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Vídeo: Ônibus do transporte urbano pega fogo na Avenida Fernando Corrêa, em Cuiabá

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Da Redação

Um ônibus da empresa Expresso Norte e Sul pegou fogo na tarde desta quinta-feira (22), na Avenida Fernando Corrêa da Costa, em Cuiabá.

O fato aconteceu por volta das 16h30 minutos quando o ônibus seguia sentido Centro, segundo testemunhas o veículo estava lotado quando as primeiras chamas sugiram na região do motor.

Os passageiros, assim como o motorista do ônibus conseguiram sair do interior do mesmo. Após perceber que havia algo estranho o motorista decidiu parar o veículo em frente a uma loja de veículos da avenida.

O Corpo de Bombeiros foi acionado, enquanto as equipes não chegavam policiais e populares usavam extintores de incêndio de outros veículos para controlar as chamas, em seguida os bombeiros chegaram e rapidamente controlaram as chamas 

Em nota, a Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob) informou que acionará perícia para identificar o que causou o fogo. Um caminhão guincho foi enviado ao local e o ônibus foi retirado horas depois.

Veja o vídeo:

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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