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VG: ao estuprar netinha de quatro anos, avô é flagrado pela mãe da criança

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Da Redação

A mãe de uma menina de quatro anos flagrou o pai do seu namorado, de 64 anos, tocando ontem (10) as partes íntimas da criança. Ela pediu para que sua identidade fosse preservada. O fato aconteceu em Várzea Grande, aproximadamente às 11h, quando a mulher – que saíra para trabalhar – voltou pra casa para fazer almoço. Ao adentrar no quarto, ficou perplexa ao ver que o homem tocava a genitália da criança, mantendo-a no colo.

Flagrado em plena prática de crime de abuso infantil, o  homem ficou assustado e fugiu de bicicleta. Revoltada, a mulher acionou a Polícia, explicando que o tarado aparentava ter consideração de avô pela menina, com quem sempre brincava normalmente. Ela nem imaginava que ele pudesse abusar da filha algum dia. 

Com a fuga do pedófilo, ela conversou calmamente com a menina, querendo saber maiores detalhes sobre o que o “vovô” fazia com ela. Inocente, a criança contou que ele “fez carinho” em suas partes genitais, depois de convidá-la para brincar. Revoltada, a mãe acionou então a Polícia, a quem contou a sequência da ação criminosa do abusador. Os PMs saíram no encalço do estuprador, sem êxito, pois ele se evadira para local incerto. 

Ainda na noite de ontem, a mãe da criança foi informada de que ele estaria em determinado lugar, e forneceu essas pistas para que a Polícia capturasse o tarado. Novamente, os militares não lograram êxito na sua localização. Até às primeiras horas de hoje, 11, o pedófilo ainda se encontrava foragido, em local ignorado. As investigações prosseguem na Delegacia Especializada da Defesa da Mulher, da Criança e do Idoso em Várzea Grande.

 

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Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro

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O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.

A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.

“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.

Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.

“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.

O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.

“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.

A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.

Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.

No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.

Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.



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