Mato Grosso
Três pessoas são presas por tráfico de drogas, nos bairros Jardim Primavera e São Mateus, em Várzea Grande
Mato Grosso
Da Redação
De acordo com as informações dos Policiais do grupo de apoio que estava em rondas pelo bairro Jardim Primavera, quando avistaram duas pessoas em atitudes suspeita.
Feita a abordagem dos mesmos, os policiais realizarão a revista pessoal, e com um deles foi localizado algumas porções de maconha, questionado sobre os entorpecentes, o mesmo afirmou que em sua residência teria mais.
Dizendo ainda que pegava as drogas com uma outra pessoa, que residia no bairro são Mateus, diante dos fatos, os policiais foram até o bairro são Mateus, e na residência, encontraram uma terceira pessoa, e com o mesmo os policiais encontraram, diversas porções de pasta base de cocaína, balança de precisão, além de uma quantia de R$ 3.000,00 em espécie.
Todos os três já possui passagem por tráfico de drogas, sendo que um deles faz uso de tornozeleira eletrônica.
Os mesmos foram conduzidos a central de flagrantes de Várzea Grande, e autuados pelo crime de tráfico de drogas.
Fotos: Marcelo Sant’Anna
Mato Grosso
TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.
A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.
O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.
“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.
A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.
“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.
Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.
O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.
Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.
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