo pornográfico, incluindo abuso sexual infantil.

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Em rápida ação, a Polícia Federal prendeu em flagrante, nesta sexta-feira, (05), no município de Rondonópolis, um homem de 36 anos que possuía em seu celular mais de 1890 arquivos (entre vídeos e imagens) com conteúdo pornográfico envolvendo crianças e adolescentes.

A ação é resultante da deflagração da 1ª fase da Operação PROTEGO, que tem por objetivo combater o armazenamento e a distribuição de imagens e vídeos contendo exploração sexual envolvendo crianças e adolescentes.

As primeiras investigações identificaram que o acusado armazenava aproximadamente 1890 vídeos e/ou imagens de conteúdo pornográfico, incluindo abuso sexual infantil. Além disso, o investigado compartilhava tal conteúdo.

Os policiais federais cumpriram 01 Mandado de Busca e Apreensão, expedido pela 1ªº Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher de Rondonópolis durante o plantão judiciário.

No cumprimento do Mandado de Busca, os policiais federais apreenderam um aparelho celular, que o investigado utilizava para entrar em grupos do aplicativo Telegram que difundiam conteúdo de pornografia infantil, razão pela qual também foi autuado em flagrante delito.

O investigado foi conduzido de imediato à Delegacia de Polícia Federal em Rondonópolis para indiciamento e formalização de sua prisão pelo crime previsto no art. 241-B do ECA. Após as providências de polícia judiciária, o preso permanecerá à disposição da Justiça Estadual.

O nome da operação PROTEGO, termo em latim, que significa “protetor”, faz alusão à atuação da Polícia Federal como guardião das crianças, combatendo os crimes que assolam a infância.

 

 

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Polícia Civil cumpre mandados em investigação de esquema de corrupção em hospital de Campo Novo do Parecis

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta terça-feira (25.5), a Operação Silêncio Comprado, para cumprimento de 20 ordens judiciais dentro de investigações que apuram um suposto esquema de corrupção ligado à gestão do Hospital Municipal Euclides Horst, no município de Campo Novo do Parecis.

As ordens judiciais, entre mandados de busca e apreensão, sequestro de bens e bloqueio de valores, medidas cautelares diversas da prisão, além de quebras de sigilo telefônico e telemático, foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo Tangará da Serra.


Os mandados são cumpridos nos municípios de Campo Novo do Parecis, Arenápolis, e nas cidades de Barueri e Cotia, no estado de São Paulo, com foco na coleta de elementos probatórios, identificação da extensão dos fatos investigados e preservação do patrimônio público.

As investigações, conduzidas pela Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), apuram suposto esquema de corrupção envolvendo a tentativa de interferência nos trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito n.º 01/2025, instaurada para apurar possíveis irregularidades na gestão do Hospital Municipal Euclides Horst, em Campo Novo do Parecis.

Entenda o caso

A CPI teve origem na repercussão de questionamentos envolvendo o atendimento prestado na unidade hospitalar, especialmente após a morte de uma jovem gestante do município de Campo Novo do Parecis, que teria apresentado complicações durante procedimento de parto cesáreo, sido encaminhada para Cuiabá e, posteriormente, vindo a óbito.

A partir desse caso, familiares e membros da comunidade passaram a questionar a estrutura do hospital, a prestação dos serviços, a gestão de recursos humanos e a regularidade da execução dos contratos de gestão da unidade hospitalar.


Início da investigação

As investigações da Deccor iniciaram após o recebimento de denúncia encaminhada pelo Ministério Público, relacionada à suposta oferta de vantagem indevida para influenciar os trabalhos da CPI, bem como a possíveis irregularidades na execução de contratos de gestão do Hospital Municipal Euclides Horst.

Entre os fatos apurados estão indícios de pagamentos por serviços supostamente não prestados, emissão de notas fiscais fraudulentas ou ideologicamente falsas, movimentação irregular de recursos públicos e possível desvio de valores vinculados à administração da unidade hospitalar.

De acordo com os elementos reunidos até o momento, há indícios, em tese, da prática de crimes contra a Administração Pública, especialmente corrupção ativa, sem prejuízo da apuração de outros delitos que possam ser identificados no curso das diligências.

Apoios operacionais

A operação contou com apoio operacional das equipes da Delegacia Especializada de Crimes Fazendários (Defaz), Delegacia de Arenápolis, Delegacia de Campo Novo do Parecis e da Polícia Civil do Estado de São Paulo.

Nome da operação

Silêncio Comprado faz referência à denúncia de suposta oferta de vantagem indevida para influenciar os trabalhos da CPI, fato que deu origem à investigação.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, voltada ao combate à atuação de grupos criminosos em todo o estado.

Fonte: Policia Civil MT – MT



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