Mato Grosso

Vândalos destruíram 12 abrigos de ônibus em 2020; Semob criará departamento de monitoramento

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Mato Grosso

Da Redação

A Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob) terá um departamento para monitorar abrigos de ônibus, placas de sinalizações verticais e horizontais, semáforos e radares para evitar ações de vandalismo.  Conforme o secretário da pasta, Antenor Figueiredo, no ano passado foram  12 abrigos de ônibus danificados. 

“Vamos  abrir um departamento para recuperação de bem público. Se quebrar um abrigo de forma proposital o cidadão terá que arcar com o custo da reforma daquele abrigo.  Isso valerá para aqueles motoristas que batem em semáforos e radares e fogem. Existem também outros problemas que são as placas que são arrancadas também por  vândalos. Iremos monitorar e encontrar essas pessoas que praticam esse desserviço a sociedade destruindo um bem público. Estragou? Vai ter que arrumar”, comentou Figueiredo. 

 Com relação às estações de ônibus da região central, Antenor disse que a Prefeitura de Cuiabá, sob determinação do prefeito Emanuel Pinheiro, em breve,  os responsáveis  pela manutenção das estações serão as empresas de ônibus que exploram o serviço de transporte público na Capital.

” Todas as estações entregues pela  Prefeitura estão em perfeito estado, em breve, as empresas de ônibus serão responsáveis por preservá-la e cuidar para que ações de vândalos não danifique-as”, concluiu o secretário de Mobilidade Urbana.

Para o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, a substituição dos abrigos é uma necessidade e denota todo cuidado e respeito da gestão para com a população. “Trabalhamos para que nossa cidade atenda com excelência a população e, por isso, temos várias frentes de trabalho nas mais diferentes áreas”. 

ABRIGOS NOVOS

A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Semob, já realizou a substituição ou instalação de mais de 300 abrigos destinados a embarque e desembarque dos passageiros do sistema de transporte público. O processo foi iniciado em março do ano passado e evidencia o compromisso para melhoria da mobilidade urbana e atendimento.  

De acordo com a Diretoria de Engenharia da Semob, a foram 350 implantações e 280 remoções de abrigos. 

O projeto adota conceitos de sustentabilidade e possibilita maior conforto aos usuários. As estruturas foram projetadas com designer moderno, cobertura e assentos, além de um espaço reservado à pessoa com deficiência.

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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