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Traficante é preso pela polícia civil nas proximidades de escola em Cuiabá

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Mato Grosso

Da Redação

Um jovem que vinha comercialização droga nas proximidades de um escola em Cuiabá, foi preso pela Polícia Judiciária Civil, durante trabalho da Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE). Além da prisão, a ação resultou na apreensão de porções de cocaína, maconha, dinheiro e notebooks. 

Y.G.R. de 21 nos, conhecido como “Ivo” foi autuado em flagrante pelo crime de tráfico de drogas, após ser surpreendido pelos policiais civis em uma rua no bairro Areão, próximo a um colégio, ponto de grande concentração de estudantes. 

 As diligências iniciaram após denúncia sobre uma possível entrega de entorpecente que ocorreria no bairro Areão. De posse das informações, os investigadores da DRE passaram a monitorar a região, quando na tarde de sexta-feira (02), lograram exito em avistaram o momento em que veículo Punto de cor branca, estaciona na rua lateral da escola, logo chega um motoqueiro, e em seguida o mesmo entrega algo duvido para a usuária dentro do carro.

.Ato contínuo foi feita a abordagem dos envolvidos e verificado se tratar de venda de drogas. Diante dos fatos, a equipe foi até a residência do suspeito no bairro Renascer, em Cuiabá, onde foram aprendidas três porções médias de cocaína, uma porção média de maconha, quatro aparelhos de notebook sem comprovação fiscal, cerca de R$ 200 em dinheiro, além de materiais utilizados para embalar drogas. 

Com o flagrante, Y.G.R. foi interrogado e preso por tráfico de drogas. Após a confecção dos autos, o preso foi apresentado em audiência de custódia, ficando à disposição da Justiça.

 

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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