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VÍDEO: Homem que planejava atentado contra membros de facção criminosa rival é preso em Nova Mutum

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Da Redação

Na manhã desta quarta-feira (07), policiais militares de Nova Mutum (243 km de Cuiabá) prenderam, Jardel Lennon Laabs, idade não divulgada. O suspeito, foi abordado em um supermercado no bairro Bela Vista quando chegava com uma menor de idade, a prisão foi realizada por um policial à paisana.

Jardel é o principal suspeito de ter disparado com uma arma de fogo em uma guarnição da Polícia Militar, além disso, também é acusado de tráfico de drogas, corrupção de menores, receptação e porte ilegal de arma de fogo.

Segundo informações, o suspeito faria parte de uma facção criminosa e estaria planejando um atendado a tiros contra membros de uma facção criminosa rival, a informação foi obtida pelos policiais militares através do 14ª Comando Regional (14ºCR) e Polícia Judiciária Civil (PJC).

Após ser abordado Jardel confessou que estaria em posse de uma arma de fogo calibre .40, a referida arma estaria na residência de uma menor de idade, os policiais se deslocaram até o local indicado na Rua Cerejeiras, no bairro Bela Vista, no interior da residência os policiais encontraram a arma guardada em cima de um guarda-roupa, a mesma estava carregada, oito cartuchos intactos de calibre .40 e um cartucho intacto calibre 9mm. Após realizar a checagem do número de série da pistola, foi constatado que a mesma havia sido roubada na cidade de Cuiabá.  

Jardel foi preso e encaminhado para a delegacia de Polícia Civil de Nova Mutum onde fica a disposição da justiça onde serão tomadas as medidas cabíveis.

 

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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