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Via parceria da ALMT, Rondonópolis agora dispõe de Central de Vacinação contra Covid-19

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Após articulação feita pelo presidente da Comissão de Saúde, deputado Dr. João, a Assembleia Legislativa fechou parceria com a prefeitura do município

Da Redação

O presidente da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa, deputado Dr.João (MDB), juntamente com outros parlamentares, participouna manhã desta sexta-feira (2), da inauguração da Central de Vacinação contra a Covid-19 Altamirando de Araújo Miranda, em Rondonópolis. A Central funcionará no pátio da Secretaria Municipal de Saúde do município.

A Central de vacinação faz parte de uma parceria entre a prefeitura de Rondonópolis com a Assembleia Legislativa, após uma articulação feita pelo presidente da Comissão de Saúde, deputado Dr. João entre os gestores de Rondonópolis e os demais deputados da Casa de Leis. A Central funcionará em formato corujão, com funcionamento diário das 10h às 22hs. 

“O nosso apoio é para contribuir com a celeridade da vacinação da população do município, que é uma das maiores do Estado, e queremos que a vacinação avance também em todos os municípios de Mato Grosso, pois um dos fatores da queda de mortes por Covid é devido ao efeito do progresso da vacinação no país,” ressaltou o deputado Dr.João.

“Em nome do prefeito de Rondonópolis, Zé do Pátio e do secretário municipal de saúde, Vinícius Amoroso, quero agradecer pela receptividade hoje e destacar o brilhante trabalho a frente do combate ao coronavírus, pois sabemos que a iniciativa e desempenho das autoridades bem como o comprometimento da população são fatores fundamentais para a diminuição dos casos,” finalizou o Dr.João.

Este será o quarto ponto de vacinação em Mato Grosso viabilizado pela Assembleia Legislativa, sendo outros dois instalados em Várzea Grande e um em Cuiabá, no estacionamento da sede do Poder Legislativo estadual.

A Secretaria Municipal de Saúde de Rondonópolis, local da Central de Vacinação, está localizada na Rua Rio Branco, Nº2916, Jardim Santa Marta. 

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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