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Sardinha questiona falta de dados sobre comissionados e cobra explicações da Secretaria de Obras

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O vereador Sardinha voltou a questionar a condução administrativa da Secretaria Municipal de Obras de Várzea Grande e cobrou maior transparência na divulgação dos cargos comissionados. Segundo o parlamentar, apesar de a Controladoria ter informado que o Portal da Transparência estaria em “perfeito estado”, uma nova verificação apontou que alguns ocupantes de cargos de confiança ainda aparecem sem a identificação completa de suas funções.

A cobrança teve início após um requerimento encaminhado pela Câmara em março. Sardinha afirma que, enquanto servidores operacionais têm suas funções detalhadas no sistema, alguns comissionados constariam apenas pelo nome, sem indicação do cargo ou do nível correspondente. Para o vereador, a situação dificulta o controle público sobre a estrutura da administração municipal.

Além da questão envolvendo os cargos, Sardinha também questionou a ausência do secretário de Obras, Celso Luiz Pereira, em uma convocação oficial da Câmara. O parlamentar protocolou pedido para que o gestor apresente atestado ou outra justificativa legal para o não comparecimento.

Segundo a Câmara, caso a ausência não seja devidamente justificada, o secretário poderá ser alvo das medidas previstas em lei. O vereador também defende uma revisão da estrutura administrativa da pasta e a discussão sobre um possível enxugamento da máquina pública.



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Cattani admite desgaste entre PL e MDB e diz que união prejudicou Janaina e Wellington

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O deputado estadual Gilberto Cattani (PL) reconheceu que a aproximação entre o PL e o MDB provocou insatisfação entre parte dos apoiadores e acabou gerando reflexos negativos para as candidaturas da deputada estadual Janaina Riva (MDB) ao Senado e do senador Wellington Fagundes (PL) ao Governo de Mato Grosso.

Na avaliação de Cattani, a aliança desagradou parte do eleitorado e trouxe consequências para os dois grupos políticos. Ainda assim, o parlamentar afirmou que as decisões tomadas precisam ser assumidas e que, agora, cabe às lideranças seguir adiante com o projeto eleitoral.

“Isso está feito e tem que seguir adiante. Não é uma questão de desorganização, é uma questão de decisões; você toma decisões e elas têm consequências”, declarou.

A aproximação entre PL e MDB colocou Janaina e integrantes do grupo bolsonarista no mesmo campo eleitoral, apesar dos conflitos e divergências que marcaram a relação entre as lideranças nos últimos anos. A composição, inclusive, provocou resistência dentro de setores do próprio PL.

Cattani avaliou que o desgaste acabou atingindo tanto a candidatura de Janaina quanto o projeto de Wellington na disputa pelo Palácio Paiaguás. Mesmo reconhecendo os efeitos negativos da decisão, o deputado defendeu que o grupo concentre esforços na campanha e busque superar as dificuldades criadas pela própria articulação política.

A declaração evidencia que a união entre as duas siglas, construída dentro das articulações eleitorais, ainda produz reflexos entre aliados e eleitores no início da campanha de 2026.



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