Mato Grosso

VG: ao estuprar netinha de quatro anos, avô é flagrado pela mãe da criança

Publicado em

Mato Grosso

Da Redação

A mãe de uma menina de quatro anos flagrou o pai do seu namorado, de 64 anos, tocando ontem (10) as partes íntimas da criança. Ela pediu para que sua identidade fosse preservada. O fato aconteceu em Várzea Grande, aproximadamente às 11h, quando a mulher – que saíra para trabalhar – voltou pra casa para fazer almoço. Ao adentrar no quarto, ficou perplexa ao ver que o homem tocava a genitália da criança, mantendo-a no colo.

Flagrado em plena prática de crime de abuso infantil, o  homem ficou assustado e fugiu de bicicleta. Revoltada, a mulher acionou a Polícia, explicando que o tarado aparentava ter consideração de avô pela menina, com quem sempre brincava normalmente. Ela nem imaginava que ele pudesse abusar da filha algum dia. 

Com a fuga do pedófilo, ela conversou calmamente com a menina, querendo saber maiores detalhes sobre o que o “vovô” fazia com ela. Inocente, a criança contou que ele “fez carinho” em suas partes genitais, depois de convidá-la para brincar. Revoltada, a mãe acionou então a Polícia, a quem contou a sequência da ação criminosa do abusador. Os PMs saíram no encalço do estuprador, sem êxito, pois ele se evadira para local incerto. 

Ainda na noite de ontem, a mãe da criança foi informada de que ele estaria em determinado lugar, e forneceu essas pistas para que a Polícia capturasse o tarado. Novamente, os militares não lograram êxito na sua localização. Até às primeiras horas de hoje, 11, o pedófilo ainda se encontrava foragido, em local ignorado. As investigações prosseguem na Delegacia Especializada da Defesa da Mulher, da Criança e do Idoso em Várzea Grande.

 

COMENTE ABAIXO:
Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

Mato Grosso

Após 19 anos, júri condena réu que matou trabalhador por engano

Publicados

em


Nesta segunda-feira (24), o Tribunal do Júri de Várzea Grande julgou um homicídio ocorrido em 9 de maio de 2007. Quase duas décadas depois, Antônio Wilson Ribeiro foi condenado por homicídio qualificado e ocultação de cadáver, à pena de 13 anos de reclusão.
O caso teve origem em um episódio anterior. Anos antes, uma clínica odontológica havia sido alvo de um crime, ocasião em que uma funcionária chegou a ser feita refém. Tempos depois, William Batista Luz, paciente do estabelecimento, foi confundido com o autor daquela ocorrência.
Em 9 de maio de 2007, William retornou à clínica para dar continuidade ao tratamento odontológico. A suspeita de que ele seria o antigo criminoso desencadeou uma sequência de acontecimentos que terminou em sua morte.
Segundo a denúncia do Ministério Público, William foi algemado e retirado da clínica por um grupo de homens. A partir daquele momento, nunca mais foi visto.
Seu corpo jamais foi localizado.
A investigação, contudo, reuniu uma cadeia de evidências sobre a dinâmica dos fatos e a participação do acusado. Foram apresentados ao Conselho de Sentença depoimentos de testemunhas presenciais, elementos sobre os vínculos entre os envolvidos, dados relativos à presença do réu no contexto do crime e informações relacionadas ao veículo utilizado na retirada da vítima.
A inexistência do cadáver não impediu o reconhecimento da materialidade. O desaparecimento definitivo, as circunstâncias em que William foi visto pela última vez e o conjunto probatório permitiram a reconstrução do homicídio. A morte da vítima também foi reconhecida judicialmente como presumida, com a correspondente emissão de certidão de óbito.
Ao final do julgamento, os jurados acolheram a tese do Ministério Público e reconheceram a responsabilidade de Antônio Wilson Ribeiro pelo homicídio qualificado e pela ocultação do cadáver.
O caso também evidencia um ponto essencial: justiçamento não é Justiça. Ninguém pode investigar, julgar, condenar e executar uma pessoa por conta própria. O monopólio legítimo da aplicação da lei pertence ao Estado, justamente para impedir que a vingança privada substitua o devido processo legal.
Dezenove anos depois, mesmo sem a localização do corpo de William, o Tribunal do Júri apresentou sua resposta.
É possível esconder um cadáver. A verdade dos fatos e a resposta da Justiça, não.

Fonte: Ministério Público MT – MT



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA