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Via parceria da ALMT, Rondonópolis agora dispõe de Central de Vacinação contra Covid-19

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Após articulação feita pelo presidente da Comissão de Saúde, deputado Dr. João, a Assembleia Legislativa fechou parceria com a prefeitura do município

Da Redação

O presidente da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa, deputado Dr.João (MDB), juntamente com outros parlamentares, participouna manhã desta sexta-feira (2), da inauguração da Central de Vacinação contra a Covid-19 Altamirando de Araújo Miranda, em Rondonópolis. A Central funcionará no pátio da Secretaria Municipal de Saúde do município.

A Central de vacinação faz parte de uma parceria entre a prefeitura de Rondonópolis com a Assembleia Legislativa, após uma articulação feita pelo presidente da Comissão de Saúde, deputado Dr. João entre os gestores de Rondonópolis e os demais deputados da Casa de Leis. A Central funcionará em formato corujão, com funcionamento diário das 10h às 22hs. 

“O nosso apoio é para contribuir com a celeridade da vacinação da população do município, que é uma das maiores do Estado, e queremos que a vacinação avance também em todos os municípios de Mato Grosso, pois um dos fatores da queda de mortes por Covid é devido ao efeito do progresso da vacinação no país,” ressaltou o deputado Dr.João.

“Em nome do prefeito de Rondonópolis, Zé do Pátio e do secretário municipal de saúde, Vinícius Amoroso, quero agradecer pela receptividade hoje e destacar o brilhante trabalho a frente do combate ao coronavírus, pois sabemos que a iniciativa e desempenho das autoridades bem como o comprometimento da população são fatores fundamentais para a diminuição dos casos,” finalizou o Dr.João.

Este será o quarto ponto de vacinação em Mato Grosso viabilizado pela Assembleia Legislativa, sendo outros dois instalados em Várzea Grande e um em Cuiabá, no estacionamento da sede do Poder Legislativo estadual.

A Secretaria Municipal de Saúde de Rondonópolis, local da Central de Vacinação, está localizada na Rua Rio Branco, Nº2916, Jardim Santa Marta. 

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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